Embora Judas se arrependa de sua traição, suas ações subsequentes sugerem que ele acreditava que seu pecado era grande demais para Deus perdoar, então ele não pediu perdão. Se ele tivesse confiado que a misericórdia de Deus é maior do que até mesmo seu pecado e se arrependido, ele teria sido perdoado.
A Pedro seu olhar, a Judas, na extensão do seu pecado, uma palavra sofrida de um amigo traído. A ambos chamou para seu perdão. Judas, pelo contrário, teve remorsos. Sua natureza revoltou-se contra si próprio.
Judas não recebeu essa manifestação graciosa de Cristo por que não havia sido enviado pelo Pai a Cristo, pelo simples fato de que ele mesmo não teve fé em Cristo, e por isso não foi guardado por Ele. Em outras palavras, o filho da perdição não poderia ser salvo e isso é parte do cumprimento das escrituras.
Onde está escrito na Bíblia que Judas se arrependeu?
Mateus 27:3-5 NTLH. Quando Judas, o traidor, viu que Jesus havia sido condenado, sentiu remorso e foi devolver as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos líderes judeus, dizendo: — Eu pequei, entregando à morte um homem inocente. Eles responderam: — O que é que nós temos com isso?
Embora Judas se arrependa de sua traição, suas ações subsequentes sugerem que ele acreditava que seu pecado era grande demais para Deus perdoar, então ele não pediu perdão. Se ele tivesse confiado que a misericórdia de Deus é maior do que até mesmo seu pecado e se arrependido, ele teria sido perdoado.
A realidade da graça, da misericórdia, da predileção, do amor de Jesus para com Judas e, ao mesmo tempo, a culpa de Judas de desprezar, de não colher, de não tomar a ocasião deste grande amor. Sim, Judas foi condenado ao inferno, assim dizem as Escrituras.
Judas se perdeu porque achou que seu pecado não tinha perdão. É o pecado de desesperação de salvação, que é a desconfiança no amor de Deus, que a Escritura batiza de "pecado contra o Espírito Santo". Por isso, Judas não pediu e não acreditou no perdão. Se ele tivesse fé, o Salvador o teria perdoado.
Em Mateus 27:3-5, lemos sobre a resposta de Judas após perceber a gravidade de sua traição: "Quando Judas, que o havia traído, viu que Jesus havia sido condenado, foi tomado de remorso e devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos. 'Pequei', disse ele, 'pois traí sangue inocente.
O Martirológio Romano, o catálogo dos santos considerados oficiais pelo Vaticano, registra-o como o "santo ladrão, chamado Dimas, segundo a tradição". E o define como aquele "que na cruz professou a fé em Cristo e mereceu ouvir dele estas palavras: 'Hoje estarás comigo no paraíso'".
Ele roubava Jesus e sentava a mesa , compartilhava o pão; teve oportunidades de se confessar e nunca o fez então essas brechas deram a oportunidade do Diabo entrar nele como. Diz a bíblia. “Judas disse isso, não porque tivesse pena dos pobres, mas porque era ladrão.
Deus uniu Adão e Eva em casamento porque “não era bom que o homem estivesse só” (Moisés 3:18; ver também I Coríntios 11:11). Ela partilhou da responsabilidade de seu esposo e partilhará também das suas bênçãos eternas. O que podemos aprender com o exemplo de Adão e Eva?
Tudo isso concorda, é claro, com o que se narra a respeito da morte de Judas: “Ele jogou as moedas no santuário, saiu e foi enforcar-se” (Mt 27, 5). Ou seja, ele realizou um gesto de desespero e depois cometeu suicídio, que é um pecado mortal.
Qual a diferença do arrependimento de Pedro e de Judas?
Dois Apóstolos, dois traidores, mas dois fins distintos: Judas, desesperado, tira a própria vida; Pedro, arrependido, confia-se à misericórdia infinita de Cristo.
Qual é a diferença entre arrependimento e remorso?
É comum as pessoas confundirem arrependimento e remorso, porém, essas duas emoções têm diferenças importantes. O arrependimento é uma emoção saudável que nos ajuda a aprender com nossos erros e crescer, enquanto o remorso é uma emoção tóxica que pode nos prender em sentimentos de culpa excessiva e arrependimento.
Quando Judas, o traidor, viu que Jesus tinha sido condenado à morte, ficou com muito remorso pelo que tinha feito e trouxe de volta o dinheiro aos sacerdotes principais e aos outros líderes religiosos. “Eu pequei”, declarou ele, “pois traí um homem inocente”.
Judas Iscariotes, seguindo os comandos de Satanás e incapaz de lidar com o peso de seus pecados, decide tirar a própria vida se enforcando em uma árvore (Atos 1:18).
Ou seja, Judas conviveu com Jesus, andou com Jesus e não conhecia Jesus em seu íntimo, e por isso deixou-se levar pelas artimanhas do diabo. Judas foi uma pessoa chamada, mas não quis ser uma pessoa escolhida.
“Mestre, quantas vezes devo perdoar uma pessoa que me ofende: até sete vezes?”. Essa pergunta é feita por Pedro, no evangelho de hoje, de Mateus 18,21-35. Jesus responde a Pedro e a todos nós: “não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete!”.
Qual foi a diferença entre o pecado de Pedro e o de Judas?
O pecado de Judas obviamente foi maior, pois ele entregou Jesus por pura malícia e ganância. Já o pecado de Pedro foi menor; foi um pecado de fraqueza, de falta de coragem e fortaleza diante da possibilidade de ele próprio ser também condenado à cruz. Pedro, então, vacilou e negou Jesus três vezes.
A Bíblia também inclui uma ideia poderosa: que Jesus sabia que ele o trairia porque isso era parte do plano divino para sua morte e ressurreição. Daí a famosa frase: “O que vais fazer, faça logo” (João, 13,27). Não que os demais apóstolos apareçam especialmente bem nos momentos finais de Jesus.
Há mais de dois mil anos, segundo a tradição católica e ortodoxa, Judas Iscariotes, um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, ao invés de proteger o mestre, por trinta moedas de prata entregou-o aos que tentavam capturá-lo e, assim, contribuiu diretamente para sua morte (Lucas 6: 13-16). Judas, arrependido, enforcou-se.
Se as versões do Evangelho segundo Mateus e do Evangelho segundo Marcos estabelecem a traição de Judas à possível ganância do discípulo – que teria traído o seu mestre, recebendo por isso a quantia de trinta moedas de prata, o Evangelho segundo Lucas e o Evangelho segundo João atribuem a traição a uma influência ...