Jonas ficou furioso porque Deus poupou aos ninivitas. Deus perguntou-lhe se era apropriado que ele ficasse com raiva (4:3). Ao fazer isso, Deus estava instruindo a Jonas a escolher uma perspectiva diferente, uma perspectiva do ponto de vista de Deus, uma perspectiva verdadeira.
Perceba, Jonas ficou irado porque Deus decidiu agir com misericórdia para com os ninivitas. E a sua ira foi tão grande que ele desejou morrer a ver a sobrevivência de Nínive.
Primeiro, Deus fez crescer uma planta para dar sombra para o profeta. Jonas ficou muito feliz com esse alívio do calor do deserto, mas, no dia seguinte, Deus mandou um verme para atacar a planta e um vento quente para secá-la. Quando a planta murchou e não deu mais sua sombra, Jonas ficou bravo.
Jonas queria servir à Deus do seu jeito, queria que Deus punisse o inimigo e Deus era muito mais misericordioso. Deus o corrigiu e mesmo assim ele não aprendeu, no final ele fica chateado que Deus salvou a cidade.
Jonas é o personagem central do livro de Jonas, no qual Deus ordena que ele vá à cidade de Nínive para profetizar contra ela "porque a sua maldade subiu até a minha presença", mas Jonas, em vez disso, tenta fugir da "presença do Senhor" indo para Jafa (às vezes transliterado como Jopa ou Jope) e navegando para Társis.
Deus queria um avivamento em Nínive, mas Jonas colocava suas necessidades à frente. Ele não queria estar no propósito de Deus, ele queria estar no seu próprio propósito. Nos navios de Tarsis, na suntuosidade, na riqueza, na ostentação, no foco dos holofotes e nas páginas sociais.
Qual o motivo da raiva de Jonas pelo povo de Nínive?
Quando Jonas recebeu essa missão, ele tentou fugir para Társis, como se pudesse escapar da ordem divina. Seu ódio pelos ninivitas estava tão enraizado que ele preferiu desobedecer a Deus a cumprir uma tarefa que ele considerava impossível e, mais ainda, injusta.
No entanto, no livro de Jonas, pode-se observar que o Senhor chama pessoas específicas para realizar tarefas específicas em diferentes partes do mundo. A partir disso, podemos inferir que missão não é uma questão de decidir quando, onde e como dinheiro e recursos podem ser melhor utilizados.
Mas, a aboboreira representa o REFRIGÉRIO que sua alma precisa para perdoar e voltar a amar. Seja planta e não lagarta – Jonas estava centrado nele mesmo, em suas convicções, suas crenças, em seus problemas. OBEDECER A DEUS NÃO SIGNIFICA HONRÁ-LO. Jonas obedeceu, mas não honrou a Deus.
Sua pregação é de destruição — a cidade seria destruída em 40 dias! —, mas o povo de Nínive se arrepende de seus pecados, e Deus decide não destruir a cidade. Ao invés de esta atitude do povo de Nínive e do próprio Deus levarem Jonas a se alegrar, tudo isso “deixou Jonas aborrecido e muito irado” (Jn 4.1).
No livro de Jonas, encontramos uma história fascinante sobre o chamado e propósito de Deus na vida de um homem. Jonas é chamado por Deus para pregar contra a cidade de Nínive, mas ele decide fugir da presença do Senhor. Essa decisão tem consequências tanto para a vida de Jonas quanto para aqueles ao seu redor.
Ele estava em conflito com a natureza compassiva e perdoadora de Deus, temendo que a graça divina pudesse absolver até mesmo os mais cruéis. Esta é a razão pela qual Jonas inicialmente fugiu de sua missão divina para Nínive.
A conversão dos habitantes de Nínive faz Javé rever sua posição e se decidir a não destruir a cidade. Por isso, Jonas sente grande desgosto e fica irado.
No entanto, Jonas não queria ir a Nínive. Ele sabia que o povo de Nínive era inimigo de seu povo e temia que se arrependessem e Deus os poupasse. Então, ele decidiu desobedecer a Deus e fugir.
Antes de tudo, Jonas, «um teimoso que quer ensinar a Deus o modo como as coisas devem ser feitas». De facto, «quando o Senhor o enviou a pregar a conversão à cidade de Nínive», ele partiu «de navio na direção oposta». Isto é: «Fugia da missão que Deus lhe confiara e entregara».
Ter fé quando as coisas estão completamente fora de controle, essa talvez seja a fé verdadeira", analisa. Para ele, a grande lição do livro é fazer pensar "na nossa relação com Deus", seja em tempos fáceis, seja em tempos difíceis.
O livro de Jonas fala-nos da desobediência, mas também de arrependimento e missão. Jonas não queria ir para Nínive, pois sabia que iria encontrar muitas dificuldades para o anúncio da palavra de Deus. Ele tomou o comando de sua vida indo para a Espanha, fugindo do chamado do Deus Eterno.
Assim como Jonas tinha amado a aboboreira e ficou triste quando ela secou, o Senhor amava o povo de Nínive muito mais e não queria que ele perecesse. Com esse relato aprendemos que para tornar-nos semelhantes ao Senhor, precisamos aprender a amar e a perdoar os outros como Ele o faz.
Trabalha-‐‑se a hipótese de que o peixe grande, no texto bíblico, seria marcado por uma função de constituição e manutenção da identidade, enquanto, no romance, o monstro apareceria como desconstrutor de sistemas de significação que pretendem ser imutáveis e herméticos.
Enquanto Jonas se senta sob seu abrigo fora de Nínive, Deus cria uma planta para fornecer sombra extra para ele, deixando-o muito feliz. Porém, quando Deus designa um verme para destruir a planta e um vento leste escaldante para fazer com que o sol bata na cabeça de Jonas, ele fica irritado e deseja morrer.
Ele ainda desprezava o povo daquela grande cidade e queixou-se da misericórdia e compaixão de Deus! Falou que não queria pregar ao povo exatamente por este motivo, pois poderiam aceitar a palavra para serem salvos.