Os cristãos tradicionalmente entendem a morte de Jesus na cruz como sendo um sacrifício proposital e consciente (dado que Jesus não tentou se defender em seus julgamentos), realizado por ele na figura de "agente de Deus" para redimir os pecados da humanidade e tornar a salvação possível.
"Basicamente, ele foi acusado de ser um impostor. Essa acusação veio dos líderes religiosos dos judeus que viviam ali nessa época que o apresentavam como um inimigo de César, como alguém que se apresentava como 'rei'", argumenta o vaticanista Filipe Domingues, vice-diretor do instituto católico Lay Centre de Roma.
A propiciação quer dizer que a morte de Jesus na cruz foi para satisfazer a justiça de Deus. Não quer dizer que a sua ira foi eliminada, mas que foi satisfeita. A morte de Jesus foi um Sacrifício (Ef 3.24; Ef 1.7).
Jesus é condenado como blasfemador (Mc 14,53-65). O caminho para a Cruz é um processo a respeito da verdade de Deus. Com a Cruz está decretado o fim da submissão do homem pelo homem em nome da religião, e até o sacrifício de vítimas perde o sentido religioso com o sacrifício na Cruz do próprio Filho de Deus.
Ele morreu como o Cordeiro de Deus, a expiação por toda a humanidade. Ele suportou o castigo de todos os nossos pecados e morreu, o justo pelos injustos. (Romanos 5:10; 2 Coríntios 5:21; 1 Pedro 3:18) Ele não apenas morreu fisicamente, mas experimentou a separação de Deus enquanto estava pendurado na cruz.
POR QUE JESUS CRISTO FOI SACRIFICADO? (A VERDADE) | PrimoCast 301
Qual o sentido da morte de Jesus na cruz?
Os cristãos tradicionalmente entendem a morte de Jesus na cruz como sendo um sacrifício proposital e consciente (dado que Jesus não tentou se defender em seus julgamentos), realizado por ele na figura de "agente de Deus" para redimir os pecados da humanidade e tornar a salvação possível.
Se Deus permitiu a entrada da morte no mundo foi para castigar o homem (lembrando que "castigo" nada mais é que um ato de amor de Deus para com o homem, de um pai zeloso para com seus filhos).
Jesus morreu por nós, por causa dos nossos pecados. É preciso que, nesta Semana Santa, façamos esta reflexão. O Senhor morreu para que saíssemos da escuridão da morte e nos limpássemos de todos os pecados. O Senhor deixou o explendor do céu para experimentar o vale de lágrimas da terra.
Jesus teria que sofrer, ser rejeitado e morrer e depois ressuscitar para salvar todo ser humano. Era necessário que Jesus sofresse. Esta é uma necessidade divina inevitável. Assim Jesus nos confronta com a dura realidade do mal em que o mundo está mergulhado.
Sua conclusão é que Jesus teve parada cardíaca em virtude da hipovolemia, ou seja, a diminuição considerável do volume sanguíneo depois de toda a tortura e das horas pregado na cruz. Teria morrido, portanto, de choque hemorrágico.
Porque, não sem fundamento, o antigo inimigo, em seu orgulho, reivindicava direitos de tirano sobre todos os homens e, não sem razão, oprimia sob seu domínio aqueles que ele tinha prendido ao serviço de sua vontade, depois que eles, por si mesmos, tinham desobedecido ao mandamento de Deus.
Jesus sofreu dores, doenças e tentações de toda espécie. Por nos conhecer perfeitamente, Ele pode nos “socorrer” e nos ajudar (ver Alma 7:11–12). O Salvador entende nossas enfermidades e dores (ver Isaías 53:2–5). Deus enviou Jesus para nos salvar por amar cada um de nós (ver João 3:16–17).
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”
Por causa do Seu imenso respeito por livre arbítrio, Deus teve de recuar e deixar Adão e Eva colher as conseqüências de suas ações. Todo o sofrimento, toda a dor, e cada lágrima que foi derramado sobre a terra ou é um resultado direto ou indireto do pecado.
É aqui que Jesus Cristo nos salva: Ele salva-nos ao aceitar livremente ser punido no nosso lugar. Assim, quando Cristo morreu pelos nossos pecados, Ele pagou a dívida de punição que os pecadores deviam a Deus.
Sua resposta é o silêncio. Um silêncio que é respeito por quem o despreza e, acima de tudo, compaixão e amor. Jesus apenas quebra o seu silêncio para dirigir-se a Deus com um grito desgarrador: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”. Não pede que o salve baixando da cruz.
O que iria acontecer se Jesus não fosse crucificado?
“Ao provocar os romanos, Jesus também colocou em risco as elites religiosas judaicas, que o entregaram para os romanos.” Caso não fosse entregue aos romanos, Jesus poderia ser acusado de blasfêmia por essa elite religiosa e talvez morresse apedrejado.
“Cristo poderia ter descido da cruz; mas, se tivesse feito isso, jamais poderíamos ser salvos. Por amor a nós, Ele Se dispôs a morrer.” (EGW, Vida de Jesus, p. 108)
Os Evangelhos Cristãos registram que Pilatos ordenou a crucificação de Jesus em algum momento de seu mandato; Josefo e o historiador romano Tácito também parecem ter registrado essa informação. Segundo Josefo, a sua destituição ocorreu porque ele reprimiu violentamente um movimento samaritano armado no Monte Gerizim.
De um modo misterioso para nós, o Sacrifício de Jesus satisfez a Justiça de Deus Pai, porque por seu sacrifício o plano original para a humanidade foi restaurado; a Justiça de Deus foi satisfeita; Alguém pagou o preço das nossas faltas, e agora podemos nos apresentar diante de Deus, reconciliados.
No julgamento perante o Sinédrio acusam-no de querer destruir o templo. Não se pode passar por alto sobre o que significava o templo de Jerusalém na configuração religiosa e política da Judéia; a afirmação do templo novo que substitui o antigo era uma blasfêmia que exigia o apedrejamento.
Logicamente, Jesus tinha certeza de que Deus estava com Ele, e sabia que era necessário Ele passar pela cruz, mas ele grita, numa forma de chamar a atenção de tantos corações insensíveis que de forma cruel entregaram o filho do homem.
Em Sua sabedoria, Deus permite que a grande controvérsia entre o bem e o mal tenha lugar diante do Universo. Ele concede a Satanás uma certa liberdade; permite que os seres humanos façam escolhas que às vezes causam sofrimento a si mesmos e a outros.
É durante a ressurreição que cada um de nós será julgado por Jesus, nosso Salvador. Esse julgamento final será feito com base em nossos desejos, ações e escolhas. Só Deus e Jesus conhecem perfeitamente nosso coração e nossa situação de vida, então somente Eles podem nos julgar com perfeição.