A batina é toda preta, com colarinho branco: o preto representa a morte para o mundo, e o branco, a pureza. Bispos usam batina preta, com filetes violáceos e faixa violácea.
O preto é a cor mais comum que vemos nas batinas dos sacerdotes e significa a morte e a renúncia. A cor violácea é para os bispos. A cor vermelha é para os cardeais.
O preto pode ser usado, onde for o costume, nas Missas pelos mortos. Denota um símbolo de luto, significando a tristeza da morte e a escuridão do sepulcro.
Qual o significado da roupa preta do padre na Igreja Católica?
E cada cor, peça ou bordado de roupa do clero não é à toa: conta a história da religião. Por baixo de tudo estão (não é o que você está pensando) a batina ou as roupas comuns. Ela é preta (que significa a morte para o mundo), tem 33 botões (a idade de Cristo) e 5 abotoaduras (as chagas de Jesus).
O vermelho significa o martírio de Cristo e dos Santos Mártires, que entregaram suas vidas por causa de Cristo. A cor branca representa a paz, a pureza e a ressurreição de Cristo. O roxo simboliza o luto da Igreja pelo sofrimento de Cristo, sendo utilizada no período da quaresma.
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Porque os padres usam cores diferentes?
As principais cores litúrgicas
É natural que o branco seja a cor dos paramentos nas missas das virgens e o vermelho a cor dos mártires. A Igreja ordena, por meio da lei litúrgica, a cor dos paramentos a serem usados por seus ministros sagrados no ofício do dia.
- A “roupa de coroinha preta” simboliza a dedicação e serviço dos coroinhas na igreja. Ela representa a humildade e a disposição em auxiliar o padre durante as celebrações religiosas.
A fascia preta é utilizada por padres, diáconos e seminaristas, enquanto a fascia de cor roxa é destinada aos bispos, protonotários, prelados e ao Capelão de Sua Santidade.
SIGNIFICADO DA BATINA: Trata-se de uma veste talar que normalmente possui 33 botões na parte da frente, numa referência aos 33 anos que Jesus esteve presente na Terra e mais 5 botões em cada manga, representando as cinco chagas recebidas na cruz do Calvário.
O preto, símbolo da morte e da renúncia, foi adotado por muitos. No século XI, quando o papa Gregório VII (1020-1085) passou a exigir seu uso, a batina preta já era o traje habitual dos padres. Na ocasião, o papa regulamentou o emprego de cores segundo a hierarquia do clero.
É neste dualismo que se expressa a cor preta que remete para a ausência de luz e, simbolicamente, de esperança na salvação. Mas é também a cor que indica o resultado da punição de Deus cuja justiça envia os descrentes e os pecadores para a eterna condenação, marcando-os com o sinal punitivo da cor preta.
Roxa: usado somente nos tempos do Advento e da Quaresma, também nas missas dos fiéis defuntos; Azul: nas memórias de Nossa Senhora; Preta: nas exéquias e funerais.
A legislação quanto ao uso da cor preta diz: "A cor preta pode usar-se, onde for costume, nas Missas de defuntos." Mesmo antes da reforma litúrgica promovida por Paulo VI havia uma concessão quanto à utilização dessa cor, uma vez alguns países tradicionalmente não adotam a cor preta como sendo a que representa o luto.
Outra dúvida comum é se o preto pode ser utilizado em casamentos durante o dia. Novamente, a resposta é sim! Ele pode ser utilizado, especialmente nas cerimônias no fim de tarde, em que a festa se estende para a noite.
A cor preta, símbolo do luto na cultura europeia (mas não nas culturas orientais e africanas), pode usar-se, onde for costume, nas Missas de defuntos (cf. IGMR 346 e). No III Domingo do Advento e no IV Domingo da Quaresma pode celebrar-se a Missa com vestes cor-de-rosa, alívio do roxo (cf.
Estola: A estola é uma faixa de tecido que o padre usa sobre os ombros, cruzando-a no peito se for diácono ou deixando-a reta se for presbítero ou bispo. Ela representa a autoridade sacerdotal e o jugo de Cristo.
Ao vestir a casula, o sacerdote é lembrado de sua identificação com Cristo, o Sumo Sacerdote, que se ofereceu em sacrifício pela salvação da humanidade. A casula, portanto, representa o amor de Deus manifestado no sacrifício de Cristo, um amor que envolve toda a humanidade, simbolizada pelo sacerdote que a veste.
Em religião, o hábito religioso é a veste religiosa usada por pessoas das comunidades monásticas ou conventual ou ordem religiosa ou congregação, nomeadamente os monges/monjas, os frades, as freiras e ainda alguns leigos consagrados que professaram votos religiosos ou vivem na comunidade monástica.
Nesse caso, pensando na manifestação do luto, o preto significa ausência, a falta da pessoa falecida. O significado simbólico que se manifesta ao usar preto sugere que, apesar do conhecimento que a vida continuará, aquele momento é reservado para lidar com a perda e o luto.
E o rosa ou róseo, os padres usam no 4.º domingo da Quaresma e no 3.º domingo do Advento. Somente nestas ocasiões, por isso, é mais peculiar. O padre usa rosa para nos recordar que a temporada de preparação está chegando ao fim e a grande festa se aproxima.
Nas Missas votivas deve-se usar a cor conveniente à Missa que se celebra; mas nas votivas rezadas de 4ª classe (não conventuais), pode-se usar também a cor do ofício do dia, salvo o roxo e o preto que se usam unicamente nas Missas competentes (R. g. M. 323).
5º Art. – O coroinha acolito e cerimoniario não pode fazer fofocas, não pode namorar ou atitudes que prejudique o seu comportamento ou a conduta do grupo e da igreja são atitudes que levará o coroinha deixar o grupo.
Antes da consagração é chamada partícula. O padre usa uma hóstia maior apenas para que os fiéis enxerguem de longe. Resina aromática extraída de diferentes árvores. É queimado em determinadas celebrações: missa solenes, adorações ao Santíssimo Sacramento.
Os acólitos realizam as mesmas tarefas que um coroinha sendo a diferença entre eles a idade e a forma como são admitidos. Enquanto o coroinha pode ser instituído pelo padre, o acólito o será pelo bispo.