Por que os ingleses colonizaram os Estados Unidos?
Os colonos visavam aos lucros na comercialização dos produtos agrícolas que eram vendidos na Europa. Esse tipo de colonização foi semelhante ao das colônias portuguesas, que eram utilizadas com a finalidade de fornecer riquezas para os colonizadores através, por exemplo, da prática do trabalho escravo.
A razão que levou a Inglaterra a tentar a colonização da América do Norte não foi a ambição de tornar-se um Império Colonial, mas o interesse no comércio e na superpopulação da nação, pois muitas pessoas buscaram o Novo Mundo em busca da liberdade religiosa.
O que levou os ingleses a colonizar as terras americanas?
Então, o modelo de colonização criado pela Inglaterra na América do Norte foi essencialmente de povoamento, isto é, seu foco não era a exploração mineral ou agrícola, mas a expansão da civilização inglesa para o continente americano.
Quais foram os principais motivos que levaram à colonização dos Estados Unidos?
Os Estados Unidos surgiram em um modelo republicano e federalista, tendo nos ideais iluministas a sua grande referência. Esses ideais fizeram os colonos defenderem as liberdades individuais e o livre comércio, por exemplo.
Quem vivia nos Estados Unidos antes da colonização?
Entre as nações indígenas dos Estados Unidos, destacam-se os iroqueses, os algonquinos, os hurões, os sioux, os apaches, os uto-astecas, os havaianos e os esquimós. Estas famílias indígenas estavam, por sua vez, divididas em várias tribos menores.
Esses imigrantes partilhavam da fé puritana (resultante do calvinismo que se desenvolveu na Inglaterra) e, assim como os católicos ingleses, eram perseguidos, no século XVII, pela monarquia absolutista anglicana. Essas perseguições acabaram por levá-los a sair dos domínios britânicos.
A perseguição religiosa aos puritanos, os calvinistas ingleses, principalmente depois da criação do anglicanismo com Henrique VIII, levou-os a se deslocarem para a América. O objetivo era criar espaços de vivência onde podiam exercer livremente seus preceitos religiosos.
Se pensava que o primeiro explorador europeu a desembarcar em terras americanas fora o italiano Giovanni Caboto, explorando a serviço da Inglaterra, na atual Nova Iorque. No entanto, hoje sabe-se que os primeiros europeus a pisarem em terras estadunidenses foram os exploradores viquingues.
Pois todo o comércio estava no litoral. E para os Europeus, era mais interessante manter relações comerciais com os reinos locais, do que tentar colonizar a região.
O que impulsionou a colonização inglesa na América?
No governo da rainha Elizabeth I (1558 – 1603), a Inglaterra ingressou na economia mercantilista ao investir na construção de novas embarcações e no comércio marítimo. Nesse contexto, a pirataria se tornou uma importante fonte de lucros sustentada no assalto de navios espanhóis que saíam do Caribe com destino à Europa.
A diferença entre nortistas e sulistas tinha origem no processo de desenvolvimento de cada uma destas regiões. Enquanto o sul prosperava à custa do trabalho escravo e da exportação de matéria-prima para a Europa, o norte privilegiou o trabalho assalariado e a articulação de um poderoso comércio. Não pare agora...
Maioria dos puritanos ingleses não queriam se separar da Igreja Anglicana, mas os primeiros a emigrar foram os que queriam estabelecer congregações separadas, o que não era permitido no solo da Inglaterra. Esses separatistas estabeleceram Igrejas Congregacionais.
O que motivou a vinda dos ingleses para a América?
Os colonos visavam aos lucros na comercialização dos produtos agrícolas que eram vendidos na Europa. Esse tipo de colonização foi semelhante ao das colônias portuguesas, que eram utilizadas com a finalidade de fornecer riquezas para os colonizadores através, por exemplo, da prática do trabalho escravo.
A Doutrina Monroe tinha como objetivos a não interferência dos países europeus nos países americanos e que nenhuma nação americana fosse recolonizada. Defendia, também, a não intervenção nos assuntos internos dos países americanos e a não intervenção dos Estados Unidos nos conflitos entre os países europeus.
As colónias americanas estendiam-se para oeste em busca de novas terras para agricultura. Durante a Guerra dos Sete Anos, os ingleses venceram os franceses e ficaram com a Nova França em 1760, o que converteria a Inglaterra em dona de quase toda a América do Norte.
Mayflower (em português: "flor de maio") foi o famoso navio que, em 1620, transportou os chamados Peregrinos, do porto de Southampton, Inglaterra, para o Novo Mundo.
São eles: Andorra, Bielorrússia, Bolívia, Burundi, Chade, Congo, Costa do Marfim, Guatemala, Ilhas Marshall, Liechtenstein, Luxemburgo, Mali, Mônaco, Mongólia, Paraguai, Quirguistão, República Centro-Africana, São Tomé e Príncipe, Suécia, Tajiquistão, Uzbequistão e Vaticano.
Qual a diferença entre a colonização inglesa e portuguesa?
Daí dá para perceber que a colonização inglesa foi muito diferente da colonização portuguesa, por exemplo. A primeira resultou no desenvolvimento e autonomia das colônias, já a segunda, que só se preocupava em explorar e garantir o lucro, tornou as colônias cada vez mais dependentes da metrópole.
Eles mantinham muitas das mesmas crenças religiosas puritanas calvinistas, mas, ao contrário da maioria dos outros puritanos, eles sustentavam que suas congregações deveriam se separar da igreja estatal inglesa, o que os levou a serem rotulados como separatistas.
Era uma espécie de acordo de princípio democrático ou de embrião de constituição para o funcionamento da nova colónia, no qual ficou declarada a fidelidade ao rei de Inglaterra e o compromisso de todos obedecerem às leis justas e igualitárias que fossem aprovadas pela maioria.
A chegada do Mayflower desencadeou séculos de invasões, guerras e doenças que mataram dezenas de milhões de indígenas. O genocídio e a discriminação deixaram marcas ainda visíveis em todo o continente.