O seu nome é derivado da deusa romana Juno, mulher do deus Júpiter. Junho contém o solstício de verão no hemisfério norte, o dia com mais horas de luz do dia, e o solstício de inverno no hemisfério sul, o dia com menos horas de luz do dia (excluindo as regiões polares em ambos os casos).
Junho é o sexto mês do calendário gregoriano, tem trinta dias e recebeu o nome da mulher do deus romano Júpiter. Junho faz alusão a Juno, deusa romana protetora das mulheres, do casamento e da maternidade. O nome do mês pode ser também uma referência a Júnio Bruto, fundador da República Romana.
Os romanos não davam nome apenas para os meses, mas também para alguns dias especiais. O primeiro de cada mês se chamava Calendae e significava "dia de pagar as contas" - daí a origem da palavra calendário, "livro de contas". Idus marcava o meio do mês, e Nonae correspondia ao nono dia antes de Idus.
Junho: Era uma homenagem a deusa Juno que era protetora da família e dos partos. Também pode ter derivado do clã romano junius. Julho: No calendário romano, o primeiro, esse mês era chamado quintilis, porque era o quinto mês. Séculos depois foi rebatizado em homenagem ao imperador Julius Caesar.
No primitivo calendário romano, que tinha dez meses no total e começava em março, junho era o quarto mês do ano. Depois, com a introdução dos meses de janeiro e fevereiro, por volta do século II A.C., o mês passou a ocupar a sexta posição no calendário, que mantém até hoje.
O calendário que usamos origina-se de Roma. Numa Pompílio, o segundo rei romano, promoveu a reforma do calendário dotando-o de doze meses em lugar dos dez que tinha até então.
Ignora-se como os hebreus dividiam o ano, mas depreende-se que já utilizavam a semana, visto que seguiam o mesmo princípio para contar os anos, agrupando-os em septanas ou semanas de "sete anos". Pelo contrário, os egípcios dividiam o ano em 12 meses de 30 dias e cada mês em três décadas.
Agosto (do latim: augustus) é o oitavo mês do calendário gregoriano. É assim chamado por decreto em honra do Imperador César Augusto. Antes dessa mudança, agosto era denominado Sextilis ou Sextil, visto que era o sexto mês no calendário de Rômulo.
Maio é o quinto mês do calendário gregoriano, tem trinta e um dias e herdou o nome de uma deusa. Maio vem de Maia, divindade romana que era celebrada nesta época. Deusa da terra e das flores, Maia é responsável pelo crescimento das plantas que nasceram na primavera.
Abril é o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. Abril deriva do latim “aperire” e refere-se ao abrir das flores na Primavera. No Hemisfério Norte é a época em que a natureza se renova e mostra a sua beleza.
O nome provém do latim Ianuarius, décimo-primeiro mês do calendário de Numa Pompílio, o qual era uma homenagem a Jano, deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o futuro.
O nome "março" surgiu na Roma Antiga, quando era o primeiro mês do ano e chamava-se Martius, de Marte, o deus romano da guerra. Em Roma, onde o clima é mediterrânico, março é o primeiro mês da primavera, um evento lógico para se iniciar um novo ano, bem como para que se comece a temporada das campanhas militares.
Setembro deve o seu nome à palavra latina septem (sete), dado que era o sétimo mês do calendário romano, que originalmente começava em Março. Procure por setembro no Wikcionário, o dicionário livre.
1 Cada uma das 12 divisões do ano solar, sendo quatro (abril, junho, setembro e novembro) com 30 dias, sete (janeiro, março, maio, julho, agosto, outubro e dezembro) com 31 dias e o único mês, fevereiro, com 28 dias (ou 29 dias, nos anos bissextos): “O indicador de unha suja de tinta de máquina de escrever percorre os ...
O seu nome deriva de februarius, que significa purificação. Em honra a Plutão, deus dos infernos, dos mortos e dos enfermos, surgiram rituais, os februare, que deram origem à festa da Purificação, comemorada a 2 de fevereiro, também conhecida por festa da Candelária ou festa das Candeias.
Novembro vem do latim “Novem”, que significa nove. O nome tem origem na posição que ocupava no antigo calendário romano. O nono mês do ano. O calendário foi alterado por Numa Pompílio e mais tarde por Júlio César.
Os romanos associavam cada ano à data de fundação da cidade. Assim, o ano moderno 753 a.C. era considerado o ano 1 na Roma antiga. O calendário inicial possuía seis meses de 30 dias e quatro meses de 31 dias.
O sucessor de Júlio César, o imperador Augusto, também queria deixar sua marca no calendário. Assim, ele fez uma mudança no mês Sextilis. Para igualar a duração de seu mês com a de julho, Augusto acrescentou um dia, retirado de fevereiro, aumentando o número de dias para 31.
O primeiro calendário solar surgiu com os egípcios por volta de 3000 a.C., com uma medição de 365 dias. Atualmente seguimos o chamado calendário gregoriano, que foi criado em 1582 pelo Papa Gregório XIII (1502 – 1585) — daí o nome “gregoriano”.
Abril é o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão.
Setembro é chamado assim porque era o sétimo mês do antigo calendário romano, portanto anterior à grande reforma promulgada por Júlio César. Esta marca no nome do mês manteve-se nos séculos seguintes, mesmo quando - com a inclusão de Janeiro e Fevereiro como primeiro e segundo mês do ano - setembro passou a ser o nono.
Fevereiro tem 28 dias devido a uma combinação de fatores históricos e culturais, remontando à Roma Antiga. Originalmente, Rômulo, o primeiro rei romano, criou um calendário de 10 meses com alternância de 30 ou 31 dias, totalizando 304 dias. No entanto, isso não correspondia ao ano lunar, que tem cerca de 355 dias.