A inclusão de um dia foi feita para aproximar o calendário ao movimento de translação da Terra, tempo que o planeta leva para dar a volta no Sol, que é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Essas horas que ultrapassam os 365 dias são compensadas a cada quatro anos, no dia 29 de fevereiro.
Com a reforma de Júlio César e depois do Papa Gregório XIII, fevereiro ganha um dia extra a cada quatro anos, nos anos bissextos, para alinhar o calendário civil ao ano solar. Em 2025, fevereiro tem um total de 28 dias, como acontece em anos comuns.
O dia 31 de fevereiro (AO 1945: 31 de Fevereiro) é uma data fictícia usada para um evento imaginário, como, por exemplo, o dia de São Nunca. Lápide no cemitério do templo da antiga missão em Upper Sandusky, Ohio, mostra a data da morte de Christiana Haag: 31 de fevereiro de 1869.
O dia 30 de fevereiro (AO 1945: 30 de Fevereiro) existiu somente em três vezes na história, em contrapartida de fevereiro ser um mês com 28 dias no calendário gregoriano (29 em anos bissextos).
Como números pares eram sinônimo de azar para os romanos, todo mês tinha 29 ou 31 dias. Mas, para chegar à conta de 355 dias, um dos meses tinha que terminar em um número par. Fevereiro foi o escolhido para ser o mês azarado, com 28 dias.
Como o calendário juliano exigia um dia adicional a cada quatro anos, os romanos decidiram que esse dia seria em fevereiro, que na época era o último mês do ano. O nome bissexto vem do latim "ante diem bis sextum Kalendas Martias" ("o sexto dia antes das Calendas de Março"), ou seja, o dia 24 de fevereiro.
É justamente o fato de sua origem ser o último mês do ano que faz com que ele tenha a duração de 28 dias, a não ser em anos bissextos, em que é adicionado um dia a este mês.
O que aconteceu com o mês de fevereiro quando o ano é bissexto?
Em 2024, fevereiro, o mês mais breve do ano com 28 dias, será marcado por um acréscimo de mais 24 horas em sua contagem. Isso ocorre por conta do fenômeno astronômico do ano bissexto, quando, a cada quatro anos, é acrescido um dia a mais no ano, dando origem ao raro 29 de fevereiro.
Ignora-se como os hebreus dividiam o ano, mas depreende-se que já utilizavam a semana, visto que seguiam o mesmo princípio para contar os anos, agrupando-os em septanas ou semanas de "sete anos". Pelo contrário, os egípcios dividiam o ano em 12 meses de 30 dias e cada mês em três décadas.
“No dia de São Nunca” é uma expressão designativa de um evento que, ao que tudo indica, nunca se efetivará. Costuma vir reforçada com “à tarde”, no final da locução, assim; Dia de São Nunca, à tarde. Seria como um 30 de fevereiro, embora, historicamente, já tenha existido a data 30 de fevereiro.
No atual calendário, o mês de fevereiro pode ter 29 dias em anos bissextos, sendo essa alteração uma necessidade para atualizar uma defasagem que se acumula a cada quatro anos. Só são bissextos os anos divisíveis por quatro, e, no caso de anos encerrados em 00, considera-se apenas os anos divisíveis por 400.
Como 30 de fevereiro não existe, tornou-se conhecido como o “dia de São Nunca”, um santo fictício, criado para representar o dia que nunca vai chegar. Mas o mês também conta com várias datas importantes e dias dedicados a santidades de destaque.
Antigamente, a mudança da data de nascimento nesta circunstância era comum, mas desde 2012 uma lei federal determina que os cartórios registrem a data real de nascimento nos documentos do recém-nascido. Portanto, para quem nasce em 29 de fevereiro, o aniversário ocorre apenas a cada quatro anos.
Existiu! Primeiro foi na Suécia. Em 1700, o país pretendia adotar o calendário gregoriano, mas, para não fazer como o Papa e simplesmente ignorar dez dias, decidiu-se por uma medida bem mais suave: abolir todos os anos bissextos entre 1700 e 1740.
Julho: No calendário romano, o primeiro, esse mês era chamado quintilis, porque era o quinto mês. Séculos depois foi rebatizado em homenagem ao imperador Julius Caesar. Agosto: No primeiro calendário ele se chamava sextilis, porque era o sexto mês. Também foi rebatizado em homenagem ao imperador Augusto.
Nascidos na data contam como comemoram o aniversário, que, oficialmente, só existe a cada quatro anos. 2024 é um ano bissexto e, por isso, tem um dia a mais no calendário de fevereiro.
O nome bissexto vem da forma de contagem do mês entre os romanos. O mês era dividido em três partes: as calendas eram os primeiros dias; as nonas, os dias intermediários; e os idos, os dias finais. O dia acrescentado era o bis sextus ante kalendas martias, em latim.