Ele estava em conflito com a natureza compassiva e perdoadora de Deus, temendo que a graça divina pudesse absolver até mesmo os mais cruéis. Esta é a razão pela qual Jonas inicialmente fugiu de sua missão divina para Nínive.
Deus não destruiu Nínive porque claramente se arrependeram, basta ler a Bíblia, é bem clara nesse sentido. Deus deu a Nínive a oportunidade de se arrepender, como faz conosco. Deus escolhe os pecadores, os sãos não precisam de médico, como nos diz Jesus.
Nínive foi o alvo das palavras de Jonas e de Naum; porém o encargo de Jonas foi exatamente oposto ao encargo de Naum. Deus queria salvar os ninivitas e para isso enviou o profeta Jonas a fim de adverti-los sobre o juízo divino que viria sobre eles caso não se arrependessem de suas maldades.
Todos os filhos de Deus precisam ouvir o evangelho.
Nínive fazia parte do império assírio, um inimigo de Israel conhecido por sua violência e crueldade. Para Jonas, provavelmente parecia impossível que o povo de Nínive estivesse pronto para aceitar a palavra de Deus e se arrepender.
QUEM ERAM OS NINIVITAS: A HISTÓRIA DO POVO DA CIDADE DE NÍNIVE
Por que Nínive era importante para Deus?
De acordo com as escrituras, Nínive foi também o lugar onde Senaqueribe morreu nas mãos de seus dois filhos,após derrota de seu numeroso exercito,segundo a Bíblia por apenas um anjo enviado por Deus [2Cr 32:21] seus filhos fugiram para a terra de Ararate.
Qual o motivo da raiva de Jonas pelo povo de Nínive?
Quando Jonas recebeu essa missão, ele tentou fugir para Társis, como se pudesse escapar da ordem divina. Seu ódio pelos ninivitas estava tão enraizado que ele preferiu desobedecer a Deus a cumprir uma tarefa que ele considerava impossível e, mais ainda, injusta.
Quando Deus disse de Nínive que “sua malícia subiu até mim” (Jonas 1:2), foi a mesma linguagem usada para explicar para Abraão o motivo da destruição total de Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:20-21). A surpresa foi na oportunidade que Deus concederia para o arrependimento dos ninivitas.
O profeta Naum, cujo nome significa "conforto" ou "consolação", entregou uma mensagem de destruição iminente para Nínive, oferecendo conforto a Judá e outras nações que sofreram sob a opressão assíria. A profecia de Naum, registrada no livro de Naum, é um anúncio vívido e poético da destruição de Nínive.
Nínive era grande em pecado. Nínive foi uma cidade marcada pela malícia (1.2), pela corrupção moral (3.8) e pela violência (3.8). Os ninivitas eram sanguinários e cruéis. Eles despedaçavam suas vítimas sem qualquer piedade.
2 – Por que Jonas se recusou a pregar?: Para entender a razão porque Jonas tentou fugir do compromisso de pregar a Nínive, é preciso saber que o povo dessa cidade era guerreiro, extremamente cruel, violento e avassalador. Os ninivitas, portanto, representavam uma séria ameaça e um tremendo perigo para Israel.
Capital do reino da Assíria, na margem esquerda do rio Tigre, na antiga Mesopotâmia, Nínive, cujo nome significava "bela", encontra-se próxima da atual cidade de Mossul, no norte do Iraque. Na Bíblia, Jonas é enviado a Nínive para converter o seu povo e, assim evitar a sua destruição (Jonas, 3, 1-10).
Quando o sol nasceu, Deus fez soprar um vento leste muito quente. O sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que ele quase desmaiou. Então pediu para morrer, dizendo: — Para mim é melhor morrer do que viver!
De acordo com o relato bíblico o profeta teria recebido orientação divina para se dirigir à cidade de Nínive a fim de clamar contra o seu pecado, em nome do Deus de Israel: “Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença” (Jonas 1:2).
Deus queria resgatar pessoas que estavam na escuridão e no pecado. Assim, Deus interveio, levando Seu conhecimento a Nínive, não para condenar, mas para salvar. O texto diz que parecia ser um decreto de morte para toda a população de Nínive, mas Jonas sabia que estava levando a salvação.
Nínive (atual Mosul, no Iraque) foi uma das maiores e mais antigas cidades da antiguidade. A área foi colonizada em 6000 a.C e, em 3000, tornou-se um importante centro religioso para a adoração da deusa Ishtar.
Jonas começou a percorrer a cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: — Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída. Os ninivitas creram em Deus. Proclamaram um jejum e vestiram roupa feita de pano de saco, desde o maior até o menor.
As áreas de pátria assírias indígenas são "parte do norte do Iraque de hoje, sudeste da Turquia, noroeste do Irã e nordeste da Síria". As comunidades assírias que ainda restam na pátria assíria estão na Síria (400.000), Iraque (300.000), Irã (20.000), e na Turquia (15.000–25.100).
Nínive era a capital do grande império da Assíria, nação inimiga mortal do povo de Israel. Era um centro de crime e impiedade. Naum 3.1 diz que Nínive era cidade ensanguentada, toda cheia de mentiras. Ir a Nínive significava se deslocar oitocentos quilômetros para o nordeste através do deserto.
Jonas é o personagem central do livro de Jonas, no qual Deus ordena que ele vá à cidade de Nínive para profetizar contra ela "porque a sua maldade subiu até a minha presença", mas Jonas, em vez disso, tenta fugir da "presença do Senhor" indo para Jafa (às vezes transliterado como Jopa ou Jope) e navegando para Társis.
A batalha de Nínive de 612 a.C., também conhecida como a Queda de Nínive, era um conflito militar que decretava o fim da capital assíria Nínive, invadida pelos babilônios, e a morte de Sinsariscum ( r. 626/623–612 a.C.) da Assíria. Os babilônios haviam contado com a ajuda dos medos para aniquilar a cidade.
Jonas ficou furioso porque Deus poupou aos ninivitas. Deus perguntou-lhe se era apropriado que ele ficasse com raiva (4:3). Ao fazer isso, Deus estava instruindo a Jonas a escolher uma perspectiva diferente, uma perspectiva do ponto de vista de Deus, uma perspectiva verdadeira.