Sou negra como as barracas do deserto, como as cortinas do palácio de Salomão", diz a rainha, no quinto versículo do primeiro livro de Cantares. A produção também optou por chamar a personagem pelo seu nome etíope, Makeda, reforçando a origem dela no Chifre da África.
E ficou chocado ao descobrir que em muitas pinturas da visita do Antigo Testamento ao Rei Salomão a rainha de Sheba - um outro nome para Saba - era apresentada como uma mulher branca.
A localização deste reino pode ter incluído os actuais territórios da Etiópia e do Iémen. Conhecida entre os povos etíopes como Makeda, esta rainha recebeu diferentes nomes ao longo dos tempos. Para o rei Salomão de Israel ela era a "rainha de Sabá". Na tradição islâmica ela era Balkis ou Bilkis.
Ela entregou ao rei os presentes que havia trazido: mais de quatro mil quilos de ouro e uma grande quantidade de especiarias e de pedras preciosas. Nunca houve especiarias tão finas como as que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.
No caso da rainha de Sabá, a ênfase é colocada na sua peregrinação até Jerusalém para ouvir a sabedoria de Salomão (th. n sofi,an Solomw/noj). Ora, no contexto de 1 Reis 10 observamos que ela não mais estava satisfeita em ouvir a respeito da sabedoria e decidiu que precisava ouvir a sabedoria em pessoa.
A rainha lhe propôs um enigma: Conduziu-o até um dos aposentos do seu palácio, que os artesãos haviam enchido de flores artificiais. Era como se, num prado maravilhoso, flores das mais variadas espécies e dos mais diferentes aromas oscilassem suavemente ao sabor de uma brisa.
Ester (em hebraico : אסתר), também conhecida como Hadassa bat Avihail, é a heroína homônima do Livro de Ester, incluído na Bíblia Hebraica. Ela foi esposa do rei persa Assuero (identificado como Xerxes I). Queen Esther, por Edwin Long de 1878.
Os principais textos cristãos afirmam que a rainha de Sabá passou apenas uma temporada em Israel, retornando para o seu reino após ter sido desposada por Salomão. Um relato que reúne as principais crenças e tradições da Etiópia, o Glória dos Reis, afirma que Makeda realmente teve um filho do monarca.
A Rainha de Sabá deu a Salomão um filho chamado Menelik. Segundo o "Kebre-Negast", alguns mais mais tarde, Menelik visitou o seu pai em Israel e, de volta à Etiópia, levou consigo a Arca da Aliança, uma relíquia sagrada que guardava os Dez Mandamentos.
Lucas 11:31-43 Bíblia Sagrada, Nova Versão Transformadora (NVT) “A rainha de Sabá se levantará contra esta geração no dia do juízo e a condenará, pois veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão; e vocês têm à sua frente alguém maior que Salomão!
Onde fica o reino de Sabá? Sabá significa Sul e indica uma região que era conhecida como Arábia Feliz e hoje está no território do Iêmen. O reino atravessava o Golfo de Aden e o Mar Vermelho, ocupando terras que hoje fazem parte da Eritreia, da Etiópia, do Djibouti e da Somália.
Segundo a Bíblia, impressionada com a sabedoria e a cultura do rei, a rainha teria se convertido ao judaísmo, introduzindo essa religião, mais tarde, em seu próprio reino.
Makeda significa grandiosa e era o nome da rainha do Reino de Sabá, na região onde hoje estão a Etiópia e o Iêmen, que teria vivido [a rainha] no século X antes de Cristo.
O rei escolhe dentre tantas mulheres lindas uma jovem negra que era considerada a mais bela. Ester era uma israelita que mexeu com o rei desde o primeiro contato. Ela se tornou rainha entrando no lugar de Vasti. Como rainha não poderia aparecer diante o rei sem que fosse chamada.
Bilquis - Rainha de Sabá,, de acordo com a Bíblia. Acredita-se também que seja meia-jinn. Ela surge como uma prostituta que devora homens através da sua vagina. Mama-Ji - Kali, a deusa hindu do tempo e da destruição.
A mulher negra, na Bíblia, tem como símbolo, Sulamita, ou a Rainha de Sabá, que manteve intenso amor com Salomão, cujo relacionamento é descrito em detalhes em ” O Cântico dos Cânticos”.
Luneta da Capela Sistina mencionando o nome de Roboão e seu filho Abias. Roboão teve dezoito mulheres e sessenta concubinas, e teve vinte e oito filhos e sessenta filhas. Dentre suas esposas, a Bíblia menciona: Maalate, filha de Jerimote, filho de Davi e Abiail.
A Bíblia Cristã deixa claro que Sulamita foi o grande amor da vida de Salomão (Guilherme Dellorto). O nome, porém, faz referência à origem dela --o povo de Suném-- que é justamente a mesma de Abisague (Barbara França) em Reis.
Roboão reinaria unicamente sobre as tribos de Judá e Benjamim, num reino que passaria a chamar-se de Reino de Judá. Depois de ser aclamado rei pelas dez Tribos em Siquém, Jeroboão escolheu esta cidade como capital, na região montanhosa de Efraim, mas depois mudou a capital para Peniel.
Nos últimos anos da vida de Salomão, ele desobedeceu aos mandamentos do Senhor casando-se com muitas mulheres fora do convênio. Algumas das esposas de Salomão o incentivaram a adorar ídolos e afastar seu coração do Senhor. Depois da morte de Salomão, seu filho Roboão decidiu aumentar as imposições ao povo.
Por sua vez, Salomão ficou abalado com a beleza de Makeda e tentou retê-la no seu reino. Para tal, imaginou uma mentira que obrigou a rainha a permanecer em Jerusalém e permitiu que Salomão se deitasse com ela. Dessa união, nasceu um filho chamado Baina-lehkem, que foi reconhecido pelo seu pai.
De acordo com a tradição judaico-cristã, Ester teria morrido de causas naturais já de idade avançada. Ela teria sido enterrada em uma região que hoje faz parte do Irã, no sudoeste da Ásia. Há alguns relatos, transmitidos principalmente por via oral, de que a rainha teria sido assassinada por inimigos do povo judeu.
Em vez de recusar porque ela valorizava a si mesma, os proponentes dessa leitura a vêem como alguém que pensava que ela era melhor do que todos os outros e, portanto, recusou o comando do rei Assuero porque era presunçosa.