A maçã é considerada um pseudofruto porque é dentro dela que está o fruto verdadeiro da macieira. Como assim? Quando você divide a maçã ao meio e vê onde ficam depositadas as sementes, essa é a parte considerada o fruto verdadeiro da macieira. A pera e o caju também são considerados pseudofrutos.
Entretanto, não podemos generalizar, pois frutas como maçã, caju e morango, na realidade, não são frutos verdadeiros, são um fruto acessório, também conhecido como pseudofruto. Nesse caso, temos um fruto cuja parte carnosa é derivada, em grande parte ou completamente, de tecidos que não são do ovário.
Uma outra versão também corrente entre pesquisadores é a de que a fruta acabou sendo chamada de maçã por causa de uma confusão entre as palavras malus - do latim, significando mal - com malum - do grego antigo, que significava maçã. Fato é que a fruta tornou-se símbolo de pecado e tentação.
E para Adão Deus disse o seguinte: — Você fez o que a sua mulher disse e comeu a fruta da árvore que eu o proibi de comer. Por causa do que você fez, a terra será maldita.
A maçã também está ligada ao simbolismo da árvore, eixo do mundo, associada à cruz e a Cristo. Como se acreditava que o conhecimento vinha do alto, uma metáfora era a arbor inversa, cujas raízes estão no céu, sendo Cristo o mais belo fruto enviado pelo céu (Deus) à terra (Maria).
Tinham unicamente a proibição de Deus de não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois ele os levaria à morte. O interessante é que Adão e Eva comem, mas não conhecem a morte.
A Árvore do Bem e do Mal figura na Bíblia como um simbolismo colocado, sob forma física, a Adão e Eva, onde a aceitação desta (isto é, o comer do seu fruto) seria o "assinar embaixo" da humanidade em aceitar o pecado, enquanto que o não-fazê-lo seria o aceitar estar com Deus.
Na mitologia bíblica, Adão e Eva são expulsos do paraíso logo após comer um fruto proibido. A fruta é historicamente conhecida como uma maçã e faz sua aparição dessa forma tanto em relatos modernos como em peças de arte de séculos atrás. Entretanto, o texto original não confirma que o fruto era uma maçã.
Em um momento de descontração com Adão, Eva se separa do homem e encontra uma serpente que a convence de que não haveria problemas caso ela pegasse um dos frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal para comer. Então, ela pega um dos frutos e come.
Gênesis 2:16-17 Bíblia Sagrada, Nova Versão Transformadora (NVT) mas o SENHOR Deus lhe ordenou: “Coma à vontade dos frutos de todas as árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Se você comer desse fruto, com certeza morrerá”.
Abacaxi, morango e figo são frutas, certo? Errado! Eles são infrutescência: resultado da fusão de várias flores que, após serem fecundadas, se juntam em um único fruto ou infrutescência.
O pepino é o fruto do pepineiro (Cucumis sativus), uma hortaliça pertencente à família Cucurbitácea (Cucurbitaceae), da qual fazem parte abóbora, abobrinha, melão, chuchu, melancia e maxixe. O fruto do pepineiro é frequentemente (e erroneamente) chamado de legume e até mesmo de verdura.
Um fruto verdadeiro é originário do ovário de uma planta, e que fica no interior de sua flor. Já o falso fruto é gerado de um tecido vegetal próximo à flor, e que, consequentemente, sustenta o fruto verdadeiro. A maçã é o pseudofruto, mas dentro dela está o fruto verdadeiro da macieira.
Simbologia. No relato bíblico da criação o mundo, no livro do Gênesis, Eva desobedece a ordem de não comer o fruto da frondosa árvore do paraíso. Experimenta, gosta e acaba oferecendo-a a Adão. A fruta acabou sendo descrita como maçã.
A Linguagem adâmica é, de acordo com o Judaísmo (registrado no Midrash) e alguns cristãos, a língua falada por Adão (e, possivelmente, por Eva) no Jardim do Éden.
O Pecado Original marca a desobediência que transformou a relação entre a humanidade e Deus. De acordo com o relato do Gênesis, Adão e Eva, persuadidos pela serpente, escolheram comer do fruto proibido, desafiando diretamente a ordem divina.
Na mitologia céltica, esta fruta simboliza a magia, a imortalidade e o conhecimento. Para os medievais era confortante o sentido da maçã como Ilha dos Bem-aventurados, possibilitando o acesso dos indivíduos num mundo semelhante ao paraíso e que se localizava paralelamente ao mundo terreno.
Como Adão e Eva comeram do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, o Senhor expulsou-os do Jardim do Éden para o mundo. Sua condição física mudou como resultado de haverem comido o fruto proibido. Como Deus havia falado, eles se tornaram mortais.
Ela desafia Adão e Eva a confiarem na definição de bem e mal de Deus, em vez de confiarem em seu próprio julgamento. Quando escolhem comer o fruto, eles essencialmente decidem definir a moralidade em seus próprios termos, independentemente da orientação de Deus.
Deus queria que o amor dos seres humanos para com Ele fosse por livre e espontânea vontade, e não algo imposto. Como um fruto tinha o poder de trazer tanto mal? É importante entender que foi o ato de desobediência que abriu os olhos de Adão e Eva para o mal, não o fruto em si.