A circuncisão é uma cirurgia para retirar prepúcio nos homens, que é a pele que recobre a cabeça do pênis, e normalmente é indicada para corrigir a fimose, diminuir o risco de infecções urinárias ou no pênis e, em alguns casos, tratar a parafimose.
Deus instituiu este ato para distinguir o seu povo de outros povos, sendo que o homem deveria obedecer ao mandado Dele. Uma outra interpretação aponta para uma prática de higiene, para poupar o povo a doenças indesejáveis, tornando-a uma prática de fé.
O principal objetivo da cirurgia de fimose é remover o excesso de pele do órgão sexual masculino, que pode causar dor nas relações sexuais ou inflamações constantes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37% dos homens no mundo são circuncidados.
Os principais motivos médicos que podem levar à circuncisão são a fimose, a parafimose e a balanopostite. A fimose ocorre quando o prepúcio é tão estreito na sua extremidade que não permite o seu deslizamento normal até liberar totalmente a glande.
A circuncisão masculina é um procedimento cirúrgico que retira o prepúcio dos homens. Essa técnica é realizada há muitos anos, seja para prevenir ou tratar doenças ou por motivos religiosos.
Os não-judeus viam a circuncisão como uma mutilação genital comparável à castração, diz Long Westfall. "Por isso, a circuncisão tinha um estigma no mundo greco-romano, e era um processo muito doloroso para um homem adulto."
Al Salem explica que muitas culturas incorporaram a circuncisão por razões que vão desde a higiene até os rituais de maioridade, oferecendo cerimônias aos deuses ou como marcas de identidade cultural.
Além de evitar infecção do trato urinário, doenças sexualmente transmissíveis, balanopostite e câncer de pênis(5,6,13), a circuncisão realizada antes do início da vida sexual ativa pode também evitar o aparecimento de doenças penianas em idade avançada.
A circuncisão é uma intervenção cirúrgica em que se remove o prepúcio, a pele que cobre a glande. Avança-se para esta técnica quando o orifício do prepúcio é tão estreito e fibroso que não permite a exposição da glande, o que poderá dificultar a micção ou as relações sexuais.
Como o interior do prepúcio pode ser um lugar convidativo para os germes, alguns estudos sugerem que os homens não circuncidados têm uma probabilidade um pouco maior do que os outros homens de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST).
O ato da circuncisão marcava os israelitas como distintos de outras nações, separando-os como posse especial de Deus. Esta marca física era um lembrete constante de sua identidade única e vocação como povo de Deus, escolhido para viver de acordo com Suas leis e ser uma luz para as nações.
A circuncisão de Jesus é um evento da vida de Jesus de Nazaré de acordo com o Evangelho de Lucas, que afirma em Lucas 2:21 que Jesus foi circuncidado oito dias após o seu nascimento (tradicionalmente em 1 de janeiro).
“Este estudo indica que a circuncisão não está associada a alterações na sensibilidade peniana e fornece evidências preliminares de que o prepúcio não é a parte mais sensível do pênis, como se acreditava até o momento atual”, afirmou a Dra.
Tanto Jesus (Lucas 2:21) como Paulo (Filipenses 3:5) eram obviamente circuncidados. Quando Abraão recebeu de Deus este mandamento, já tinha 99 anos. Não obstante tão avançada idade, submeteu-se à circuncisão e obrigou todos os seus filhos, parentes e escravos a fazerem o mesmo (Génesis 17:24-27).
Na circuncisão espiritual, cortamos nossa confiança na carne (nosso ego) e a matamos. No Velho Testamento, aqueles que não eram circuncidados não podiam fazer parte de Israel (Gênesis 17:14). No Novo Testamento, qualquer um que tenha confiança em si mesmo não pode fazer parte da verdadeira igreja de Jesus Cristo.
Gálatas 5:6 Porquanto em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm qualquer valor; mas sim a fé que opera pelo amor. Porquanto em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm qualquer valor; mas sim a fé que opera pelo amor.
Graças ao procedimento, diminuem também as chances de desenvolver câncer de pênis, assim como as de câncer cervical na parceira (câncer do colo do útero – provocado, principalmente, pelo HPV). Outras vantagens são a prevenção a inflamações da glande e também do prepúcio (balanite e balanopostite).
A circuncisão, também conhecida como postectomia, é a cirurgia realizada para correção da fimose (incapacidade de redução do prepúcio, de modo a possibilitar a exposição da glande de uma forma completa).
A passagem tem por objetivo principal demonstrar que a circuncisão, como sinal “manifesto na carne” (v. 28), só é vantajosa para quem pratica a Lei (v. 25). O horizonte a partir do qual se avalia o proveito ou não da circuncisão é o escatológico, do encontro definitivo com Deus, que não usa de parcialidade com ninguém.
Portanto, pode-se ver como a circuncisão foi algo extremamente importante na formação da ideia de povo que sustentou a identidade cultural judaica pelos séculos.
"Por isso, a circuncisão tinha um estigma no mundo greco-romano, e era um processo muito doloroso para um homem adulto." Em sua pregação, Paulo dizia que a única coisa necessária para a salvação de Deus era a fé - e não cobrava a circuncisão. "Esta é a norma que estabeleço em todas as igrejas.
Especialmente em adultos, é comum a circuncisão ser feita devido à fimose, que pode causar dificuldades urinárias ou nas relações íntimas, por exemplo. Além disso, em alguns países também pode ser indicada para reduzir o risco de transmitir ou adquirir infecções sexualmente transmissíveis.
Após mudar o nome de Abrão para Abraão, o Criador prometeu uma grande descendência e selou uma aliança única e especial. Como sinal dessa aliança, pediu para que Abraão e todos os homens do acampamento fizessem a circuncisão. Essa foi a única vez que homens adultos foram circuncidados.