Em geral, é um exame que seu médico solicita para: Investigar doenças que afetam os ossos, como osteoporose, osteomalácia, raquitismo e câncer ósseo; Detectar enfermidades nas glândulas paratireoides, que são responsáveis pela produção do hormônio que regula o cálcio no sangue (paratormônio ou PTH);
A concentração plasmática total normal de cálcio varia de 8,8 a 10,4 mg/dL (2,20 a 2,60 mmol/L). Em torno de 40% do cálcio corporal total está ligado a proteínas do plasma, primariamente albumina. Os 60% restantes incluem o cálcio ionizado mais complexo de cálcio como fosfato e citrato.
O exame de cálcio no sangue é feito para triagem, diagnóstico e monitoramento de várias condições relacionadas aos ossos, coração, nervos, rins e dentes. Os níveis de cálcio não informam diretamente quanto cálcio há nos ossos, mas quanto cálcio está circulando no sangue.
O T4 livre é a fração livre e ativa do hormônio tiroxina, produzido pela glândula tireoide. A dosagem do T4 livre visa avaliar como está o funcionamento da tireoide. Este hormônio exerce diversas funções importantes no nosso organismo, como regulação do metabolismo, crescimento e desenvolvimento do corpo.
Quais os principais sintomas da falta de cálcio? Os principais sintomas relacionados com a falta de cálcio no organismo são: o aumento de peso, câimbras, estresse, ansiedade, depressão, hipertensão arterial, constipação intestinal, insônia, diarreia, cáries, unhas quebradiças e perda de memória.
A hipercalcemia corresponde a uma concentração acima da média de cálcio no sangue (superior a 10,5 mg por decilitro). Esta situação pode enfraquecer os ossos, conduzir à formação de cálculos renais e interferir com o funcionamento do coração e do cérebro.
Os valores normais de cálcio total e ionizado no organismo podem variar de acordo com o método utilizado pelo laboratório e com a idade e o sexo do indivíduio. Contudo, a média da maioria dos laboratórios são: Cálcio total: entre 8,5 e 10,5 mg/dL; Cálcio iônico: entre 4 e 5 mg/dL.
Os valores normais são aqueles entre 8,60 mg/dL e 10.00 mg/dL: Resultados maiores que 10.00 mg/dL são altos. Isso pode acontecer quando a pessoa produz muito hormônio da paratireoide, que tira o cálcio dos ossos e coloca no sangue. Os principais sintomas são fraqueza muscular, confusão e prisão de ventre.
A presença de níveis elevados de cálcio pode ser causada por um problema nas glândulas paratireoides ou na dieta, câncer ou distúrbios que afetam os ossos. No início, a pessoa tem problemas digestivos, sente sede e pode urinar muito, mas se for grave, a hipercalcemia dá origem à confusão e acaba levando ao coma.
Para que serve o exame de sangue PTH? O exame PTH é importante no diagnóstico e tratamento de algumas alterações dos ossos (denominadas de doenças osteometabólicas). Também é útil no acompanhamento de pacientes com doença renal crônica.
Para medir os níveis de cálcio no sangue, é necessário fazer um exame laboratorial chamado dosagem de cálcio sérico. Esse exame pode medir tanto o cálcio total quanto o cálcio ionizado, dependendo do método utilizado.
A hipercalcemia é uma condição caracterizada pelo excesso de cálcio na corrente sanguínea, podendo causar uma variedade de sintomas, como fadiga, náuseas e confusão.
A dosagem de ferro sérico é útil no diagnóstico diferencial de anemias, hemocromatose e hemossiderose. Encontra-se níveis baixos na anemia ferropriva, glomerulopatias, menstruação e fases iniciais de remissão da anemia perniciosa. Os exames do ferro não são pedidos de rotina.
Os níveis de cálcio no sangue podem estar moderadamente baixos sem causar nenhum sintoma. Se os níveis de cálcio permanecerem baixos por muito tempo, é possível que a pessoa tenha pele seca escamosa, unhas quebradiças e pelos ásperos. Cãibras musculares envolvendo as costas e as pernas são comuns.
Além disso, participa do processo de contração muscular e transmissão dos impulsos nervosos do corpo. Dessa forma, o objetivo do exame é identificar a calcemia — ou seja, a quantidade de cálcio presente no sangue. Até porque, a falta dele indica a hipocalcemia, que pode apontar doenças ou uma alimentação desregulada.
Por sua vez, níveis elevados de PTH causam um aumento no nível de cálcio no sangue (hipercalcemia). Os sintomas surgem em decorrência de níveis elevados de cálcio no sangue e incluem fraqueza e fadiga, constipação, perda de apetite, perda de memória, falta de concentração, confusão e aumento da micção.
Há diversas evidências científicas de que o cálcio pode auxiliar no controle do peso corporal 5,9,10,11. A inclusão de três porções de produtos lácteos por dia (em torno de 750 mg de cálcio) aumenta a perda de peso e/ou reduz a gordura corporal em adultos com sobrepeso ou obesidade durante restrição calórica 9.
A hipocalcemia leve pode ser assintomática ou provocar cãibras. Hipocalcemia grave com cálcio plasmático < 7 mg/dL (< 1,75 mmol/L) pode causar hiperreflexia, tetania (parestesias dos lábios, língua, dedos e pés, espasmos cardopedais e/ou faciais, dores musculares) ou convulsões generalizadas.
Quais são os sintomas da perda de cálcio na urina?
Quando os níveis de cálcio estão desequilibrados, podem surgir alguns sinais de declínio neuromusculares, tais como: espasmos, cãibras, fraqueza e formigamento, geralmente nas extremidades, mãos e pés.
Níveis baixos ou mesmo normais baixos de PTH são inadequados e sugestivos de hipoparatireoidismo. Níveis indetectáveis de PTH são sugestivos de hipoparatireoidismo idiopático. Níveis elevados de PTH são sugestivos de pseudo-hipoparatireoidismo ou de uma alteração no metabolismo da vitamina D.