Espaço de Traube: localizado no hipocôndrio esquerdo, o espaço de Traube normalmente produz um som timpânico devido à presença de ar no estômago. A perda desse som (macicez) pode indicar esplenomegalia (aumento do baço), além de outras condições, como derrame pleural ou massas.
O espaço (semilunar) de Traube é um espaço anatômico de importância clínica. É um espaço em forma de lua crescente, circundado pela borda inferior do pulmão esquerdo, a borda anterior do baço, o rebordo costal esquerdo e a margem inferior do lobo esquerdo do fígado.
O que significa "Traube ocupado" em um exame de abdome?
Quando o espaço de Traube tem percussão maciça, é descrito como "Traube ocupado" e quase sempre está associado à esplenomegalia. A palpação do abdome é parte significativa do exame clínico, considerando seu grande potencial em agregar informações relevantes para a definição diagnóstica.
O espaço de Traube é um espaço semilunar semiológico no qual há timpanicidade a percussão em situação de normalidade. Seus limites Page 23 15 são medialmente a borda do lobo esquerdo do fígado, lateralmente a borda medial do baço e superiormente a borda inferior do coração.
Consiste em deixar o paciente em decúbito dorsal, em que ao percutir a região central do abdome obtém-se som timpânico, enquanto na periferia há som maciço pela presença do líquido ascítico. É uma técnica para verificação de uma ascite um pouco mais grave.
Sinal de Lapinski: Dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito. Pode ser indicativo de apendicite. Sinal do Psoas: Dor à extensão da coxa direita sobre o quadril contra a resistência em decúbito lateral esquerdo. Pode ser indicativo de apendicite.
Além disso, é importante delimitar o espaço de Traube (onde fica o baço). A técnica é digito-digital, em que o examinador posiciona uma das mãos sobre o abdome e percute com o dedo indicador.
Um baço aumentado geralmente não causa muitos sintomas, e os que ele causa podem ser confundidos com muitos outros quadros clínicos. Uma vez que o baço aumentado se encontra junto do estômago e por vezes o pressiona, as pessoas podem se sentir cheias depois de comer um pequeno lanche ou mesmo sem sequer comer.
Ao percutir o espaço de Traube o normal é que o som seja timpânico. Caso o baço esteja aumentado pode-se encontrar um espaço de Traube com som maciço à percussão uma vez que o baço passa a ocupar esse espaço, e sendo o baço um órgão sólido gera tal som maciço.
O que é o sinal de Traube na insuficiência aórtica?
Sinal de Traube: som agudo auscultado sobre o pulso femoral (ruído de pistola). Sinal de Duroziez: duplo sopro auscultado à compressão da femoral. Sinal de Felletti: Pulsação da cabeça devido à pulsação das vertebrais (oposto do sinal de Musset). Sinal de Hill: PAS no membro inferior maior que a PAS no membro superior.
O uso da expressão “Traube Livre”, muito usada no cotidiano dos hospitais e por acadêmicos, significa dizer que a percussão do espaço apresenta o timbre timpânico e que a loja de Traube encontra-se “livre” de ocupação; o contrário indica aumento do baço, ou seja, esplenomegalia.
Região na parte inferior e esquerda do tórax, onde se situa o estômago, e de que resulta que o seu conteúdo vai possibilitar um som hipersonoro ou timpânico à percussão.
Na periferia dos lóbulos, existe uma massa de tecido conjuntivo chamada de espaço porta, que apresentam ramos da artéria hepática, da veia porta, dos ductos biliares e vasos linfáticos.
Trata-se de um recesso peritoneal entre o figado e o rim direito (por isso também chamado de espaço ou recesso hepatorenal). Habitualmente não há liquido nesse recesso, entretanto mesmo quantidades tão pequenas quanto 50ml de ascite ou hemoperitonio podem ser identificadas aqui em exames de imagem.
Pode haver, no entanto, o aumento do baço, conhecido como esplenomegalia, que ocorre quando órgão fica bem maior do que a forma normal, que é de até 11 centímetros, com peso médio de 150 gramas. O aumento de volume do baço é potencialmente perigoso, pois pode acarretar ou ser causa de problemas hematológicos.
A reprodução humana assistida (RHA) compreende um conjunto de intervenções biotecnológicas sobre o processo reprodutivo humano que vem sendo amplamente utilizado em países desenvolvidos.
A segunda técnica é a “manobra em garra” ou processo de Mathieu, no qual o examinador deve estar à direita do paciente, e apoia as polpas digitais no rebordo costal, como se estivesse tentando “entrar por baixo do rebordo”, e pede-se que o paciente inspire, para que assim ocorra a descida do fígado.
Na medicina, o sinal de Blumberg é um sinal médico caracterizado por dor ou piora da dor à compressão e descompressão súbita do ponto de McBurney. A pesquisa do sinal é feita no ponto de McBurney, também chamado de ponto apendicular.
A mobilização do colo uterino, provocando dor pélvica, é altamente sugestiva de doença inflamatória pélvica e não de apendicite. Esta manobra, quando positiva, é conhecida como sinal de Chandelier.
Esse exame ajuda bastante no diagnóstico diferencial e em se identificar o real local de compressão, quando o paciente possui testes positivos para mais de uma síndrome compressiva, de um mesmo nervo. Algumas operadoras ainda o solicitam para aprovar os procedimentos cirúrgicos.
O sinal de Barlow é exatamente o oposto, ou seja, é uma manobra provocativa da luxação de um quadril instável. O teste de Barlow determinará o potencial para a luxação do quadril examinado.
Sinal de Fox: manchas equimóticas em base peniana (pancreatite necro-hemorrágica). Sinal de Lapinsky: dor à palpação em FID, quando o membro inferior direito é estendido e elevado (apendicite aguda).
O Sinal de Montalti é decorrência da aspiração de fuligem. O Sinal de Christinson é encontrado nas queimaduras de primeiro grau. Sinéquia é a cicatriz gerada pela retração da pele queimada.