O estoicismo floresceu durante dois séculos na Grécia Antiga, e por volta do ano 100 a.C., voltou a ganhar popularidade em Roma. Os textos e ensinamentos dessa filosofia que ainda sobrevivem datam desse período. Um dos mais conhecidos pensadores dessa época é Sêneca, conselheiro do infame imperador romano Nero.
O estoicismo foi uma das correntes filosóficas do helenismo mais influentes na Antiguidade. Essa escola de pensamento originou-se na cidade grega de Atenas próximo ao ano 300 a.C., embora seu fundador, Zenão, tenha sido um estrangeiro natural de Cítio (atual Lárnaca, na ilha de Chipre).
O estoicismo ensina a manter uma mente racional e calma, independente do que possa acontecer, sendo uma filosofia de paz e força interior. Ensina que isso ajuda o ser humano a reconhecer e se concentrar naquilo que pode controlar e a não se preocupar e aceitar o que não pode ser controlado.
Isso pode ser alcançado através da virtude moral (ou areté) e da serenidade (ou ataraxia). A virtude nos estoicos tem a ver com a excelência e com o alcance do potencial destinado. Para isso, eles destacam quatro qualidades: sabedoria, justiça, coragem e disciplina.
O estoicismo é uma escola de filosofia helenística que floresceu na Grécia Antiga e na Roma Antiga. Os estoicos acreditavam que a prática da virtude era suficiente para alcançar a eudaimonia — uma vida bem vivida.
Deus é Hylezoísta, ou seja, ele é a vida e a matéria do universo se manifestando. Uma vida e uma matéria eternamente em movimento. Por isso dizemos que ele é o sopro divino, que anima tudo. Deus é a razão, o logos, a ordem de todas as coisas na natureza, ele é o destino e a necessidade suprema.
O niilismo se configura numa negação da vida. O niilista é o indivíduo que encara a vida com indiferença. Crítica o que há a sua volta, afirmando que tudo é falso porque é tudo artificial. Desta forma, para Nietzsche, o niilismo é o sintoma do adoecimento do homem.
Em grego Στωικοί. Os estoicos eram uma vertente filosófica influente durante os períodos helenista e romano que enfatizava a harmonia e resignação diante da natureza. Os estoicos são mencionados em Atos 17:18, junto com os epicureus.
O estoicismo foi fundado no século 3 a.C. por Zeno, um rico mercador da cidade de Cítio, no Chipre. Após sobreviver a um naufrágio em que perdeu tudo o que tinha, Zeno foi parar em Atenas. Ali, conheceu as filosofias de Sócrates, Platão, Aristóteles e seus seguidores.
Os estóicos foram uma força ideológica do cristianismo em formação, através de Sêneca. Assim, na sistematização do Cristianismo entraram várias formas do pensamento antigo, e o mundo cristão foi se amalgamando no estoicismo, no monoteísmo judaico, mitos orientais, pensamento essênico.
Estoicos modernos criaram símbolos do estoicismo. Eles dizem: "Para os primeiros estoicos da antiguidade, a fênix representava o renascimento do mundo após conflagrações periódicas, ekpyrosis."
O epicurismo é uma corrente filosófica surgida na Grécia Antiga no século IV a.C. Segundo o pensamento pregado por seus adeptos, o estado individual de plenitude - em que o sujeito tem total liberdade, tranquilidade e está livre dos medos - está diretamente ligado com a busca pelos prazeres moderados.
Não é uma religião em si, nem oferece salvação, mas nos chama a fundamentar nossas ações na razão, autocontrole, dignidade e liberdade - então é perfeitamente compatível com o catolicismo e muito útil.
O estoicismo ensina a manter uma mente calma e racional, independentemente do que aconteça. As ideias Estoicas podem ajudar a a ansiedade, o estresse e a lidar com a insegurança. Ryan Holiday, autor do Diário Estoico, da editora @intrinseca, disse que o Estoicismo é uma prática.
Niilismo é a rejeição ou ceticismo quanto ao valor e propósito da vida e da existência. Surgiu como um movimento distintivo na Rússia do século XIX. Caracteriza-se pela rejeição de valores tradicionais, ceticismo em relação à verdade absoluta e descrença no propósito da vida.
Segundo Camus, o Absurdo é um sentimento inapreensível, pois, refere-se à tensão existente no confronto do homem com o mundo, ou seja, ele, que é tema principal de sua filosofia, torna-se inapreensível na perspectiva em que ele não está no homem, nem no mundo, mas, sim, no conflito que há entre eles.
O termo grego ataraxía, introduzido por Demócrito (c. 460-370 a. C.), significa tranquilidade da alma, ausência de perturbação. É um conceito fundamental da filosofia epicurista e dos céticos, e pode traduzir-se como imperturbabilidade, ausência de inquietação ou serenidade do espírito.
Ao longo do tempo, diversos filósofos teorizaram sobre o niilismo, o existencialismo e o absurdo da vida, entre eles destacam-se Friedrich Nietzsche - considerado o pai do niilismo -, Albert Camus e Thomas Nagel.
A sentença "Deus está morto" significa: o mundo supra-sensível está sem força de atuação. Ele não fomenta mais vida alguma. A metafísica, isso significa para Nietzsche a filosofia ocidental entendida como Platonismo, está no fim.
O niilismo reativo é a negação dos valores platônicos e cristãos. Matamos Deus! Mas privados destes valores supremos que decaíram, nos sentimos órfãos. A reação do niilismo é quase inevitável, Deus ainda caminha pelo mundo como um morto vivo.