No entanto, não existe qualquer região no Universo que apresente vácuo perfeito, já que sempre haverá átomos e outras partículas ocupando o espaço. Portanto, não existe espaço vazio, ou seja, o vácuo é parcial.
Antes mesmo de pensarmos sobre a pergunta do título, vamos pensar no "nada" e definir o que é vácuo. O vácuo é caracterizado pela ausência total de matéria. Isto é, para que possamos afirmar que existe vácuo em um ambiente qualquer, não podemos ter nenhum átomo sequer, nem mesmo uma partícula subatômica.
A energia pode ser definida como uma força capaz de produzir ação e movimento. Assim, é muito simples diferenciar a matéria de energia, já que uma ocupa espaço e possui massa, e a outra, não. Uma curiosidade importante sobre a matéria é que ela pode ser denominada de duas formas diferentes: corpo e objeto.
A luz é algo muito próximo de não ser matéria, mas carrega energia e momento (quantidade de movimento, que geralmente é associada à massa), não tem massa de repouso, mas tem massa relativística. Houve, durante muito tempo, uma disputa sobre a natureza da luz, se era corpuscular (formada por partículas) ou ondulatória.
Nós percebemos a matéria como algo sólido porque as vibrações da energia são tão rápidas que não alcançamos percebê-las. Para isso nos ajuda a física quântica, exatamente porque se ocupa das partículas e das redes de energia. A energia é e está em tudo. Sem energia, nada poderia subsistir.
Como não dá para medir (nem pesar) o Universo inteiro, os astrônomos calcularam a densidade de partes conhecidas e a assumiram como representação de todo o espaço. Como os valores alcançados eram até cinco vezes menores do que o tal 0,00188 g/cm3, a conclusão inicial é de que o Cosmos é infinito.
No espaço, a quantidade de oxigênio e a pressão do ar são baixas. Portanto, a diferença nas condições do ambiente faria com que uma pessoa sufocasse por falta de ar. Por outro lado, a ausência de pressão vaporizaria os fluidos corporais até que eles escapassem do corpo humano.
No quase vácuo do espaço, a morte muito provavelmente ocorreria dentro de poucos minutos, mas a pessoa perderia a consciência em cerca de 15 segundos, já que o oxigênio não seria capaz de chegar ao cérebro, como determinaram cientistas da Nasa após pesquisas com animais nas décadas de 1950 e 1960.
O espaço interplanetário, por sua vez, vai do limite do geoespaço até a heliopausa, onde o vento solar dá lugar aos ventos do meio interestelar. O espaço interestelar continua até as fronteiras da galáxia, ponto em que é substituído pelo quarto estágio, constituído pelo vazio intergaláctico.
Além de nossa atmosfera, há o vácuo do espaço. Isso significa que praticamente não existem partículas, portanto, nada que poderia refletir qualquer fonte de luz.
A ciência em geral aceita a teoria do Big Bang: o momento, há cerca de 13,8 bilhões de anos, no qual uma grande explosão de luz fez com que uma densa esfera da matéria se expandisse, tornando-se cada vez mais leve e diluída, gerando um Universo em expansão continua.
Conclusão: podemos classificar como matéria tudo aquilo que ocupa lugar no espaço e, como energia, o que não ocupa lugar no espaço, mas mexe com nossos sentidos e também transforma as diferentes quantidades e tipos de matéria.
A matéria é composta por espécies atômicas ligadas por diferentes forças inter e intramoleculares. Os átomos se organizam e formam moléculas, e as moléculas se unem e formam elementos de dimensões maiores.
Ao contrário do que muitos pensam, não é certo dizer que não existe oxigênio no espaço. Apesar do vácuo que é o Universo, o elemento está lá também, mas em quantidade muito pequena e insuficiente para que os seres humanos respirem.
Enquanto a 12 mil metros acima da superfície da Terra a temperatura média é de -50ºC, no espaço sideral ela cai para gélidos -270ºC, segundo os astrônomos. Nas órbitas da Terra, a temperatura varia entre -180ºC na sombra do nosso planeta e 122ºC no lado iluminado pelo Sol.
A falta de calor fora dos planetas decorre da escassez de partículas com as quais a radiação solar pode interagir. No (quase) vácuo do espaço, a ausência de matéria em quantidade suficiente para ser aquecida por radiação impede que o espaço em si atinja altas temperaturas.
Nada sabemos sobre o que existia antes do Big Bang. Teoricamente os cientistas acreditam que de um ponto muito quente e denso nasceu o nosso Universo Primitivo. Esse ponto se expandiu muito rápido em uma fração de segundos, criando seu próprio espaço e tempo.
Recentes estimativas indicam que o universo observável – a porção do universo que conseguimos detectar através de nossos telescópios – se estende por cerca de 47 bilhões de anos-luz em todas as direções. No entanto, o limite do que podemos ver é uma coisa, e o limite do que existe é completamente diferente.
A física quântica comprova que tudo no universo é energia e sua manifestação ocorre em diferentes estados vibracionais; da mesma forma em que cada indivíduo é influenciado, também influencia tudo a seu redor com a sua vibração.
Uma novo experimento provou que é possível criar matéria do nada. Os pesquisadores envolvidos no estudo foram capazes de fazer campos elétricos fortes o suficiente em laboratório para a geração espontânea de pares partícula-antipartícula do nada.
A luz é composta de fótons, então poderíamos perguntar se o fóton tem massa. A resposta é definitivamente “não”: o fóton é uma partícula sem massa. Modelo Padrão: fótons ( ) tem carga e massa zero. Segundo a teoria quântica moderna, um fóton tem energia e momento, mas não tem massa, e isso é mais do que comprovado.