O verbo estudar só na acepção de «ser estudante», «ser aluno» é intransitivo: «O Zé estuda na Universidade de Yale.» (i) substituição pela forma acusativa do pronome pessoal; (ii) o complemento directo é sujeito na fase passiva correspondente.
Verbo transitivo direto é aquele cujo complemento verbal não apresenta uma preposição, como: “beber”, “ler”, “usar” etc. Já o complemento do verbo transitivo indireto possui preposição. O verbo também pode ser bitransitivo, isto é, transitivo direto e indireto ao mesmo tempo, como “dar”, “oferecer” etc.
A regência verbal identifica o verbo que exige ou não complemento. O verbo que exige complemento é chamado de transitivo e o que não a exige é chamado de intransitivo.
O verbo “morrer”, por exemplo, é, costumeiramente, classificado como intransitivo; mas “O dicionário prático de regência verbal”, de Celso Pedro Luft, lembra que o mesmo verbo pode ser transitivo. É o caso de frases como: “Ele morre por você!”. Nesse caso, quem morre, morre por alguém.
Os verbos impessoais são aqueles que não possuem sujeito. Ou seja, eles surgem em orações sem sujeito. Há alguns muito usados, como o verbo “haver” no sentido de “existir”, como o próprio “há” no início dessa oração.
Como quem gosta, gosta de alguém ou de alguma coisa, o verbo pede a preposição de. Se o objeto é precedido de uma preposição, ele é indireto e o verbo, consequentemente, transitivo indireto. Veremos mais alguns exemplos de verbo transitivo indireto a seguir.
Ler é verbo transitivo que admite complemento directo nulo. O complemento directo pode ser nulo quando a interpretação do valor do complemento é arbitrária ou indefinida: «O Zé lê/come/bebe 1 imenso.»
O que são verbos intransitivos? Verbos intransitivos são aqueles que não precisam de complemento, já que o significado da ação verbal é completo sozinho. O verbo intransitivo é, por si só, o próprio predicado da oração, já que não precisa de nenhum elemento ou complemento.
"Dormir é um verbo intransitivo, como viver, morrer, andar, etc. etc. Não admite conjugação pronominal na norma culta." Há situações em que dormir pode ser verbo relativo ("dormiu com a amante", no sentido de ter relações sexuais) e até transitivo direto ("dormiu o sono dos justos").
Verbos intransitivos não exigem um complemento verbal e podem aparecer acompanhados de adjuntos adverbiais. Já os verbos transitivos necessitam de um complemento, isto é, de um objeto direto (sem preposição) ou indireto (com preposição). Os verbos também podem ser transitivos diretos e indiretos ao mesmo tempo.
O verbo chegar apresenta uma transitividade indireta, estabelecendo regência com a preposição a com os seguintes sentidos: Quando indica o ato de se aproximar de um lugar para onde se foi. Cheguei ao aeroporto às duas da manhã. Ninguém chegou à festa na hora marcada.
O verbo “voltar” pode ser intransitivo ou exigir o uso da preposição “a” ou “de”. Ele é transitivo direto no sentido de “virar” ou “percorrer caminho de volta”. Ele é transitivo direto e indireto se significa “devolver” ou “mover em certa direção”.
Não possui objeto direto ou indireto. Pode significar, de acordo com os dicionários, habitar, fixar residência ou moradia em algum lugar. Até mesmo se confunde com viver de acordo com algumas regras, condições ou situações específicas. É o oposto de vagar, de estar ou ser errante.
= Provar do vinho. O verbo é transitivo direto já carrega a noção partitiva. Portanto, o seu complemento é objeto direto ou objeto direto preposicionado. O verbo transitivo direto admite, salvo exceções, transformação da voz ativa para a voz passiva.