Conceito de Pigmaleão. O termo Pigmaleão tem uma relação direta com a mitologia clássica, especialmente com a capacidade dos mitos em proporcionar ideias sugestivas. O relato mítico de Pigmaleão se tornou uma referência cultural universal que está presente na literatura, no cinema e na psicologia.
Em Psicologia deu-se o nome de Efeito Pigmalião ao efeito de nossas expectativas e percepção da realidade na maneira como nos relacionamos com a mesma, como se realinhássemos a realidade de acordo com as nossas expectativas em relação a ela.
A cultura grega nos legou um dos mitos mais intrigantes da mitologia: o de Pigmalião, um rei escultor, que modelou a estátua daquela que seria a mulher perfeita e se apaixonou por ela. Na impossibilidade de concretização desse amor, rogou a deusa Afrodite que desse vida à estátua.
O Efeito Pigmaleão também é chamado de Efeito Rosenthal, por ter sido descrito e estudado pelo psicólogo e professor da Universidade da Califórnia (EUA) Robert Rosenthal pela primeira vez na década de 1960. Ele e a diretora escolar Lenore Jacobson realizaram em 1965 um estudo em uma escola elementar da Califórnia.
Quem se apaixonou pela estátua na mitologia grega?
O problema foi que, meio à tanta admiração, Pigmaleão se apaixonou pela estátua, para a qual deu o nome de Galatéia. Ele a tratava como se fosse de “carne e osso”: dava presentes, fazia carinho, a vestia com roupas e joias e chegou até ao ponto de se casar com ela.
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Quem foi o homem que Zeus se apaixonou?
Sabemos que Zeus foi um grande amante, tendo conquistado muitas deusas, mulheres mortais e pelo menos um homem, Ganimedes, “o mais belo dos mortais”, da casa real de Tróia, foi amado pelo deus[1].
Personagem que pratica admiração excessiva por ele mesmo
O mito de Narciso é uma interpretação da mitologia grega, que narra a história de um jovem caçador fascinado pela sua própria beleza. Na Grécia, sua imagem é atribuída ao símbolo máximo de vaidade.
Pigmalião é uma peça de teatro, escrita em 1913 na Inglaterra, por George Bernard Shaw. Trata-se de uma importante obra da Literatura Universal, que rendeu ao autor um Prêmio Nobel de Literatura e um Oscar.
O efeito Pigmaleão é uma teoria desenvolvida pelo psicólogo Robert Rosenthal que descreve como as expectativas das pessoas, incluindo gerentes e líderes, podem influenciar o desempenho de seus funcionários. A teoria afirma que as expectativas dos líderes têm um grande impacto no desempenho de seus funcionários.
Por que Pigmaleão ficou triste ao acabar a estátua da deusa Afrodite?
A origem do mito
O rei escultor havia criado uma mulher ideal, mas não podia amá-la de verdade. O amor impossível levou Pigmaleão a pedir ajuda aos deuses. A deusa Afrodite se sentiu comovida com a frustração do artista e fez com que a mármore da estátua se transformasse em uma mulher de carne e osso.
Quem se apaixonou pela própria imagem na mitologia?
E não teve jeito: quando Narciso viu sua imagem refletida na lagoa onde vivia a ninfa Eco, apaixonou-se perdidamente por si mesmo. Encantado com a própria beleza, o jovem permaneceu na beira do lago dias e noites sem fim, sem comer ou beber nada.
O mito de Pigmalião e Galatéia é utilizado na Psicologia e Filosofia quando se fala sobre a idealização do ser amado, e que quanto mais desejado e perseguido, acaba por tornar-se personificado, assim como Pigmalião que tanto amou e desejou Galatéia que conseguiu por fim que ela ganhasse vida.
Segundo a lenda, Pigmalião era escultor de grande nomeada na Ilha de Chipre. Para se entregar inteiramente à sua arte e, por outro lado, indignado com a prostituição a que se entregavam as mulheres da cidade de Amatonte, na Ilha de Chipre, onde se erguia um templo a Vénus, resolveu viver em rigoroso celibato.
O efeito de halo é um termo criado pelo psicólogo americano chamado Edward Thorndike, que afirmava que o cérebro humano julga, analisa e tira conclusões de uma pessoa a partir de uma única característica, e formula um estereótipo global do indivíduo com este único fator — como aparência, vestimenta, postura, fala etc.
Deméter era a deusa da agricultura para os gregos antigos. Era associada com a fertilidade dos grãos plantados e considerada protetora das plantações. Perséfone, sua filha, também era considerada uma deusa da agricultura. Deméter ficou desesperada quando Hades raptou Perséfone.
A nereida Tétis é criada por Hera, tendo-lhe sempre uma grande afeição. Amada por Zeus, de acordo com a lenda, resistiu-lhe para não magoar Hera, a esposa do soberano dos deuses; ou, segundo outra versão, foi este que a não quis por temer uma profecia segundo a qual o filho que com ela fosse concebido o iria destronar.
Afrodite era considerada pelos gregos antigos a deusa do amor, da beleza, do desejo e da fertilidade. Era vista como o padrão de beleza grego e considerada capaz de seduzir homens e deuses. Havia dois mitos que explicavam o seu nascimento, um trazido por Homero e outro, por Hesíodo.
O triunfo da fé Na mitologia grega, Narciso era o deus do amor-próprio, interessado apenas em satisfazer seu prazer, completamente indiferente para com Deus e as necessidades de outros. Simboliza orgulho, vaidade, convencimento e hedonismo. Muito de nossa cultura reflete os valores falsos do narcisismo.
Eco tinha a tarefa de distrair a atenção de Hera, com conversas e cantos, sempre que Zeus se ausentava nas suas aventuras amorosas com deusas e mortais. Quando Hera descobriu a artimanha, castigou Eco, retirando-lhe a voz e fazendo-a repetir sempre a última sílaba das palavras que eram faladas na sua presença.