Ouvir vozes é uma alucinação auditiva que pode ou não estar associada com um problema de saúde mental. É o tipo mais comum de alucinação em pessoas com distúrbios psicóticos como a esquizofrenia. No entanto, um grande número de indivíduos saudáveis também relataram ouvir vozes.
Na concepção religiosa, ouvir vozes (vivenciada através da Mediunidade) faz parte de uma das diversas experiências que são naturais dentro do ambiente religioso. Através da audição de vozes os religiosos amplificam sua espiritualidade e agregam positivamente para o desenvolvimento de seu meio religioso e de si mesmo.
O que significa ouvir a própria voz dentro do ouvido?
A autofonia é um fenômeno auditivo incomum que pode afetar a qualidade de vida das pessoas que a experimentam. Embora suas causas exatas nem sempre sejam claras, é crucial buscar a orientação de profissionais de saúde auditiva para diagnosticar e gerenciar essa condição de forma adequada.
O temido fenômeno de ouvir vozes nada mais é que alucinações auditivas. Essas alucinações podem vir em formas de barulhos e ruídos assim como vozes, sendo essas vozes familiares ou não. Geralmente, alguma condição externa ou transtorno psíquico pode fazer com que esse fenômeno se manifeste.
Primeiramente, é importante ressaltar que escutar vozes internas, mesmo que não sejam alucinações auditivas, pode ocorrer em casos de ansiedade, mas também pode indicar outras questões emocionais que ainda não foram diagnosticadas. Inclusive a ansiedade possa fazer parte de um quadro maior.
SENSAÇÃO DE OUVIR A PRÓPRIA VOZ: O QUE PODE SER? O QUE FAZER?
O que significa ouvir vozes que falam na minha mente?
Ouvir vozes é uma alucinação auditiva que pode ou não estar associada com um problema de saúde mental. É o tipo mais comum de alucinação em pessoas com distúrbios psicóticos como a esquizofrenia. No entanto, um grande número de indivíduos saudáveis também relataram ouvir vozes.
Ainda que o ato de ouvir vozes nem sempre denota essa doença mental, ele pode indicar outro problema. Por exemplo, uma situação de estresse ou o abuso de entorpecentes. Por isso, o ideal é sempre procurar um diagnóstico em clínicas e hospitais psiquiátricos.
A esquizofrenia é uma doença cerebral complexa. Geralmente hereditária e pode causar sintomas preocupantes. É causada por um desequilíbrio químico e outras mudanças no cérebro. Os sintomas incluem ouvir vozes, sentir que as pessoas estão contra você e ter falsas crenças que não estão baseadas na realidade.
Se você olhar pessoas muito ansiosas, depressivas ou agressivas, o falatório interno ajuda a explicar esses estados, porque ela entra num looping. Se está deprimida, a voz repete coisas como “a vida é horrível, não vou ficar bem”. Se sofre com ansiedade, a repetição pode ser algo parecido com “o que vai acontecer?
As alucinações auditivas costumam estar presentes em quadros de esquizofrenia ou em transtornos psicóticos, também podem ocorrer em quadros de outras doenças mentais, como transtorno bipolar, transtorno depressivo maior, transtorno de estresse pós-traumático e transtorno de personalidade limítrofe e muitas outras ...
Parece completamente diferente do que estamos acostumados. Isso acontece porque, enquanto falamos, o som viaja de duas formas: pelo ar até os nossos ouvidos e, ao mesmo tempo, ressoa internamente pelos ossos da nossa caixa craniana.
Secreção do ouvido (otorreia) é a secreção proveniente do ouvido. A secreção pode ser aquosa, sanguinolenta, ou espessa e esbranquiçada, como pus (purulenta). Dependendo da causa da secreção, as pessoas também podem ter dor de ouvido, febre, coceira, vertigem, zumbido no ouvido (acufeno) e/ou perda auditiva.
No caso de mediunidade auditiva, o médium fica perturbado por ouvir zumbidos, músicas e vozes que nem sempre dão descanso. É forte a chance de psicólogos e psiquiatras - não espíritas -, classificarem essas sensações como alucinações.
As vozes espirituais eram mais parecidas com as vozes que transmitiam mensagens positivas ou evocavam emoções positivas, proporcionavam ao ouvinte conhecimento e sabedoria, tinham um discurso mais simples e freqüentemente eram as vozes “de pessoas da vida real do ouvinte”.
Eles incluem principalmente delírios e alucinações. A pessoa começa a falar coisas sem sentido, incompatíveis com a realidade. É comum ela acreditar fortemente que está sendo perseguida por alguém. Também é muito comum que ela ouça vozes e sinta que está sendo observada.
João Pedro Wanderley destaca que falar sozinho de forma isolada e esporádica geralmente não é um problema. No entanto, diálogos em desacordo com a realidade, em tom tenso ou ameaçador, acompanhados por gestos exagerados, podem ser indicativos de condições mais sérias como esquizofrenia ou transtornos de humor.
Na alucinação, um ou mais dos cinco sentidos do paciente (tato, olfato, paladar, visão e audição) pode ser acometido pela percepção de estímulos que não estão realmente ali. Durante um episódio de alucinação, o paciente pode ouvir vozes, ver objetos, sentir gostos ou sentir que estão tocando ele, mesmo que não estejam.
Os resultados mostraram diferenças na entonação de voz entre indivíduos com e sem esquizofrenia. Ana Cristina explica que as pessoas com esquizofrenia apresentaram pouca variação de simetria e dispersão na entonação da fala, ou seja, elas expressavam suas emoções pela voz de forma menos acentuada.
Não existe um exame diagnóstico definitivo para esquizofrenia. O médico estabelece o diagnóstico com base numa avaliação abrangente do histórico da pessoa e da sua sintomatologia.
Procurar auxílio médico é sempre a primeira e melhor solução para vozes na cabeça. O mais convencional é a utilização de tranquilizantes, como os ansiolíticos benzodiazepínicos e alguns anticonvulsivantes, notadamente em esquizofrênicos.
Os medicamentos antipsicóticos mais recentes (asenapina, clozapina, iloperidona, lurasidona, olanzapina, quetiapina, risperidona e ziprasidona) também bloqueiam os receptores da serotonina, que é outro neurotransmissor. Os especialistas acreditam que essa propriedade pode tornar esses medicamentos mais eficazes.