Bixiga. “Bixiga”, por sua vez, significa algo espantoso, de caráter ruim, como em “eita bixiga!”, que quer dizer “eita lasqueira!”, ou “que bixiga é isso?”, que quer dizer “que diabos é isso?”.
Com o intuito de afastar o sentido pejorativo do apelido dado ao bairro, seus moradores passaram a mudar a grafia de Bexiga para Bixiga. Outra explicação para a grafia seria uma adaptação ao jeito coloquial de se falar. Por volta de 1870, Antônio José Leite Braga decidiu lotear parte de sua "Chácara do Bexiga".
É um ataque que visa "tocar" nas mãos das bloqueadoras adversárias, mas quando não "toca" é chamado de balão. Ataque errado, bem fora ! O ataque balão a mais explicações. Pois em casa estado e até mesmo técnica usa essa expressão para alguns tipos de ataques.
Artilhado com uma colubrina de calibre 12, guarnecido com 31 praças, recebeu o nome de Ibicuí (termo tupi-guarani, Ibicuí significa “areia fina”, e designativo de um rio da Província).
Encantou-se com o antigo bairro da Bela Vista, na região central da capital, mais conhecido como Bexiga, denominação que recebeu o loteamento, de 1890, da antiga Chácara do Bexiga, ao que consta, assim chamada porque seu antigo proprietário era conhecido por Antônio Bexiga em razão do rosto marcado pela varíola.
O nome Bexiga, que tornou-se Bixiga, vem do apelido de Antônio José Leite Braga, proprietário das terras até 1870, conhecido pelo rosto marcado pela varíola.
As gírias mais ouvidas no Brasil na atualidade são “crush”, “lacrar” e “sextou”, por exemplo. Existem gírias antigas, como “broto”, gírias cariocas, como “sussa”, e gírias da favela, como “quebrada”, entre outras. Gíria não é a mesma coisa que calão, jargão e expressão popular.
Porém, quais são as gírias mais usadas no país? Entre os achados da Preply, plataforma online de idiomas com mais de 300.000 avaliações 5 estrelas, estão o famoso "sextou", que lidera a listagem com 74%. O termo é seguido de "treta" (64%), "zueira" (62%), em terceiro lugar, e "trocar ideia" (61%), em quarto.