A fumaça que sobe simboliza as orações que sobem ao céu, o aroma afasta espíritos e influências maléficas, a resina simboliza a perenidade. No cristianismo o incenso foi inicialmente usado em cerimônias fúnebres, porém, mais tarde passou para atos litúrgicos em geral.
“Queimar incenso é ato de adoração e equivale à oferta de um sacrifício. O perfume nele acrescenta um elemento jubiloso, alegre, de satisfação e de beleza” (S. Rosso, Dicionário de Liturgia, p.
Essa fumaça que sai do turíbulo representa as nossas orações. Na teologia judaico-cristã, Deus está no alto, nos céus; a fumaça sobe até os céus, ou seja, a nossa oração, junto com o incenso, sobe até a presença de Deus.
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O que significa a fumaça na hora da missa?
Entre os elementos está o incenso, que é a manifestação da oração por meio do olfato (perfume) e da visão (fumaça), que deixa o incensório e sobe aos céus, representando nossa aspiração de também alcançar o Reino de Deus. A representação que o incenso insere no rito litúrgico se origina dos textos bíblicos.
O turíbulo ou incensário é muito utilizado na igreja católica e anglicana. Ele queima incenso com a simbologia de que nossas orações subam aos céus assim como a fumaça produzida neste objeto. É muito utilizado em missas solenes.
Na Igreja Católica o turíbulo é usado muitas vezes para incensar o altar, a imagem do Santo Padroeiro da paróquia, santuário, catedral, etc. É usado carvão e incenso para "acender" o turíbulo. a fumaça que sai dele, significa as preces e pedidos do povo para Deus.
Queimar incenso, na Bíblia é um ato de adoração a Deus. As ofertas de sacrifícios eram acompanhadas de incenso (Lv 2). Pode significar um pedido de perdão (Sb 18,21), um louvor (Ml 1,11), uma súplica (Ap 5, 8). No antigo templo havia o costume de queimar incenso pela manhã e pela tarde (Ex 30,7-9;Lc1,9-11).
O agitar do turíbulo em forma de cruz recorda principalmente a morte de Cristo, e seu movimento em círculo revela a intenção de envolver os dons sagrados e de consagrá-los a Deus. O incenso é muito utilizado na liturgia fúnebre. Os falecidos permanecem como membros da Igreja, já santificados pelos sacramentos.
A fumaça que sobe simboliza as orações que sobem ao céu, o aroma afasta espíritos e influências maléficas, a resina simboliza a perenidade. No cristianismo o incenso foi inicialmente usado em cerimônias fúnebres, porém, mais tarde passou para atos litúrgicos em geral. O rito da incensação exprime reverência e oração.
Ostensório ou custódia, é uma peça de ourivesaria usada em actos de culto da Igreja Católica Apostólica Romana para expor solenemente a hóstia consagrada sobre o altar ou para a transportar solenemente em procissão.
Na Umbanda, os defumadores são utilizados em contextos rituais e consistem na queima de ervas que, segundo seus sacerdotes, podem servir para “limpar” tanto o ambiente quanto o corpo.
O incenso é usado na igreja há muito tempo, especialmente para fins rituais (cheiros e sinos). O incenso também foi apresentado na Bíblia com frequência, tanto como presentes (natalidade) quanto para rituais (sacrifício do cordeiro e do touro). Portanto, queimar incenso, especialmente apenas pelo cheiro, não é pecado.
Deus mandou também que Aarão, o sumo sacerdote, queimasse “um incenso perpétuo perante o Senhor ao longo de suas gerações” (Êxodo 30, 8). Foi a partir do século IV, que Igreja adotou o incenso em seus ritos para expressar honra ao altar, às relíquias, aos objetos sagrados, aos sacerdotes e aos fiéis.
Sua fumaça expressa um senso de mistério e reverência. É um lembrete da presença odorífera de Nosso Senhor. Seu uso acrescenta à Missa uma aura de solenidade. A imagem e o odor da fumaça reforçam a transcendência da Missa, que liga o Céu à terra e permite que entremos na presença de Deus.
A naveta é usada para guardar o incenso que será colocado no turíbulo. Ceroferário ou Ceriferário: É o coroinha que carrega a vela durante as celebrações. Quando as velas vão na procissão de entrada, os ceriferários caminham atrás do turiferário e do naveteiro, que são os primeiros na fila de entrada.
O aroma que se desprende da queima do incenso é um símbolo de oração – como se cada partícula de fumaça carregasse consigo nossas preces aos céus. Acredita-se que este ato é um vislumbre de santidade, uma forma sensorial de nos conectarmos com o divino.
Acólito é aquele que na celebração da liturgia segue (ou precede) outras pessoas, para servir e ajudar. Auxilia primeiramente o padre ou bispo, mas também ao diácono, ministro da palavra, ministro da eucaristia e leitores.
Turiferário: Nome dado ao coroinha que é escolhido para manusear o turíbulo. O turíbulo é aquela peça usada para incensar – queimar o incenso. Ele é usado, em geral, nas missas festivas. Naveteiro: É aquele que conduz a naveta na procissão.