Os escribas são homens impuros, incapazes de fazerem dom de si mesmos a Deus e ao próximo. Atualmente esta profissão não é denominada como nos tempos antigos, mas não podemos garantir que suas características ainda continuam a se revelar nos grandes templos, em frente a potentes câmeras e aquecidos grupos sociais.
Nos livros sagrados para os cristãos e judeus, o termo escriba refere-se aos chamados doutores e mestres, ou seja, homens especializados no estudo e na explicação da lei ou Torá.
Os fariseus do século XXI. Se, como ensina Jesus, os fariseus são aqueles que abandonaram “o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”, nossa época está cheia deles.
Qual era a diferença entre um escriba e um fariseu?
Enquanto escribas ou rabinos eram os intérpretes e especialistas da Lei (Mateus 7:29; 13:52; 23:2), os fariseus se esforçavam para fazer todos acreditarem que estavam aderindo a seus ensinamentos. Ser escriba era profissão e ser fariseu era pertencer a uma seita.
Na sociedade atual os escribas podem ser semelhantes aos jornalistas, poetas, romancistas, blogueiros…. em suma, todos aqueles que usam da escrita para descreverem um acontecimento, história, leis e etc.
Os escribas são homens impuros, incapazes de fazerem dom de si mesmos a Deus e ao próximo. Atualmente esta profissão não é denominada como nos tempos antigos, mas não podemos garantir que suas características ainda continuam a se revelar nos grandes templos, em frente a potentes câmeras e aquecidos grupos sociais.
Resposta: A função dos escribas era escrever hieróglifos E demótica, a escrita egípcia. Ele registravam os principais fatos da sociedade e principalmente da vida do faraó. Os escribas escreviam em um papel confeccionando de fibras da planta papiro, nas paredes das pirâmides e em placas de pedra.
O verbo “estribar-se” tem o sentido de apoiar-se, amparar-se fisicamente para evitar uma queda. Quando nos apoiamos fisicamente em algo, ficamos instáveis, sem equilíbrio, e podemos cair. Quando nos apoiamos espiritualmente em nosso próprio entendimento, perdemos a estabilidade no Salvador.
Jesus critica severamente os escribas e fariseus porque eles desprezavam os preceitos mais importantes da lei, que era: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. A hipocrisia dos fariseus e escribas com relação à religiosidade era algo que eles não conseguiam disfarçar, não obstante a sua falsa aparência de santos.
Hoje, os “publicanos” podem ser encontrados em diversos contextos. Eles podem ser os moradores de rua, os dependentes químicos, os presidiários, as prostitutas ou qualquer pessoa que a sociedade considere indigna ou desprezível.
Os fariseus acreditavam na ressurreição e na Lei Oral, enquanto os saduceus rejeitavam a Lei Oral e não acreditavam em ressurreição nem em anjos. 4. Os fariseus ainda existem? O movimento farisaico original não existe mais, mas seus ensinamentos foram incorporados ao judaísmo rabínico, que é a base do judaísmo moderno.
No Evangelho, Jesus censura impiedosamente os escribas e os fariseus, homens responsáveis pelo ensino da Escritura e da Lei, porque eram hipócritas. Arrogavam-se em “mestres” tal como Moisés, para impor medidas pesadas aos outros, que eles nunca cumpriam.
Metatron recebeu instruções para escrever as palavras de Deus. Metatron afirmou que, antes de que ele fosse escolhido para ser o escrivão, ele viveu uma vida de isolamento e obscuridade entre seus companheiros anjos. Como tal, ele ficou muito feliz de ser escolhido acima de todos os outros, como escriba de Deus.
Quantos “escribas e fariseus hipócritas” existem hoje? Pessoas que se intitulam Rabi, mestre, chefe, ou pai. Leem a Bíblia, porém, não praticam os ensinamentos! Ainda por cima exigem o cumprimento de algumas ordenanças da lei para o seu próprio benefício!
"Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal."
Os Escribas representavam uma classe de notório destaque no Antigo Egito, eram os responsáveis pela arte da escrita. Cabia a eles registrar todos os acontecimentos do Império Egípcio, além de desenvolver outras funções tais como arquivista, copista, contador ou secretário.
Os escribas pertenciam ao grupo dos fariseus e eram vistos como estudiosos da Lei e da tradição. A palavra deles tinha peso entre o povo, pois eram os seus intelectuais. O escriba era um tigre, sim, mas será que ele não tinha também seus momentos de burrice?
Os escribas eram formados nas escolas, sobretudo de Mênfis, uma das capitais do Antigo Egito. Deviam saber ler, escrever, desenhar, pintar, bem como dominar na perfeição o idioma, a literatura e a história do seu país. Deviam ainda ter um grande conhecimento na área da matemática, astronomia, contabilidade e mecânica.
A função dos escribas era escrever hieroglífica e demótica, a escrita egípcia. Eles registravam os principais fatos da sociedade e principalmente da vida do faraó. Os escribas escreviam em um papel confeccionado de fibras da planta papiro, nas paredes das pirâmides e em placas de pedra.
A habilidade para escrever garantia uma posição superior na sociedade e a possibilidade de progresso na carreira. A escalada da escada social não era fácil, mas a profissão de escriba permitia a subida desde que as realizações do indivíduo fossem marcantes.