As gavinhas são folhas modificadas que lembram pequenas molas (veja figura abaixo). Essas estruturas possuem como principal função fixar a planta, enrolando-se sobre suportes. As gavinhas podem ser observadas, por exemplo, no chuchuzeiro e no maracujazeiro.
A gavinha é um órgão preênsil que está presente em muitas espécies de plantas trepadeiras. São estruturas filiformes, e podem ser simples ou apresentar ramificações na extremidade. A principal função das gavinhas é permitir a fixação da planta em suportes que permitam o crescimento vertical.
As gavinhas são normalmente ramos ou folhas modificadas, mas podem ter origem em qualquer órgão aéreo da planta, inclusive flores. Suas funções são ajudar na fixação da planta e no crescimento.
As plantas adaptam-se às flutuações sazonais de temperatura ambiente, alterando inúmeros processos no seu desenvolvimento, como o crescimento e o momento de iniciar o florescimento. Essas modificações são conhecidas como plasticidade térmica no desenvolvimento.
Não se sabe como as primeiras plantas terrestres surgiram, mas acredita-se que foi um grupo de algas verdes denominados Chlorophyta que apresentava um genótipo e fenótipo bem diverso que permitiu sua sobrevivência em áreas pantanosas sujeitas a períodos alternados de inundação e seca.
As gavinhas são folhas modificadas que lembram pequenas molas (veja figura abaixo). Essas estruturas possuem como principal função fixar a planta, enrolando-se sobre suportes. As gavinhas podem ser observadas, por exemplo, no chuchuzeiro e no maracujazeiro.
As gavinhas podem ter origem caulinar ou foliar. Gavinhas caulinares podem ser observadas, por exemplo, no maracujazeiro. Outra especialização dos caules são os espinhos, que atuam na defesa da planta e se caracterizam por serem estruturas duras e pontiagudas.
Melhor seriam se fossem conhecidas como plantas insetívoras, pois se alimentam de pequenos insetos, ácaros e pequenos organismos que inadvertidamente caem em suas urnas, que nada mais são do que folhas modificadas.
Nos cactos, por exemplo, temos espinhos que são folhas modificadas. Nesses organismos, os espinhos também ajudam evitando a perda excessiva de água. Vale salientar que nos cactos, como os espinhos não fazem fotossíntese, esse processo é realizado nos caules.
Denominam-se raízes adventícias todas aquelas que, secundariamente, nascem nos caules ou nas folhas de qualquer vegetal, independentemente da raiz primária do embrião.
Note que essas plantas têm um caule verde e roliço – e não um tronco marrom e lenhoso, como o das árvores. Ele é verde por causa da clorofila. E é nele que ficam os estômatos.
Os estômatos são estruturas observadas na parte aérea do vegetal, sendo abundantes em folhas. Estômatos (termo derivado de estoma, palavra grega que significa “boca”) são aberturas observadas na epiderme vegetal que garantem a realização de trocas gasosas entre o vegetal e a atmosfera.
Tanto espinhos quanto acúleos estão relacionados com a função de defesa de uma planta, evitando que ela sofra herbivoria. Além da função de proteção, os espinhos podem ajudar contra a perda excessiva de água, como é o caso das Cactaceae. Uma interação interessante entre animais e espinhos ocorre nas acácias.
Porque a bananeira tem o tronco considerado falso?
Pseudocaule é um termo botânico que se refere a falsos caules, por exemplo, as bananeiras não tem um caule verdadeiro pois este é composto apenas por restos de suas grandes bainhas foliares superpostas.
A radícula é a primeira parte a emergir da semente, responsável por fixar a plântula ao solo e iniciar o processo de absorção e condução dos nutrientes minerais.
Quanto à cebola ela é um bolbo. Trata-se também de um caule especializado. Ela é composta por uma espécie de caule subterrâneo situado na base da cebola, rodeado por folhas modificadas dispostas em camadas. A cenoura e, já agora, o nabo e a beterraba, são raízes.
Planta de textura herbácea, ela apresenta folhas cilíndricas, ocas, verdes, macias e aromáticas. Apresenta um bulbo tunicado de tamanho variável, formado por camadas sobrepostas e concêntricas das bainhas das folhas, carnosas e suculentas, que acumulam material de reserva.
As plantas se multiplicam basicamente de duas maneiras na natureza: por sementes, chamada de propagação sexuada, e/ou por meio de partes vegetativas (galhos, ramos, raízes e folhas), chamada de propagação assexuada.
Existem diversos tipos de caules: Tronco; Rizomas; Estolões; Gavinhas. Mas nesta aula, vamos conhecer dois tipos que estão muito presentes na nossa alimentação: Tubérculos e os Bulbos. Os tubérculos são caules subterrâneos que acumulam substâncias de reserva energética.
Análises detalhadas de mais de mil fósseis de vegetais sugerem que a Montsechia vidalii, uma espécie de água doce identificada há mais de 100 anos na Espanha, seja a mais antiga planta com flor do mundo, arrebatando o título das mãos de outra planta antiga, a Archaefructus sinensis, descoberta a partir de fósseis de ...
O xilema é um tecido vascular encontrado por todo o corpo da planta que apresenta células, em sua grande maioria, com paredes espessas e lignificadas. Nesse tecido, observamos tipos celulares como os elementos traqueais, as fibras e as células parenquimáticas.
O oxigênio é absorvido pelos estômatos, que são pequenos poros que podem ser encontrados nas folhas de todas as árvores, além de outras plantas vasculares, através deles libera dióxido de carbono (CO2) e absorve o oxigênio em torno deles.