Incompatibilidade de Rh (quando a mãe tem sangue Rh negativo e o feto tem sangue Rh positivo) Uso de substâncias, como cocaína, álcool ou tabaco. Ferimentos graves. Infecções, como a infecção por citomegalovírus ou rubéola.
Um aborto espontâneo pode ser causado por determinadas infecções virais, tais como uma infecção por citomegalovírus ou rubéola. Outras causas incluem quadros clínicos, tais como diabetes ou doenças autoimunes.
As causas mais comuns desse quadro incluem: Alterações genéticas do embrião (causa genética) Anomalias anatômicas do útero (causa anatômica) Desregulações autoimunes na gestante (causa autoimune)
Acredita-se que alguns abortos acontecem no início da gestação, quando podem estar relacionados a uma rejeição imunológica do próprio organismo materno, que percebe o embrião como um corpo estranho e o elimina. Alterações hormonais e distúrbios genéticos, no entanto, são consideradas as principais causas.
Suspeita-se que o contato do útero com altos níveis de hormônios, como o cortisol, e a crescente tensão na musculatura da mulher sejam os principais responsáveis por essa consequência. Já em início de gravidez, o maior risco é de o estresse desencadear um aborto espontâneo.
Uso de substâncias, como cocaína, álcool ou tabaco. Ferimentos graves. Infecções, como a infecção por citomegalovírus ou rubéola. Determinados problemas de saúde que não são tratados durante a gravidez, como diabetes, hipoatividade da glândula tireoide ou hipertensão arterial.
Estou grávida e quero interromper a gravidez. O que devo fazer? Deve dirigir-se a um serviço de saúde na sua área de residência. Pode consultar a lista dos estabelecimentos de saúde oficiais, e oficialmente reconhecidos, para realização da interrupção da gravidez por opção da mulher (artigo 142º do código penal).
Atividade de alto risco de queda, como andar a cavalo, escalar, esquiar, patinar ou saltar de paraquedas devem ser evitados durante toda a gestação. Isso porque ao cair podem ocorrer traumas na barriga e afetar o bebê, causando complicações na gravidez ou até mesmo aborto.
Esses problemas podem incluir: Ruptura prematura da placenta (quando a placenta se desprende do útero precocemente) Entrada do sangue do feto na corrente sanguínea da mãe. O prolapso do cordão umbilical (quando o cordão sai da vagina antes do bebê)
Os medicamentos utilizados para induzir o aborto incluem a mifepristona (RU 486) seguida por uma prostaglandina, como, por exemplo, o misoprostol. A mifepristona, tomada por via oral, bloqueia a ação do hormônio progesterona, que prepara o revestimento do útero para uma gravidez.
Dactil-OB provou ser o mais satisfatório de uma série de anticolinérgicos (substâncias que inibem a produção de um neurotransmissor, chamado acetilcolina) testados por seu valor na prevenção de contrações prematuras do útero.
Ameaça de abortamento nada mais é do que um sangramento vaginal no início da gravidez. Nem todos os casos de sangramento nesse período evoluem para aborto, mas é necessário acompanhamento cuidadoso. Na Clínica Ellas realizo todos os tipos de ultrassons da gestação, isso garante um acompanhamento mais seguro e eficaz.
As dores após um aborto podem ser sentidas como cólicas ou pressão. É comum sentir algumas cólicas, sensações doloridas gerais e de pressão imediatamente após os diversos tipos de aborto (3, 6).
Durante as primeiras semanas da gestação o útero está encaixado atrás do osso pélvico, por isso, pequenas quedas durante esta etapa não costumam ser preocupantes. No entanto, a partir do fim do segundo trimestre de gestação as quedas se tornam mais preocupantes, principalmente se houver trauma direto ao abdome.
Existem dois métodos para interromper a gravidez: método cirúrgico e método medicamentoso. A mulher poderá escolher o método que pretende, embora a decisão deva ser tomada em conjunto com o médico, que pode avaliar o método clinicamente mais adequado à situação.
Apenas mulheres entre 9 e 60 anos podem requerer um aborto no SUS. Para essa prática, é necessário que o hospital e a equipe médica sigam as as normas técnicas do Ministério da Saúde. A paciente tem direito, por exemplo, a um acompanhante durante toda a permanência do estabelecimento.
A mifepristona bloqueia um hormônio chamado progesterona, que ajuda o corpo a manter o interior do útero. A progesterona é necessária para a continuação da gravidez. A droga interrompe a gravidez, enquanto a segunda pílula, o misoprostol, esvazia o útero.
A perda gestacional precoce ou aborto espontâneo precoce ocorre em cerca de 15% das gestações. Segundo a dra. Maria Virgínia, a principal causa é genética. “Até esse primeiro trimestre, 70% [das perdas gestacionais] são [causadas por] alterações cromossômicas do embrião.
O ibuprofeno, um dos anti-inflamatórios mais populares do mercado, pode desencadear aborto espontâneo. O captopril, que controla a hipertensão, pode matar o bebê por falência renal. O antibiótico tetraciclina pode deformar os ossos do feto e deixar os dentes com manchas acinzentadas.
Algumas malformações uterinas, congênitas (como útero septado) ou adquiridas (como miomas e sinéquias),também aumentam as chances de perder o bebê no início da gravidez. Além disso, existem doenças que, se não tratadas corretamente, podem culminar em um aborto espontâneo.
Estresse ao extremo pode fazer com que uma mãe acabe perdendo o bebê, mas é preciso que se trate de uma coisa muito séria. Um simples susto para espantar o soluço não vai causar mal à gravidez. A maior parte dos abortos espontâneos não tem causa conhecida ou ocorre por um fator além da possibilidade de controle.
A maioria dos abortos espontâneos ocorre devido a um problema no feto (doença genética). Outras causas menos comuns envolvem a saúde da mulher, como anomalias no útero, infecções e alterações de coagulação do sangue (trombofilias).