Apesar de ser um animal gigantesco, o tubarão-baleia não é um grande predador dos oceanos. Ele alimenta-se de pequenos organismos, tais como pequenos crustáceos que formam o chamado plâncton. Eles também comem alguns peixes e moluscos, como as lulas.
Alimenta-se, por sucção, de fitoplâncton, macro-algas, plâncton, krill e pequenos peixes e invertebrados engolidos inteiros. Entre fechar a boca e abrir os arcos branquiais, o plâncton é encurralado contra os dentículos dermais. Praticamente somente a água (cerca de 6 mil litros/h), passa por este coador natural.
Orcas atacam tubarão-baleia: estratégia predatória intrigante. Orcas cercam tubarão-baleia no México, atacando seu fígado em ação mortal. Comportamento peculiar revela inteligência e estratégia predatória das orcas, destacando a complexidade dos ecossistemas marinhos.
Um novo estudo descobriu que tubarões-baleia não são totalmente carnívoros. Tubarões-baleia são os maiores peixes do mar e, como filtradores, eles não têm a mesma reputação sanguinária de seus parentes.
O tubarão-baleia habita todos os mares tropicais e temperados quentes. É principalmente pelágico e pode ser encontrado em habitats costeiros e oceânicos vivendo em mar aberto, mas não nas maiores profundidades do oceano, embora se saiba que ocasionalmente mergulha a profundidades de até 1 900 metros (6 200 pés).
CONHEÇA AS CURIOSIDADES DO MAIOR PEIXE DO MUNDO: O TUBARÃO-BALEIA
Tem tubarão-baleia no Brasil?
O tubarão-baleia, considerado o maior peixe do mundo, foi visto pela segunda vez no mar do Espírito Santo, pelo projeto Amigos da Jubarte. O animal foi encontrado por acaso no dia 21 de junho deste ano, na primeira campanha de pesquisa da temporada de cetáceos, mamíferos adaptados ao ambiente aquático.
Isso é cerca de dez mil vezes o que um grande tubarão branco consegue fazer: sua mordida tem a pressão máxima de 560 kg. Só tem um problema. O peixinho em questão é o Dunkleosteus terrelli, extinto e impossível de encontrar em qualquer peixaria ou oceano nos últimos 400 milhões de anos.
O tubarão-branco, também chamado de grande branco, tem a fama de ser o mais feroz e agressivo de todos os tubarões, característico por atacar quem encontra pela frente e acompanhar navios oceanos afora, o que o tornaria um flagelo nos naufrágios.
Possuem os sentidos super aguçados: seu olfato é tão potente que pode identificar a presença de uma gota de sangue a quilômetros de distância, sua visão também é bem desenvolvida, ele enxerga bem até mesmo no escuro.
É importante lembrar que tubarões não se alimentam de carne humana. Os motivos para ataques são variados: desequilíbrio ambiental, defesa do território ou confusão (Sim, os tubarões mordem ao confundir o ser humano com uma presa). O nível de agressividade das espécies também é variado e deve ser levado em conta.
Entre as 24 mil espécies avaliadas de peixes, o tubarão-baleia é o vencedor! Apesar de conter o nome “baleia”, ele não é mamífero, nem se parece com essa grandona. O maior peixe do mundo tem um nome científico bem específico: Rhincodon typus.
No entanto, ainda não se sabe ao certo se as vértebras realmente podem ser um parâmetro para prever a idade de um tubarão. “Estimar a idade de tubarões geralmente é difícil”, diz Shivji. De acordo com o método de modelos matemáticos, tubarões-baleia se tornam maduros aos 25 anos e podem viver até 130.
A enciclopédia destaca as orcas (Orcinus orca) e os tubarões brancos (Carcharodon carcharias) como alguns dos predadores que costumam devorar tubarões-baleia de até oito metros de comprimento.
O maior tubarão predador existente hoje em dia é o grande tubarão-branco. Ele costuma atingir 4,9 metros de comprimento – ou seja, o megalodonte pode ter sido três ou quatro vezes maior do que ele. Quem pode ser comparado com o megalodonte é o tubarão-baleia moderno.
Os tubarões-martelo não costumam ser agressivos, e ataques a humanos é muito raro, ocorrendo, na maioria das vezes, em situações em que foram provocados, mesmo que acidentalmente. Não há registro de mortes, de indivíduos de nossa espécie, causadas por eles.
Eles costumam descansar durante o dia e se alimentam de animais como lulas, polvos e crustáceos à noite. De acordo com os cientistas, apenas fêmeas foram encontradas adormecidas no fundo do mar. Eles explicam que os machos normalmente vivem isolados, exceto durante o acasalamento.
O cação-lixa (Ginglymostoma cirratum), também encontrado no litoral nordeste, o pequenino cação-frango (Rhizoprionodon lalandii) e o tubarão-martelo (Sphyrna sp.), presentes na costa sul e sudeste, são reconhecidamente inofensivos, assim como muitas outras espécies.
Os animais que podem provocar acidentes nas praias são os ouriços-do-mar, as águas-vivas e caravelas e alguns peixes venenosos como os bagres e, mais raramente, as arraias e os peixes-escorpião. Outros peixes podem causar traumatismos graves, como os tubarões ou moréias, em situações ainda mais raras.
O litoral do Recife é o ponto que mais sofre de ataques de tubarão em toda a América do Sul. Uma das praias mais perigosas é também uma das mais frequentadas: trata-se da praia de Boa Viagem, onde diversos cartazes indicam aos turistas a presença destes animais.
Também é conhecido como Stonefish, e pode ser facilmente confundido com pedras ou corais. Possui a capacidade de sobreviver até um dia fora d'água. Ele possui 13 espinhas mortais escondidas sob sua barbatana dorsal.
Jonas sabia que Deus havia mandado a tempestade porque ele fugiu. Ele disse aos marinheiros que o jogassem ao mar para que a tempestade parasse. Deus enviou uma baleia para salvar Jonas. Ele ficou na barriga do animal por três dias.
Conhecido como “diabo negro” (Melanocetus johnsonii), o animal é um habitante da zona abissal, a região mais profunda do oceano, onde a luz solar não chega e a pressão é extrema e raramente é visto tão perto da luz do dia.