É importante ter cuidado com o consumo de determinados alimentos ultraprocessados que levem adoçantes industrializados como o aspartame e a sucralose. Nesses casos, eles podem acabar estimulando os nervos cerebrais, sendo contraindicados para quem sofre de crises epilépticas.
Alimentos com muito carboidrato e pouca proteína, como macarrão, aveia, amido de milho, arroz, pão, bolos, biscoitos, leite de vaca, bebidas alcoólicas e processados, normalmente, são excluídos da dieta, já que também são pobres em gorduras.
Uma pessoa em convulsão não irá engolir a própria língua; não tente fazer procedimentos de respiração boca-a-boca; não ofereça água ou comida até que ela esteja totalmente consciente.
Qual a alimentação adequada para quem tem epilepsia?
A Alimentação para Pessoas com Epilepsia. A dieta cetogênica, como é chamada, foi inicialmente descrita por Hugh Conklin, um pediatra de Michigan. Esse tipo de alimentação para pessoas com epilepsia é rica em gordura, pobre em carboidratos e com proteína em quantidades normais.
Em geral as epilepsias não costumam piorar outras doenças, exceto quando não tratadas adequadamente. Dentre as doenças que podem piorar estão a depressão, transtornos de ansiedade e distúrbios de memória e do sono.
O que uma Pessoa com Epilepsia NÃO Pode Fazer? Trecho do Vídeo "A Evolução da Epilepsia"
O que ativa a epilepsia?
As causas da epilepsia são muitas vezes desconhecidas, mas podem estar associadas a fatores como lesões no cérebro, traumatismo craniano, febre, tumores cerebrais, infecções como a meningite, neurocisticercose, baixos níveis de açúcar no sangue e malformações congênitas.
Pacientes com epilepsia devem incluir em sua dieta diária castanhas, azeite, óleo de coco, manteiga, queijos mais gordurosos e curados, abacate, ovo, gordura natural dos peixes, das carnes, vegetais e folhas — explica.
Alimentos com o IG abaixo de 50, como carnes, laticínios, algumas frutas, grãos integrais e alguns tipos de pão podem ser parte do cardápio nesse contexto.
A verdade é que, embora a doença não possa ser impedida, é possível evitar as crises adotando alguns hábitos saudáveis no dia a dia e evitando fatores desencadeantes. E não, o hábito de tomar café não tem qualquer relação com a epilepsia, nem facilita uma convulsão.
Em adultos, por exemplo, as causas tendem a ser os traumatismos, tumores cerebrais e AVC. Já em crianças, as causas estão mais frequentemente relacionadas a condições do neurodesenvolvimento, problemas no período neonatal e predisposição genética. Independente da causa, a epilepsia tem tratamento.
O tratamento para epilepsia é feito com o uso de remédios anticonvulsivantes, como carbamazepina, ácido valproico ou fenitoína, por exemplo, pois ajudam a controlar os impulsos nervosos no cérebro, controlando ou diminuindo a frequência e a intensidade das crises epiléticas.
Sim , não ha restrições alimentares para quem toma fenobarbital, porém pacientes com epilepsia deve evitar tomar líquidos estimulantes como café, refrigerantes, chocolates no período da noite , para não preojudicar o sono, porque não dormir bem pode desencadear crises epilépticas. Dra Marcia Regina, Neuropediatra.
Quem sabe que é epiléptico pode prevenir as crises fazendo uso correto do medicamento. Não ingerir bebidas alcoólicas, evitar o jejum prolongado e a privação de sono são fatores importantes para impedir casos futuros de crise epiléptica.
Qual a melhor alimentação para quem tem epilepsia?
Dieta cetogênica é uma opção de tratamento para pacientes com epilepsia, que não têm suas crises controladas com medicações. Sua adoção pode resultar na redução no número de crises e melhora do neurodesenvolvimento. É uma dieta rica em gordura, pobre em carboidrato e com quantidade controlada de proteínas.
As associações carbamazepina valproato e fenitoína clobazam são as melhores na opinião dos especialistas. Para pacientes em uso de valproato, as duas drogas escolhidas como de primeira linha para associação foram o clobazam e a lamotrigina.
* Carbamazepina, fenitoína e lamotrigina podem piorar a mioclonia e exacerbar as convulsões em pacientes com a síndrome de Dravet. † A lamotrigina pode agravar as crises mioclônicas em alguns pacientes com epilepsia mioclônica juvenil.
Um dos mitos da epilepsia está relacionado com o enrolar da língua no momento da convulsão. Uma das práticas não recomendadas é colocar a mão na boca do indivíduo. “O paciente precisa ser protegido de se machucar, sendo colocado em um local confortável e posicionado de lado.
Pessoas portadoras de epilepsia devem tomar este medicamento com cuidado, devido ao possível aumento da potência dos medicamentos para epilepsia provocada pela prometazina.
A exposição a luzes intermitentes ou a padrões de luz e escuridão pode desencadear convulsões em pessoas com epilepsia fotossensível. No entanto, é importante notar que nem todas as pessoas que experimentam desconforto visual ou desorientação em resposta a luzes piscantes possuem essa condição.
As crises epilépticas podem acontecer durante o sono, devido às mudanças hormonais que acontecem enquanto se dorme, e na atividade elétrica do cérebro durante o ciclo sono/vigília. Em algumas pessoas, a falta de sono pode interromper esses sinais, também ocasionando uma convulsão.