Passando pela coletoria, Jesus viu Levi, um publicano, e o chamou para ser seu discípulo. Aquele convite era tão surpreendente, que o coletor deixou tudo e seguiu o Mestre.
Jesus disse a mulher pega em adultério: "Eu também não a condeno. Agora vai e abandone sua vida de pecado" (Lc 8.11). A resposta de Levi é total - ele se levantou, deixou tudo e o seguiu. Estava acomodado ao pecado e preso a ele.
Um dia, depois de pregar, Jesus caminhava pelas ruas da cidade de Cafarnaum e encontrou com o cruel Levi. Olhou-o com firmeza nos olhos e disse: “Segue-me”. Levi, imediatamente, levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus: São Mateus, Apóstolo e Evangelista (séc.
São Mateus era conhecido como Levi, um pecador, um cobrador de impostos. Abandonou sua profissão e seus pecados para se tornar um dos Doze Apóstolos. Para mostrar sua mudança de vida, deixou para trás o nome recebido de seus pais para se tornar Mateus.
ALGUMAS LIÇÕES COM O CHAMADO DE LEVI - MENSAGEM QUE EDIFICA LUCAS 5: 27-28 (Jesus Está Chamando)
Quem foi Levi para Jesus?
Levi também é o nome pelo qual o apóstolo Mateus era conhecido antes de seu encontro com Jesus, assim como o nome de um dos ancestrais da linhagem de Jesus, entre outros personagens menores listados em diversas linhagens.
Os evangelistas Lucas e Marcos também o chamam de Levi, o nome dado pelo seus pais – ele mudou o nome como uma forma, típica da época, de indicar a mudança de vida. O nome Mateus, algumas vezes, foi citado nos Atos dos Apóstolos. O anúncio de Cristo foi a sua missão.
O arqueólogo Patrick McGovern, professor do Museu de Arqueologia da Universidade da Pensilvânia diz que o vinho servido na Santa Ceia seria muito parecido com o Amarone, um vinho do Vêneto feito com uvas secas. Ele chegou a essa conclusão com base em evidências das práticas de vinificação daquele momento histórico.
Reflexão: Mateus, chamado também Levi, era cobrador de impostos. Estava, portanto, a serviço dos ocupantes romanos, razão pela qual era malvisto e desprezado pelos doutores da Lei e pelos fariseus. No entanto, foi a ele que, enquanto exercia sua profissão, Jesus chamou: “Siga-me”.
AS 12 CASAS QUE JESUS ENTROU E TRANSFORMOU Vamos aprender o que aconteceu nas doze casas que Jesus entrou: 1- Casa do Casamento em Caná: João 2.1-11 Jesus levou ALEGRIA. A família de Jesus foi convidada para um casamento em Caná da Galiléia. Durante a festa, acabou o vinho, então a festa também terminaria.
Ele queria uma nova vida que só Jesus poderia oferecer. Ele era tão especial para Jesus, que além de ter sido chamado para ser seu discípulo, posteriormente foi escolhido para ser apóstolo (Lucas 6:15).
Eram os principais mestres nas sinagogas, o que os favoreceu como elemento de influência dentro do judaísmo após a destruição do Templo. São precursores por suas filosofias e ideias do judaísmo rabínico.
Os publicanos, ou publicani, que em grego tinham o nome de telonai, eram pessoas contratadas pelo Estado Romano para recolherem os impostos, sendo os contratos celebrados de cinco em cinco anos.
Depois disso Jesus saiu e viu um cobrador de impostos, chamado Levi, sentado no lugar onde os impostos eram pagos. Jesus lhe disse: — Venha comigo. Levi se levantou, deixou tudo e seguiu Jesus. Então Levi fez para Jesus uma grande festa na sua casa.
De todos os doze apóstolos, João, o Apóstolo Amado e filho de Zebedeu, tornou-se o mais destacado teólogo, tendo morrido de morte natural, em Éfeso, no ano 103, quando tinha 94 anos.
Até o século IV da era cristã, houve uma grande perseguição do império romano contra aqueles que se diziam a favor de Jesus ou professavam a fé n'Ele. O nome de batismo de Mateus era Levi, tornou-se Mateus depois que aceitou o chamado de Jesus e se tornou apóstolo.
São Mateus, também chamado Levi, era cobrador de impostos antes de ser chamado por Jesus para segui-lo. Abandonou sua antiga vida e se tornou um dos doze apóstolos. Seu Evangelho é dirigido aos judeus, destacando Jesus como o Messias prometido e cumpridor das profecias do Antigo Testamento.
Efetivamente, as bebidas alcoólicas são por várias vezes condenadas no decorrer dos textos bíblicos e, por isso, acredita-se que o vinho bebido na Última Ceia era apenas o sumo natural proveniente da uva e não possuía qualquer teor alcoólico.
Esse império oprimia a população por meio de inúmeras imposições oriundas de diversos impostos, bem como pela cultura da violência, tornando muitos judeus como escravos e cúmplices de sua corrupção. O império era auxiliado por um exército bem formado, o que aterrorizava ainda mais a população.
Não havia controle do tempo ou da temperatura da fermentação, nem do teor alcoólico ou da acidez do vinho. A bebida era conservada em recipientes fechados com rolhas de cortiça ou cera, mas sem vedação hermética. Isso permitia a entrada de oxigênio, que oxidava o vinho e alterava sua cor, aroma e sabor.
Todos os apóstolos, por exemplo, eram casados, e nos textos sagrados nunca se fala de suas mulheres e filhos. Só uma vez se nomeia de passagem a sogra de Pedro, a quem Jesus curou de uma doença.
Segundo Mateus 28:1–10, Maria Madalena e uma "outra Maria" teriam ido juntas até o túmulo. Um terremoto ocorreu e um anjo vestido de branco desceu dos céus e rolou a pedra para o lado enquanto as mulheres observavam. O anjo disse-lhes que Jesus havia ressuscitado dos mortos.
Lucas Evangelista viveu no século I da era cristã. De pagão, converteu-se a cristão através do apóstolo Paulo. Escreveu, depois de Mateus e Marcos, o terceiro Evangelho de Jesus Cristo. Exerceu a profissão de médico, conforme se lê no novo testamento da Bíblia Sagrada em Colossenses, capítulo 4, versículo 14.