A obstrução das tubas uterinas também pode ser causada por condições como: infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), hidrossalpinge, infecções no útero ou nas tubas, abortamento sem acompanhamento médico, miomas uterinos, e inflamação das tubas uterinas (salpingite), ou mesmo apendicite com rompimento do apêndice.
Problemas nas trompas de Falópio surgem a partir de quadros clínicos que bloqueiam ou danificam as trompas, incluindo os seguintes: Endometriose. Infecções pélvicas (como a doença inflamatória pélvica) Uma gravidez anterior nas trompas de Falópio (gravidez ectópica)
A técnica consiste na infusão de soluções medicamentosas, como corticoides, anti-inflamatórios ou antibióticos, diretamente nas trompas de falópio, com o objetivo de promover a Desobstrução das Tubas Uterinas e melhorar a permeabilidade tubária.
O que causa trompa obstruída? Diversos motivos podem causar a obstrução. O principal são as infecções transmitidas sexualmente, como a clamídia. Essa doença é responsável pela criação de uma colônia de massa e líquidos no interior das trompas, obstruindo a passagem.
A causa mais comum de obstrução nas trompas são infecções genitais. Geralmente, a fonte de infecção pode ser infecções pélvicas anteriores, infecções sexualmente transmissíveis, uso de espirais, aborto ou infecções pós-parto. As cirurgias intra-abdominais prévias do paciente podem causar aderências nas trompas.
Segundo a medicina chinesa, está comprovada a atuação da acupuntura para equilibrar hormônios e neurotransmissores que afetam a ovulação e a fertilidade feminina. Acupuntura atua na vascularização uterina, na espessura do endométrio e na melhora da libido.
No caso da obstrução das trompas o mais indicado é a fertilização in vitro, embora cada caso seja tratado de forma única e individualizada. Converse com uma equipe qualificada e uma clínica de confiança, que pode te ajudar a ter filhos novamente.
Pode ocorrer, ainda, o corrimento vaginal anormal, com mudança na cor e no cheiro. Outros sintomas comuns são o sangramento fora do período menstrual, dor durante as relações sexuais e em alguns casos a presença de febre. O indício mais comum dessa alteração é a dificuldade para engravidar.
O mais provável é que as trompas não voltem a crescer. Em situações raras, podem crescer novamente após serem cortadas, porém, este é um acontecimento extremamente raro e que demora vários anos para acontecer.
Nesse caso, não há um tratamento medicamentoso ou cirúrgico que possa reverter o quadro, ou seja, não é possível desobstruir as trompas. O exame principal para se identificar a obstrução tubária é a histerossalpingografia (HSG), exame que avalia as trompas e a cavidade uterina.
Histerossalpingografia é um exame de raio-X no qual um contraste é injetado no útero por meio do colo do útero. Esse contraste é visível no raio-X, permitindo a visualização das trompas e identificação de obstruções.
A mulher costuma apresentar dor na parte inferior do abdômen, corrimento vaginal anômalo e, às vezes, febre e sangramento vaginal irregular. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, análise de secreções do colo do útero e, às vezes, exames de sangue ou ultrassonografia. O tratamento é feito com antibióticos.
O tratamento para a desobstrução das tubas uterinas é feito através de cirurgia de laparoscopia, que é menos invasiva, sem incisões, pois é feita por vídeo.
O tratamento da salpingite deve ser orientado por um ginecologista, mas normalmente, é feito com antibióticos na forma de comprimido oral, onde a pessoa faz o tratamento em casa por cerca de 14 dias, ou nos casos mais graves, intravenoso, em que a pessoa permanece internada no hospital e recebe a medicação na veia.
Além da dor, pode ocorrer anorexia (falta de apetite), náuseas e vômitos e, às vezes, febre. A dor, frequentemente relacionada com o início do ciclo menstrual, tem intensidade progressiva em baixo ventre e na mobilização do útero, trompa e ovários.
É possível engravidar depois de fazer a laqueadura? Apesar de pequenas, as chances de uma gravidez acontecer mesmo após a ligadura das trompas existem. A taxa de reversão espontânea da laqueadura é de 0,5% a 1% – aqui no Brasil, estima-se que de uma a cada duzentas mulheres laqueadas acabem engravidando.
Com fórmula natural, o produto promete regular hormônios, fortalecer os óvulos, combater ovários policísticos e, assim, aumentar e acelerar a fertilidade.
Tratamento com hormônios: utilizado quando apenas uma trompa é obstruída, pois estimula a ovulação e aumenta as chances de gravidez através da trompa saudável; Fertilização in vitro: usada quando os outros tratamentos não funcionaram, pois o embrião é formado em laboratório e depois implantado no útero da mulher.
A obstrução nas trompas pode ser causada por infecções ginecológicas, como a clamídia ou gonococos; pela formação de cicatrizes após cirurgias, pela endometriose, ou quando a mulher decide fazer a laqueadura para não ter mais filhos. Em algumas situações, é possível realizar uma cirurgia para desobstrução.
Importância do exame e por que fazer? A histerossalpingografia (HSG) é a ferramenta diagnóstica mais utilizada na pesquisa das obstruções das trompas e aderências na pelve que podem bloquear parcial ou totalmente as regiões peritubáricas, que são contribuintes comuns para a dificuldade de engravidar.
As chances de gravidez para quem possui alguma alteração nas trompas são menores, mas existentes. Com tratamento adequado e acompanhamento médico, é possível ter uma gestação saudável. E, com a ajuda da medicina reprodutiva, existem ótimas porcentagens de sucesso a cada ciclo.
A histerossalpingografia apenas analisa o interior do útero e das trompas para verificar se há anormalidades. Outras estruturas pélvicas são avaliadas apenas através do ultravaginal, ressonância magnética ou visão direta como na videohisteroscopia e videolaparoscopia com ressonância magnética ou ultrassom.
Mesmo com o diagnóstico de trompas obstruídas é possível engravidar, porém é necessária a avaliação médica para definir o melhor procedimento. As possibilidades vão desde cirurgias para desobstrução até tratamentos de Reprodução Assistida, através da Fertilização in vitro. Texto: Dra. Daiane Pagliarin – Ginecologista.