O chamado “Tostão de Pedro” era uma taxa paga pelos servos ao senhor feudal para compra de armas e contratação de mercenários para a defesa do feudo. “O Brasil apresentou um desenvolvimento industrial e econômico tardio.
Também beneficiada pelo sistema de obrigações, a Igreja recebia – em épocas especiais – uma taxa denominada Tostão de São Pedro, que tinha parte de seu valor destinado ao Vaticano.
Por fim, o imposto da mão morta é uma demonstração cabal de até onde podia chegar a exploração dos senhores feudais sobre os servos, pois, além de herdar a servidão dos pais, quando estes morriam, os filhos ainda deveriam pagar mais essa taxa, para continuarem servindo ao mesmo senhor.
Os servos deviam pagar várias taxas e tributos aos senhores feudais, tais como: corveia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), talha (metade da produção), banalidade (taxas pagas pela utilização do moinho e forno do senhor feudal). A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura.
Durante o feudalismo, a talha era um tributo que era pago pelos vassalos para o custeio da defesa do feudo. Consistia de parte da produção realizada na unidade agrícola (feudo). Era a porcentagem da produção obtida do trabalho no manso servil que era para o Senhor Feudal.
História do Apóstolo Pedro (estudo Bíblico) | # 116
O que era o dízimo no feudalismo?
Dízimo: 10% da produção devia ser paga à igreja; Talha: uma parte da produção deveria ser paga ao senhor feudal; Banalidade: pagamento que possibilitava a utilização de bens do feudo, a exemplo de moinhos, fornos, estradas, etc. Havia um grupo de trabalhadores chamados de ministeriais.
Qual era a diferença entre servo e escravo no feudalismo?
A principal diferença entre o servo e o escravo é justamente a questão da propriedade. Enquanto os escravos eram de seus senhores — e podiam, portanto, ser trocados ou vendidos em transações comerciais —, os servos não pertenciam a ninguém. A relação estabelecida, nesse caso, era a de dependência, não de propriedade.
A capitação foi um processo de cobrança de direitos régios que sofreu dura contestação. Aprovada e executada a partir de 1735, poucos anos depois surgem tentativas de revogar o processo e de regressar à forma anterior de cobrança; tentativas que se vão sucedendo, tendo êxito em 1750, quando o novo rei D.
GABARITO A: A corveia era uma obrigação feudal em que o servo era obrigado a trabalhar de três a quatro dias nas terras do nobre proprietário de terras.
O quinto era um imposto sobre a extração de metais preciosos, como o ouro e a prata. Ele consistia na cobrança de 20% de todo o metal extraído, sendo que 1/5 (ou seja, o quinto) era destinado à Coroa Portuguesa. A derrama era um imposto cobrado quando a arrecadação do quinto não atingia a meta estabelecida pela Coroa.
Os laços de dependência que se estabeleciam entre o suserano e o vassalo eram definidos com base no contrato de enfeudação. Esse acontecimento era realizado em cerimônias solenes. O contrato se realizava por meio de três atos, mas poucas vezes colocados por escrito.
A Talha era uma das obrigações feudais, na qual o servo deveria repassar para os seus senhores feudais metade de tudo aquilo que ele produziu. (Exemplo) Se um servo produzir 12 quilos de arroz, 6 quilos terão que ser repassados para o seu senhor feudal, pois este será o pagamento da talha.
Tostão era uma moeda de 80 réis no período Colonial e Imperial. Nessas moedas não se via a "cara grande", mas apenas o brasão real ou imperial. Foram cunhados tostões (80 réis) em prata de 1695 a 1833, em cobre somente a partir de 1811, sendo mais comuns apenas a partir de 1818.
Banalidades eram tributos da época feudal pagos pelo servo para a utilização de bens de propriedade do senhor feudal, pela utilização de equipamentos e instalações do senhorio (celeiros, fornos, moinhos, pontes, etc), pois o senhor feudal detinha todos estes equipamentos.
A talha (taille em francês) foi um imposto francês direto, sendo um dos mais importantes entre o período do século XV e a Revolução Francesa. Também foi o imposto mais rentável para a França na época. O nome, talha, faz referência ao entalhe que era feito em uma madeira quando o tributo era cobrado.
As reservas senhoriais ,eram terras exclusivas do senhor feudal, tudo o que fosse produzido pertencia ao senhor. Os mansos servis eram terras onde os servos retiravam o seu sustento e os recursos necessários para cumprir com as obrigações devidas ao senhor.
A corveia ou corveia real (do latim corrogare, exigir, através do francês corvée) é uma obrigação presente no modo de produção feudal e correspondia ao pagamento através de serviços prestados nas terras ou instalações do senhor feudal ou feudo vassal ou estado.
Mão de Vumbe ou Mão de Nvumbe ou tirar mão de Vumbi, Maku Nvumbi, significa fazer cerimônia para tirar a mão do falecido, feita após um ano do Ntambi (cerimônia fúnebre). Cerimônia que é realizada nas pessoas que foram iniciadas pela pessoa que morreu, ou seja: tirar a mão do morto.
O manso comunal era compreendido como todos os terrenos da propriedade que poderiam ser utilizados concomitantemente pelo senhor feudal e os seus servos.
Mãos-mortas era o nome que recebiam os bens das igrejas e comunidades religiosas que estavam sob proteção especial do monarca. Os bispos e frades não podiam vendê-los, em todo o caso solicitavam o consentimento do conselho municipal.
Resumo: A questão da escravidão nas sociedades da Alta Idade Média é caracterizada por um alto grau de complexidade. Diferentemente de outras sociedades marcadas pela presença de escravos, nos primeiros séculos do medievo a escravidão não foi exatamente definida por questões econômicas, raciais ou religiosas.
A servidão na Bíblia refere-se ao estado de submissão e dependência de um indivíduo em relação a outro, seja por motivos econômicos, sociais ou políticos.
O servo era o camponês subordinado ao senhor não sendo, contudo, escravo dele. Tinha obrigações, cultivava a terra pertencente ao senhor (a “reserva senhorial”), prestava serviços ao senhor (trabalhos artesanais, domésticos etc) e pagava para usar moinho, forno e outras instalações senhoriais.