O Eforato foi uma instituição própria de um Estado-nação que, ao contrário de Atenas, mantinha e misturava instituições dos tempos gentílicos com instituições e práticas mais condizentes com a democracia.
A autoridade executiva espartana era desempenhada pelo Eforato. Seus membros eram chamados de éforos e compunha de cinco membros influentes, com mandato de um ano e responsáveis em guardar a tradição espartana. Os membros da Àpela também elegiam os éforos.
Gerúsias (em grego clássico: γερουσία gerousia, "senado") era um conselho de anciãos da Grécia Antiga, em especial de Esparta. As Gerúsias espartanas, tanto a arcaica quanto a clássica, compreendiam 28 membros ou Gerontes, com idade acima de 65 anos, originados de famílias que lideravam juntamente com os reis.
O Eforato foi uma instituição própria de um Estado-nação que, ao contrário de Atenas, mantinha e misturava instituições dos tempos gentílicos com instituições e práticas mais condizentes com a democracia.
A Ápela , era uma assembléia formada por, cidadãos espartanos,com mais de trinta anos, que elegia os membros da Gerúsia que, aprovavam ou rejeitavam, as leis encaminhadas por eles. Correspondia à Eclesia, em Atenas.
Gerúsia: era um conselho de anciãos formado por 28 esparciatas com mais de 60 anos e pelos dois reis. Era responsável pela elaboração das leis e dos projetos que seriam encaminhados para aprovação ou rejeição na Apela.
[ História ] Órgão governativo de Esparta, na Grécia antiga, composto por um conselho de 28 gerontes com mais de 60 anos e presidido por dois reis. Origem etimológica: grego gerousía, -as, conselho dos mais velhos, senado.
Hilotas – pessoas submetidas ao regime de servidão. Não possuíam direitos políticos e eram considerados propriedade do Estado. Os hilotas viviam em péssimas condições e, muitas vezes, eram vítimas de massacres por parte dos espartanos para evitar rebeliões.
Os éforos (em grego clássico: Ἔφορος, ἐπί epi, "sobre" e ὁράω horao, "ver", ou seja "aquele que prevê") eram líderes da antiga Esparta que compartilhavam do poder com os reis de Esparta. Cinco éforos eram eleitos anualmente, eles "juravam em nome da cidade", enquanto os reis juravam por si mesmos.
O laconismo remete à capacidade de ser breve e conciso na comunicação, usando poucas palavras para expressar as ideias ou mensagens a se expor. A origem do termo remete à Lacônia, região da Península do Peloponeso, onde se localizava Esparta. Os espartanos eram conhecidos por usarem poucas palavras para se expressar.
Quem foi o traidor? Segundo crônicas históricas e o filme, Efialtes. Efialtes nasceu com gravíssimos problemas físicos. Segundo a rigorosa lei de Esparta, deveria ter sido porto logo após o parto.
O Ostracismo foi um tipo de punição existente em Atenas, no século V a.C, na qual, o cidadão, geralmente um político, que atentasse contra a liberdade pública, era votado pelos outros cidadãos para ser banido ou exilado, por um período de dez anos.
Metecos: Eram os estrangeiros residentes em Atenas, geralmente se dedicavam ao comércio. O fato de Atenas ter sido uma cidade cosmopolita contribui para uma grande presença de metecos.
A Gerúsia, por sua vez, era uma espécie de senado e só contava com a participação de esparciatas com mais de 60 anos de idade. Essa instituição era composta por 28 esparciatas que ocupavam seu cargo pelo resto de suas vidas.
A religião ocupou, em Esparta, um lugar mais importante do que em outras cidades. O grande número de templos e santuários é disso revelador: quarenta e três templos dedicados a divindades, vinte e dois templos de heróis, uma quinzena de estátuas de deuses e quatro altares.
Esparta atingiu seu auge no seculo 5 a.C., após derrotar Atenas na Guerra do Peloponeso. Mas este domínio teve vida curta: em 317 a.C., os espartanos caíram diante das forças da cidade de Tebas, o que marcou o início de seu declínio.
A Ápela , era uma assembléia formada por, cidadãos espartanos,com mais de trinta anos, que elegia os membros da Gerúsia que, aprovavam ou rejeitavam, as leis encaminhadas por eles. Correspondia à Eclesia, em Atenas.
Os eupátridas, em Atenas (na Grécia Antiga), eram aqueles considerados bem-nascidos (eu = Bom, pátrida = parido), ou seja, filhos da elite. Formavam a aristocracia governante da pólis (cidade). Eram os proprietários de terras e escravos.
Esparta era governada por uma diarquia, isto é, um governo que possuía dois reis, sendo eles herdeiros de famílias que exerciam essa função, segundo o mito de origem grego, desde que os descendentes de Herácles retornaram para a Lacônia e estabeleceram-se na região, junto aos dórios.