Quando as palavras são pronunciadas incorretamente, comete-se cacoépia. É comum encontrarmos erros de ortoépia na linguagem popular, mais descuidada e com tendência natural para a simplificação. Podemos citar como exemplos de cacoépia: - “guspe” em vez de cuspe.
A parte da fonética que trata do correto conhecimento da sílaba predominante, ou seja, da exata acentuação tônica das palavras é a chamadaprosódia. Quando se comete um erro de pronúncia, deslocando o acento tônico de uma sílaba para outra, ocorre umasilabada.
Aproximação entre palavras que gera um som desagradável ou um vocábulo com sentido ridículo ou obsceno. Exemplos: Ué, a Júlia estava aqui perto de mim! Cadê ela, gente!
1 Dizer ou fazer algo para causar riso ou chacota; fazer troça a, zombar de; cachetar, ridicularizar, zoar: Caçoava os adversários políticos. Não caçoo de ninguém. Você caçoa, sim.
1 Que manifesta belicosidade; combativo, exaltado. 2 por ext Acostumado a condições de luta ou que apresentam dificuldades. 3 Que tem preparo ou é treinado para a guerra. 4 por ext Que demonstra valentia; corajoso, destemido.
Ser prolixo significa não conseguir fazer um discurso sem ficar dando voltas, ou seja, abrindo diversos parênteses sem conseguir fechar nenhum. Um discurso desse tipo não prende o interlocutor e isso pode ser perigoso em diversas situações, como palestras, aulas e reuniões.
A palavra ortoepia é oriunda da palavra grega ortoepos (orto = correto e epos = palavra), sendo assim, ortoepia é o estudo da correta pronúncia das palavras.
A semântica é a área da linguística que estuda o significado e a sua relação com o significante. O significado está associado ao sentido e, portanto, ao conteúdo e ao contexto; o significante está associado à forma (de palavras ou de sinais, de grafia ou de som).
Consiste na repetição de uma idéia com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido (do grego ταὐτολογία “dizer o mesmo”). Em filosofia e outras áreas das ciência humanas, diz-se que um argumento é tautológico quando se auto explica, de forma redundante.
Plebeísmo é um vício de linguagem caracterizado pelo uso em excesso de termos coloquiais (informais), como ditos populares, gírias e palavras de baixo calão. Esse termo remete a plebe, ou seja, a classe popular da sociedade, que tinha menos prestígio e poder monetário do que a nobreza.
Ao contrário do pleonasmo puro e simples , a tautologia pode ter grande valor estilístico, na medida em que opõe o que é ao que deveria ou poderia ser .
Preocupação com a impressão do público, pouca convicção no que é dito, insegurança e busca pela aprovação das pessoas são alguns dos fatores que influenciam você a dizer “NÉ”. E mesmo que não seja nada isso, você pode passar justamente essa impressão.
Cacofonia se refere a um vício de linguagem em que ocorre a formação de um som desagradável ao ouvido quando uma expressão é construída pelas sílabas finais de uma palavra com as inicias de outra. Muito frequente na linguagem coloquial, na cacofonia expressões são formadas pela junção de sílabas com outras sílabas.
O pleonasmo se caracteriza por uma superabundância de palavras que expressam uma mesma ideia em uma frase. Isso acontece, por exemplo, em frases como: "subir para cima", "descer para baixo", "entrar para dentro". Quando digo que vou subir, é óbvio que é para cima, Isso não precisa ser repetido.
De acordo com as normas cultas do português teríamos: “eu a vi no supermercado”. Já na oração “Beijou na boca dela”, a cacofonia está em “boca dela”, que pode ser entendido como “cadela”. De acordo com as normas do português teríamos: “beijou-a na boca”.
1 Disposto ou inclinado à guerra; que combate ou guerreia por vocação ou prazer. 2 De comportamento ou ânimo aguerrido; agressivo: Era uma pessoa belicosa; enfrentava os superiores sem medo. 3 Que incita à guerra: É um general belicoso. 4 Habituado à guerra; guerreiro.