Trata-se de um “prazer desinteressado”. Isto significa que o sujeito que faz um julgamento estético sobre um objeto não tem nenhuma necessidade de possuir ou consumir esse objeto, ou seja, o objeto não desperta qualquer desejo no sujeito que o contempla.
O valor moral de uma determinada ação ocorre quando a ação for realizada tendo em vista apenas o outro, isto é, quando ela é totalmente isenta de motivações egoístas, a chamada “ação desinteressada”.
O que Kant chama de prazer desinteressado e qual a sua diferença diante do prazer comum?
8 O bom gosto é aquele considerado puro ou desinteressado, isto é, aquele que se volta para a beleza em si e não para o objeto que a contém. Segundo Kant, a beleza é a forma da finalidade de um objeto enquanto ele é percebido nele mesmo sem a representação de um fim.
mesmo texto, que o que está em jogo é, em última análise, um prazer ou um gozo que simultaneamente inclui sofrimento e deleite, tristeza e alegria, dor e júbilo, padecimento e volúpia.
"O Prazer Desinteressado da Arte? De Kant à Cultura Pós-Aurática de Walter Benjamin" (2016)
O que quer dizer prazer estético?
O prazer estético, desta forma, se realiza na oscilação entre contemplação desinteressada e a participação experimentadora, é um modo de experiência de si mesmo na capacidade de ser outro, capacidade a nós aberta pelo comportamento estético.
Segundo ele, “exigimos que o homem civilizado venere a beleza onde quer que ela lhe surja na natureza, e que a produza em objetos, na medida em que for capaz de fazê-lo” (16). Os dois outros ideais essenciais e não utilitários da cultura são, segundo Freud, a limpeza e a ordem.
Assim, o prazer ao qual Epicuro (n.d./2002) se refere quando afirma que o prazer é o início e o fim de uma vida feliz é um prazer frugal, resultado da ponderação entre desprazeres e prazeres. É um prazer definido como "ausência de sofrimentos físicos e de perturbações da alma" (Epicuro, n.d./2002, p.
Caos de vontade, assim Nietzsche define o ser humano capaz de vontades fortes, o ser não-moral. Este caos de vontade, é claro, é perigoso e não implica por si só em nada de grandioso.
O hedonismo nasceu ainda no período na Antiguidade Clássica, através do filósofo grego Aristipo de Cirene. O “pai” da doutrina defendia a concepção de finalidade no prazer, ou seja, que a vida deveria ser guiada pela procura de todas as formas de satisfação, especialmente a física.
Trata-se de um “prazer desinteressado”. Isto significa que o sujeito que faz um julgamento estético sobre um objeto não tem nenhuma necessidade de possuir ou consumir esse objeto, ou seja, o objeto não desperta qualquer desejo no sujeito que o contempla.
O belo refere-se à apreensão da forma do objeto, enquanto o sublime pode ser encontrado no disforme. Esta apreensão da forma diz respeito à atribuição do princípio que confere à natureza um fim (conformidade a fins), que, por sua vez, constitui o prazer.
A apercepção transcendental é quase equivalente à autoconsciência; a existência do ego pode ser mais ou menos proeminente, mas está sempre envolvida. Veja Kantianismo. O filósofo alemão Theodor Lipps distinguiu os termos percepção e apercepção em sua obra de 1902, Vom Fühlen, Wollen und Denken.
b) caráter desinteressado: o lazer não está fundamentalmente submetido a fim lucrativo algum. Quando obedece parcialmente a determinismos sociais, a um determinado fim lucrativo, utilitário ou engajado, torna-se um lazer parcial.
Kant está comprometido como uma tese forte no que diz respeito à teoria da ação: apenas motivos podem ser razão suficiente de ação. Podemos considerar que Kant dá conta desses dois sentidos de desejar: o desejar como uma escolha da máxima de ação pelo arbítrio e o desejo (Begierde) como inclinação.
O que Nietzsche quer dizer com vontade de verdade?
De acordo com a filosofia nietzschiana, por meio da vontade de verdade, os indivíduos foram impelidos à crença de que há uma verdade que pode ser conhecida, comunicada e perfeitamente pensada.
De acordo com Schopenhauer a vontade é o princípio fundamental da natureza, a força cega, incontrolável que move o mundo. Uma força que se manifesta em toda natureza, mas adquire características específicas nos seres humanos, cuja existência está subjugada a pressão universal da vontade.
Para os epicuristas, ao contrário dos estoicos, a motivação humana residia nos interesses pessoais e a busca da felicidade estava nos prazeres. Já para os estoicos, era essencial cultivar a alma. Enquanto os estoicos consideravam aspectos como a reencarnação, os epicuristas não compartilhavam dessa crença.
O prazer estático equivale a um estado de plenitude na alma, diferente do prazer movente que dispõe a alma a um deleite frágil e oscilante, propício a despertar perturbações e de diversas maneiras ser nocivo à saúde psíquica do filósofo.
O belo será o que satisfaz o voo livre da imaginação, sem estar em desacordo com as leis da Verstand. O objecto belo não é um sistema artificial de meios, mas antes uma disposição de partes habilmente calculada com a mira num fim distinto de si mesmo.
Segundo Buss, olhos grandes e uma boca avermelhada são sinais de feminilidade e altos níveis de estrogênio, um dos hormônios que sinaliza que a mulher está no período fértil. - Com a menopausa, a face da mulher acaba ficando um pouco mais masculinizada graças a algumas mudanças hormonais.
Podemos entender que para Aristóteles o belo não é ligado a conceitos de real. O artista teria a liberdade para criar realidades e dar sentido para um mundo que não tem sentido. A obra de arte teria também um papel histórico e didático na evolução humana.