Todos os pronomes oblíquos átonos (me, te, se, lhe, o, a, nos, vos, os, as, lhes) podem ocupar três posições em relação ao verbo: a próclise (antes do verbo). Exemplo: “Ele me pagou a dívida.” A mesóclise (no meio do verbo). Exemplo: “Ele pagar-me-á a dívida”. E a ênclise (depois do verbo).
A próclise ocorre quando o pronome é colocado antes do verbo. Este tipo é utilizado em várias situações específicas, incluindo a presença de advérbios, pronomes, preposições, conjunções subordinativas, palavras que expressam desejo, palavras com sentido negativo, palavras exclamativas e palavras interrogativas.
A próclise é a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo. Em algumas situações, seu uso é obrigatório. Conheça os casos em que a próclise deve ser aplicada: Palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada.
A próclise ocorre quando o pronome aparece antes do verbo e sem nenhum sinal que ligue as duas palavras. Em geral, esse uso se justifica porque alguma palavra que aparece antes do verbo atrai o pronome oblíquo para perto dela, "puxando-o" para trás do verbo.
Dessa forma, existem três posições possíveis para o pronome em locuções verbais: próclise ao auxiliar, ênclise ao auxiliar (com hífen) e ênclise ao principal (com hífen). Embora a próclise ao verbo principal seja o mais corrente na língua falada no Brasil, a referida construção não é corroborada pela norma culta.
Na gramática, infinitivo é uma das três formas nominais do verbo, sendo aquela com a qual verbo se apresenta naturalmente, sem qualquer conjugação. Corresponde ao lema do verbo, encabeçando sua entrada em dicionários e enciclopédias.
O advérbio não admite variação em sua forma e sua principal função é modificar o verbo. Basicamente, podemos afirmar que advérbio é a palavra que modifica o sentido do verbo, acrescentando-lhe uma circunstância. Pode também se referir a um adjetivo ou a outro advérbio, ou, até mesmo, a uma oração inteira.
Pasquale explica que o pronome 'te' é átono, sem intensidade tonal. 'Tanto que normalmente esse 'te' é dito como 'ti'. É dai que vem a confusão', esclarece o professor. Enquanto 'ti' é um pronome tónico e sempre é regido por uma preposição.
Quando o verbo está abrindo um período, os pronomes átonos não podem ser colocados antes do verbo. Com isso, a próclise é proibida, será feito uso da mesóclise ou da ênclise.
A colocação pronominal Próclise é empregada quando tiver palavras ou expressões negativas, conjunções subordinativas, advérbio, pronomes relativos, demonstrativos ou indefinidos, frases interrogativas, exclamativas ou optativas, verbo no gerúndio antecedido da preposição "em" ou formas verbais proparoxítonas.
Quando não usar a ênclise? Resposta: quando ocorrer na frase uma palavra que atraia o pronome para antes do verbo (ou seja, basicamente, com as regras já apresentadas sobre a próclise). Com palavras negativas: “Nunca me falaram sobre isso.” Com conjunções subordinativas: “Conforme lhe disse, não estou interessado.”
O advérbio quando pode ocorrer com valor circunstancial expressando uma circunstância de tempo, indicando «em que ocasião» (ex.: «Ele decidiu levá-la a passear, mas não disse quando»). Pode ainda ocorrer em frases interrogativas directas ou indirectas (ex.: «Quando é que chegas?»).
No português de Portugal, a frase mais correcta é a segunda (A carta foi-lhe enviada por mim), porque é a mais natural, a que todos dizem. Mas dizemos (mais correctamente) lhe foi, em frases como as seguintes e outras: Sabes/Sabes muito bem/Bem sabes que a carta lhe foi enviada por mim.
Gerúndio é a forma nominal do verbo que indica continuidade. Assim, ele mostra o desenvolvimento de uma ação em andamento ou duradoura. Exemplos: Estou levando o bolo que você me encomendou.
O radical é a raiz de uma palavra, mantendo seu significado constante em diferentes derivados. Por exemplo, em "livro" e "livraria" ou "amigo" e "amizade", o radical permanece inalterado.
* O infinitivo apresenta um processo verbal isento de noção de tempo ou modo. Atuando, assim, como uma forma utilizada para nomear verbos. Analisemos alguns exemplos: Cantar é um bom exercício para a alma.
Em português os pronomes em posição enclítica juntam-se ao verbo através de um hífen (em castelhano, por exemplo, "colam-se" ao verbo sem hífen: <dámelos>), subordinando-se assim à estrutura silábica do verbo. São exemplos de ênclise os seguintes casos: i) O Pedro ofereceu-lho ontem.
Em primeiro lugar, vamos lembrar que pronomes oblíquos átonos são aqueles que desempenham função sintática de complemento. São eles: me, te, se, o, os, a, as, lhe, lhes, nos e vos. Neste verbete, veremos como conjugar um verbo com os pronomes oblíquos o, a, os, as.
Como o sujeito é expresso, a colocação do pronome oblíquo pode ser em mesóclise ou em próclise. Caso o verbo inicie a oração, é obrigatória a mesóclise, porque não se inicia frase com pronome. Ademais, é proibida mesóclise em verbo do particípio: Contar-me-ia a verdade, quando me solicitasse.
Agir de determinada forma ou ter determinado comportamento ou iniciativa (ex.: o jornalista não se deu ao trabalho de confirmar a informação; dar-se à maçada; dar-se ao desfrute).
O pronome relativo faz a retomada de um substantivo anteriormente mencionado em uma frase. Os pronomes relativos invariáveis são: “que”, “quem” e “onde”. Os pronomes relativos variáveis são: “o qual”, “a qual”, “os quais”, “as quais”, “cujo”, “cuja”, “cujos”, “cujas”, “quanto”, “quanta”, “quantos”, “quantas”.