Trofozoíto: forma ativa do protozoário, na qual observamos os processos de alimentação e reprodução. Cisto ou oocisto: formas de resistência no meio exterior ou em tecidos. Os protozoários possuem algumas estruturas especiais com funções extremamente importantes em sua biologia.
Os oocistos são formas arredondadas e sésseis, e permanecerão alojados na parede do intestino por 8-10 dias. Nesse período, em seu interior serão desenvolvidos milhares de esporozoítos.
A presença de um cisto de paredes grossas (1) nas fezes parece ser o responsável pela transmissão externa, possivelmente por via fecal-oral, devido à ingestão de água ou alimentos contaminados (2). O cisto infecta as células epiteliais do trato digestivo e multiplica-se de forma assexuada (3), (4).
Os únicos seres capazes de eliminar os oocistos no ambiente pelas fezes são os felídeos, ou seja, animais como tigres, leões, onças e gatos. “Como o gato é o nosso felídeo doméstico, acredita-se que ele é o único capaz de fazer a eliminação do parasito em áreas urbanas”, explica Silvia.
Cisto: é a forma de resistência de certos protozoários, nos quais se encontra uma película ou cápsula protetora, envolvendo uma forma capaz de reproduzir-se quando encontrar o ambiente adequado. Contaminação: é a presença de um agente infeccioso na superfície do corpo, roupas, brinquedos, água, leite ou alimentos.
Os trofozoítos são usualmente diagnosticados nas fezes diarreicas ou líquidas, nas mucosanguinolentas e nas pastosas, enquanto que os cistos são encontrados mais comumente nas fezes formadas ou semiformadas e também nas pastosas. Os oocistos são encontrados em fezes de qualquer consistência.
Trata-se de um nódulo benigno que pode surgir em qualquer área do corpo, porém é mais comum na face, pescoço e tronco, que são regiões com maior acúmulo de glândulas sebáceas. São desencadeados por uma alteração estrutural na composição folicular.
Os oocistos de coccídios são estruturas robustas, frequentemente isoladas das fezes ou urina de seus hospedeiros, os quais oferecem resistência a danos mecânicos e permitem que os parasitas sobrevivam e permaneçam infecciosos por períodos prolongados.
Quanto tempo os oocistos de toxoplasmose podem sobreviver no ambiente?
Oocistos podem sobreviver durante meses no ambiente e são resistentes a desinfetantes, congelamento e processo de secagem, mas destruídos pelo aquecimento a 70ºC por 10 minutos. Estes oocistos podem infectar o homem de diversas maneiras, como será visto no item modo de transmissão.
A água de correntes e lagos pode ser às vezes desinfetada usando-se iodo ou compostos contendo cloro. Esse método é menos confiável porque sua eficácia varia dependendo do quanto a água está turva ou barrenta (turvação) e de qual é a temperatura da água.
Cozinhar a água mata os cistos. É importante lavar as mãos com água e sabonete. Filtrar a água através de um filtro de 0,1 ou 0,4 mícron pode remover a Entamoeba histolytica e outros parasitas, bem como bactérias que causam doenças. Dissolver iodo ou cloro na água pode ajudar.
Se você tiver cistos no ovário, isso não é motivo para ficar em pânico. O perigo só existe quando eles são maiores do que 10 centímetros e possuem áreas sólidas e líquidas, o que só pode ser verificado com os exames adequados indicados pelo seu médico. Nesse caso, a cirurgia é o tratamento indicado.
Normalmente, os cistos são benignos e podem desaparecer mesmo sem tratamento. Porém, sempre devem ser acompanhados, principalmente se apresentam crescimento ou características suspeitas. Pólipos: os pólipos são lesões frequentes em órgãos ocos, como intestino, estômago e bexiga.
Os oocistos esporulados são ingeridos em alimentos ou água contaminados e são expelidos no trato gastrointestinal, liberando esporozoítos. Os esporozoítos invadem as células epiteliais do intestino delgado, replicam-se e amadurecem em oocistos, que são eliminados nas fezes.
Os sinais e sintomas da toxoplasmose são variáveis e associados ao estágio da infecção (agudo ou crônico). Os sinais e sintomas normalmente são leves, similares à gripe e podem incluir dores musculares, fadiga, falta de apetite, febre e alterações nos gânglios linfáticos.
Há duas formas do parasita no seu ciclo de vida, o cisto que é a forma infecciosa resistente ao ambiente e é encontrado em fezes infectadas que podem contaminar a água, solo e alimento; e os trofozoítos que são liberados no intestino delgado quando os cistos atingem o duodeno, forma esta que invade o epitélio ...
Os oocistos são eliminados não esporulados, isto é, não infectantes. Os oocistos tornam-se infectantes no ambiente somente depois de um a cinco dias, dependendo da temperatura e da umidade. A excreção dos oocistos pode durar, em média, entre uma a duas ou três semanas, após a primeira exposição do gato ao parasita.
No organismo humano, os protozoários se multiplicam e atacam todos os órgãos através do sangue, provocando infecção generalizada. Surgem deficiências neurológicas, inflamações nos olhos, complicações musculares, hepatites, pancreatites.
Cisto ou oocisto: formas de resistência no meio exterior ou em tecidos. Os protozoários possuem algumas estruturas especiais com funções extremamente importantes em sua biologia.
A formação do cisto ocorre quando o parasita transita o cólon, e neste estágio os cistos são encontrados nas fezes (forma infectante). No ambiente podem sobreviver meses na água fria, através de sua espessa camada. mais crianças do que adultos.
Quando os cistos são maiores, podem causar desconfortos na região pélvica. A dor também pode acontecer se houver uma torção ou rompimento dele. A mulher pode sentir dor ou desconforto durante as relações sexuais e ter sangramentos fora do período menstrual.
Grande parte é benigna, ou seja, não se desenvolvem para um câncer. No entanto, quando um cisto aumenta de volume, pode causar desconforto, dor e complicações como o rompimento de um vaso sanguíneo.