A mobilização do colo uterino, provocando dor pélvica, é altamente sugestiva de doença inflamatória pélvica e não de apendicite. Esta manobra, quando positiva, é conhecida como sinal de Chandelier.
◊ O sinal de Martorelli está associado à dor abdominal referida durante a punho-percussão do calcâneo. ◊ Esse sinal pode ser indicativo de comprometimento vascular na região abdominal. ◊ Não deve ser confundido com outros sinais de dor referida em locais como ombro, estômago ou pescoço.
O sinal do psoas é indicativo de irritação do músculo psoas, sendo um dos sinais de apendicite aguda. Posiciona-se o paciente em decúbito lateral esquerdo, e o examinador deve realizar a hiperextensão passiva de membro inferior direito (ou flexão ativa contra resistência).
Sinal de Laffont: Dor referida no ombro direito. É indicativo de hemorragia retroperitoneal, pois o sangue na cavidade peritoneal irrita o nervo frênico. Sinal de Kehr: Dor referida na região infra escapular.
SINAIS DE IRRITAÇÃO PERITONEAL SINAL DE BLUMBERG, MURPHY, ROVSING, PSOAS, OBTURADOR
O que é o sinal de Lapinsky?
Sinal de Lapinsky: dor à palpação em FID, quando o membro inferior direito é estendido e elevado (apendicite aguda). Sinal de Torris Homini: dor à percussão da loja hepática (abscesso hepático).
Consiste em deixar o paciente em decúbito dorsal, em que ao percutir a região central do abdome obtém-se som timpânico, enquanto na periferia há som maciço pela presença do líquido ascítico. É uma técnica para verificação de uma ascite um pouco mais grave.
Na medicina, o sinal de Blumberg é um sinal médico caracterizado por dor ou piora da dor à compressão e descompressão súbita do ponto de McBurney. A pesquisa do sinal é feita no ponto de McBurney, também chamado de ponto apendicular.
Sinal indicativo de oclusão intestinal aguda por estrangulamento e que consiste na perceção de meteorismo localizado com imobilidade e timpanismo localizados.
O sinal de Levine é um importante achado da semiologia cardiovascular, usualmente encontrado em pacientes com queixa de angina ou precordialgia. Esse sinal é manifestado quando o paciente coloca o punho cerrado sobre o tórax, ao se queixar de dor torácica. É um sinal patognomônico de isquemia miocárdica.
O sinal de Giordano é a percussão maciça do espaço de Traube, que normalmente encontra-se desocupado. Na maioria dos casos, indica a presença de esplenomegalia. O sinal de Giordano é a palpação do fígado com a borda distando mais de 2 cm do rebordo costal direito. É indicativo de hepatomegalia.
A sensação é a mesma que se percebe ao afastarmos duas superfícies de couro unidas por goma, ainda úmida. Esse sinal, patognomônico de fecaloma, é chamado sinal de Gersuny. O fecaloma pode, também, ser percebido pelo toque retal.
Psoíte é um processo inflamatório infeccioso que envolve o músculo iliopsoas, localizado no retroperitôneo. Provoca dor e redução de mobilidade do quadril. Apresenta alta taxa de mortalidade e sua etiologia mais frequente é a bacteriana, sendo os agentes mais comumente isolados a E. coli e o S.
Sinal de Aaron é a dor sentida no espigástrio ou précordio quando se pressiona o ponto de McBurney ou a fossa ilíaca direita. Esse sinal sugere apendicite aguda.
O sinal de Courvoisier-Terrier é considerado um achado tardio no exame físico, e costuma estar associado aos tumores periampulares, a exemplo do adenocarcinoma ductal pancreático.
A Síndrome de West é uma destas encefalopatias epilépticas. Caracteriza-se por uma tríade de crises epilépticas contendo: Espasmos epilépticos (antigamente denominados espasmos infantis). Interrupção do desenvolvimento neuropsicomotor normal.
Sinal de Musset é a designação dada a movimentos involuntários da cabeça provocados pela batida cardíaca em situações de grave insuficiência aórtica. O nome deriva de Alfred de Musset, um escritor francês que sofria desta condição.
O teste com 4 pontos de luzes de Worth é uma avaliação essencial para detectar e diagnosticar problemas na visão binocular. Realizado com o auxílio de equipamentos específicos e uma análise minuciosa dos resultados, esse teste é fundamental para identificar possíveis desequilíbrios e disfunções na visão.
O sinal de Rovsing foi expostoem 1907 por Niels ThorkildRovsing, cirurgião dinamarquês, descrevendo-o como um sinal que, quando positivo, sugere a presença de inflamação peritoneal por apendicite aguda, caso o paciente possua outros sintomas que condizem com o panorama.
O sinal da corcova de Hampton, também conhecido como sinal da opacidade retrocardíaca, é um achado radiológico observado na radiografia do tórax de pacientes com embolia pulmonar. O sinal da corcova de Hampton aparece como uma opacidade triangular ou em forma de cunha no espaço retrocardíaco do tórax na radiografia.
O Sinal de Lenander é um sinal semiológico que, quando presente, é sugestivo de Apendicite. Sua vigência é determinada, no decorrer do Exame Físico, pela dissociação entre as Temperaturas Axilar e Retal em mais de 01°C.
O sinal de Barlow é exatamente o oposto, ou seja, é uma manobra provocativa da luxação de um quadril instável. O teste de Barlow determinará o potencial para a luxação do quadril examinado.
O Sinal de Montalti é decorrência da aspiração de fuligem. O Sinal de Christinson é encontrado nas queimaduras de primeiro grau. Sinéquia é a cicatriz gerada pela retração da pele queimada.
3) Sinal de Bonnet – ocorre no disparo efetuado contra o crânio que, em virtude da sua camada dupla, desestabiliza o projétil ao atingi-lo, formando um orifício em formato de cone (funil), com base maior na camada mais interna e menor na camada externa (entrada do projétil).
Esse sinal foi oficialmente apresentado pela primeira vez em 1974, no III Congresso Mundial de Dermatologia Tropical, realizado na cidade de São Paulo, como um sinal semiótico característico que consiste na demonstração da descamação, de aspecto furfuráceo, presente nas lesões, por meio do estiramento da pele ao redor ...