A biomagnificação, provavelmente o termo mais conhecido, corresponde à somatória em cadeia, ou seja, em mais de um nível trófico — diferentes estágios da cadeia alimentar: “A biomagnificação, basicamente, é o aumento da concentração de um composto químico, de uma substância química, ao longo da cadeia alimentar.
Biomagnificação (ou magnificação trófica) é um fenômeno que ocorre quando há acúmulo progressivo de substâncias de um nível trófico para outro ao longo da teia alimentar. Assim, os predadores de topo têm maiores concentrações dessas substâncias do que suas presas.
A bioacumulação é um processo que pode ser definido como a absorção e a retenção de substâncias químicas no organismo de determinado ser vivo. Esse fenômeno refere-se ao resultado da captação e nunca ao processo de captação.
Quais são os efeitos da Biomagnificação? A biomagnificação pode ter diversos efeitos negativos nos organismos envolvidos. Os poluentes acumulados nos tecidos dos organismos podem causar danos aos sistemas nervoso, reprodutivo e imunológico.
Como a biomagnificação ocorre nas terras indígenas?
A quantidade de toxina acumulada vai aumentando ao longo da cadeia alimentar. Organismos que estão mais próximos da base da cadeia alimentar, isto é, que se alimentam de plantas (produtores de energia) têm níveis de contaminante menor do que os grandes predadores. Esse processo recebe o nome de biomagnificação.
Como a biomagnificação pode afetar a saúde humana?
A grande questão da biomagnificação é, muitas vezes, a dificuldade do organismo em se “desintoxicar” do composto acumulado, o que gera diversas consequências. Quando a substância acumula em apenas um nível, o processo é chamado de bioacumulação. É importante ressaltar que nem todo composto é capaz de biomagnificar.
Quais são os seres vivos mais afetados pelo processo de biomagnificação?
Como dito anteriormente, os predadores do topo são os mais prejudicados, uma vez que se alimentam de uma grande quantidade de matéria pertencente ao nível anterior e, consequentemente, acumulam mais o DDT.
2) A biomagnificação pode ser identificada na etapa 3, onde os peixes são contaminados e a sua predação, por outros peixes e pelo homem, mantém o ciclo de contaminação, aumentando a concentração dessas substâncias.
Alguns dos efeitos da bioacumulação são a redução da resistência imunológica, a má nutrição, a destruição da variabilidade genética e até mesmo a morte. Os resíduos químicos podem também causar mutações em alguns organismos que são mais susceptíveis de serem infectados.
Quais são os sintomas da contaminação por metilmercúrio?
O metilmercúrio é a forma do mercúrio que mais facilmente pode levar a intoxicação nas pessoas, uma vez que é sintetizado pelas bactérias presentes em ambiente aquático, sendo acumulado nos animais presentes na água, principalmente peixes.
Para evitar esse processo deve-se reduzir o uso de inseticidas, por exemplo nas lavouras durante o processo da agricultura e de modo geral, evitar inserir no meio ambiente produtos químicos que serão posteriormente ingeridos por qualquer nível trófico.
A desertificação é o processo pelo qual a vegetação nas áreas secas diminui e finalmente desaparece, ou seja, ocorre em terras áridas e semiáridas como as zonas de pastagem ou de matas.
A teoria do Nicho Ecológico se refere ao espaço (ecológico) que determinada espécie ocupa na natureza, não sendo necessariamente um espaço geográfico, físico. Ela opera como base para todos os modelos de distribuição de espécies.
Alguns exemplos são o mercúrio e chumbo, além de pesticidas e inseticidas. Animais como as ostras, mariscos e berbigões, que são organismos filtradores, tendem a bioacumular as substâncias presentes na água, enquanto os peixes bioacumulam substâncias presentes em outros animais.
Consumir vegetais orgânicos, plantar sua horta em casa e evitar ingerir produções em escala cheias de agrotóxicos fazem a diferença. Além disso, incluir proteínas, vitaminas e carboidratos na medida certa ao longo do dia é uma dica para evitar contaminação e ainda ganhar mais disposição e viço.
carpio calculou-se o fator de bioacumulação (FBA), utilizando-se a razão entre a concentração do metal encontrado em cada órgão do peixe pela concentração do metal encontrado no meio, conforme via de entrada de metais. Portanto, relacionou-se as brânquias com a água e o fígado com a via trófica, o sedimento.
Qual a relação dos seres humanos com a bioacumulação?
Os seres humanos podem ser expostos a esses elementos através da ingestão de água e alimentos, inalação ou absorção pela pele. Estes metais têm o potencial de bioacumulação, ou seja, após serem absorvidos pelo organismo dos seres vivos, são acumulados em seus corpos ao longo do tempo.
Toma-se conhecimento que os metais pesados são elementos químicos que podem ser definidos por sua alta capacidade de reagirem com outras substâncias químicas e também por não poderem ser modificados ou destruídos, portanto são definidos como bioacumulativos.
Os níveis tróficos nada mais são do que grupos de organismos que possuem hábitos de alimentação semelhantes e que conseguiram seu alimento pelo mesmo número de passos em uma cadeia alimentar. Todas as plantas, por exemplo, ocupam o mesmo nível trófico, assim como todos os animais herbívoros.
Já a biomagnificação é o processo de acúmulo progressivo dessa determinada substância ao longo da teia alimentar. Como o poluente se acumula nos organismos, a predação faz com que ocorra contaminação indireta.
A bioacumulação pode ocorrer de forma direta, quando as substâncias são assimiladas a partir do meio ambiente. No entanto, ela também ocorre de maneira indireta pela ingestão de alimentos que contêm esses compostos químicos.
Ele pode afetar o sistema nervoso central, resultando em danos cerebrais, problemas de aprendizagem e desenvolvimento cognitivo em crianças expostas durante a gestação. Além disso, pode causar distúrbios renais, cardiovasculares e imunológicos, comprometimento da visão e do sistema respiratório.
Os estudos nos mostraram que o DDT desencadeava um efeito marcante sobre a cadeia alimentar. O ser humano, assim como as aves marinhas estudadas por Carson, poderiam ser contaminados pelo DDT tanto por exposição direta (inalação) como indireta (por ingestão de alimentos).
Em teias alimentares, as setas apontam de um organismo que é comido para o organismo que o come. Como apresentado na teia alimentar acima, algumas espécies podem comer organismos de mais de um nível trófico. Por exemplo, o camarão come tanto os produtores primários quanto os consumidores primários.
Qual a forma de mercúrio mais tóxica que se acumula na cadeia alimentar aquática?
Modelagens recentes da carga de mercúrio retirada do oceano por meio da pesca sugerem que o Brasil responde por uma elevada taxa de retirada de metil-mercúrio, a forma mais tóxica desse poluente: 1.285kg por ano.