O exame de T3 busca avaliar os níveis desse hormônio circulando na corrente sanguínea. Embora a quantidade do T3 seja produzida em menor escala pela tireóide do que a de T4, o hormônio é controlado pela hipófise. Se a tireoide produz quantidades excessivas de T3, podem aparecer sintomas associados ao hipertireoidismo.
Qual é a diferença entre o hormônio T3 e o hormônio T4? Os dois hormônios compõem os hormônios tireoidianos, porém são quimicamente diferentes. O hormônio T3, apesar de ser produzido em menor quantidade pela tireoide quando comparado ao T4, tem atividade celular mais potente.
Valor de referência. O valor de referência de T3 total é entre 80 e 180 ng/dL e de T3 livre é entre 2,5 - 4,0 ng/dL, podendo variar de acordo com o laboratório.
O que é T3? É um segundo hormônio da tireoide também produzido por sua glândula, além de outros tecidos através da desiodação do T4 (conversão enzimática). Através desse hormônio é possível manter o controle muscular, função e desenvolvimento do cérebro, coração e funções digestivas.
Causado por uma queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina) pela tireoide, o hipotireoidismo pode provocar fadiga, aumento de peso, intolerância ao frio, ressecamento da pele, queda dos cabelos, aumento das taxas de colesterol e do fluxo menstrual, além de infertilidade e depressão.
Exames Hormônios Tireoide - TSH, T4 e T3 (livre e reverso).
O que causa a falta do T3?
Algumas drogas e medicações podem causar baixa produção de T3 e T4. Como exemplo pode-se citar a amiodarona, o lítio, o valproato de sódio, inibidores da tirosina quinase e inibidores do sistema imunológico.
Resultados entre 1.71 e 3.71 pg/ml estão dentro da faixa normal. Valores baixos podem acontecer no hipotireoidismo, quando a tireoide está funcionando pouco.
Liotironina (T3): para que serve, como tomar (e efeitos colaterais) Liotironina (T3) é um hormônio tireoidiano indicado nos casos de hipotireoidismo e ausência ou redução da função da tireoide, pois é um hormônio sintético que repõe o hormônio T3, que seria naturalmente produzido por uma tireoide saudável.
Para indivíduos em uso regular de T4 com nível sérico normal de TSH, a terapia combinada pode ser iniciada diminuindo a dose diária de T4 em 12 a 25 mcg, e adicionando T3 2,5 mcg duas vezes ao dia. Para monitorar níveis de pico, o T3 total deve ser avaliado 2 a 4 horas após o uso.
O fator alimentar mais importante para a formação dos hormônios T3 e T4 é a ingestão adequada de iodo. Para resguardar a tireoide, são necessários 150 microgramas por dia. O mineral aparece em boa quantidade no sal de cozinha, em frutos do mar e em peixes como a cavala, o salmão, a pescada e o bacalhau.
O uso de T3 sem indicação pode levar à osteoporose precoce e por elevar a frequência cardíaca, há o risco de arritmia e insuficiência cardíaca como efeitos colaterais.
A dosagem de T3 e T4 é indicada pelo médico quando há sintomas indicativos de que a tireoide não está funcionando de forma correta, como dificuldade para ganhar ou perder peso, cansaço excessivo, aumento do apetite, alteração do ciclo menstrual ou queda de cabelo.
Grão de bico, trigo sarraceno, soja, feijão e aveia: esses são alguns exemplos de alimentos riquíssimos em nutrientes benéficos para a tireóide, tais como o zinco. Este micronutriente é muito útil para a conversão de T4 em T3, forma ativa do hormônio tireoidiano nas células alvo.
Um nível de TSH elevado indica que a tireoide não está produzindo hormônios suficientes. Essa informação pode ser usada para decidir quais exames de imagem devem ser solicitados para uma avaliação inicial de um nódulo de tireoide. No entanto, o nível de TSH é geralmente normal no câncer de tireoide.
O exame de T3 busca avaliar os níveis desse hormônio circulando na corrente sanguínea. Embora a quantidade do T3 seja produzida em menor escala pela tireóide do que a de T4, o hormônio é controlado pela hipófise. Se a tireoide produz quantidades excessivas de T3, podem aparecer sintomas associados ao hipertireoidismo.
TSH Alto. O TSH com valores elevados pode indicar o funcionamento desregulado da hipófise e a queda na produção de hormônios tireoidianos. Neste caso, o exame deve apresentar valores acima de 5,60 UI/mL, podendo sugerir hipotireoidismo. Essa patologia é caracterizada pela produção insuficiente de de hormônios T3 e T4.
Dentre as ações do T3 descritas como extranucleares, podemos citar as alterações no citoesqueleto de actina em células gliais, mecanismo pelo qual o HT provocaria as modificações na atividade da D2 no tecido nervoso.
As doses administradas de PURAN T4 variam de acordo com o grau de hipotireoidismo, a idade do paciente e a tolerabilidade individual. A fim de se adaptar a posologia, é recomendável antes de iniciar o tratamento efetuar as dosagens do (T3), (T4) e do TSH.
Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.
Alguns tipos de alimentos, como a soja, o açúcar, as farinhas refinadas, os alimentos industrializados e alguns vegetais, como brócolis e couve-flor, quando consumidos em excesso, podem prejudicar o funcionamento da tireoide.
A medida do T3 apenas é útil quando se suspeita de T3-toxicose (hipertireoidismo com T4 normal) ou tireotoxicose induzida pela ingestão de T3. Não é recomendado solicitar T3 reverso (rT3) na avaliação de função tireoidiana.
Especialistas em endocrinologia alertam para os perigos associados ao uso de T3 e T4 por fisiculturistas em busca de resultados rápidos. Embora eficazes na aceleração do metabolismo e na queima de gordura, os hormônios podem causar efeitos colaterais graves, como arritmias, insônia e perda muscular.
O teste de retenção do T3 mede os sítios livres da TBG (Tiroxinaglobulina). Aumento na T3 captação pode ocorrer no hipertireoidismo, em uso de drogas que deslocam o T4 da TBG (salicilato, fenitoína, etc), e em concentrações reduzidas de TBG.