O hemangioma representa a neoplasia primária mais comum do baço. Acredita-se que seja um tumor de origem congênita. É composto por proliferação de canais vasculares de tamanhos variados, preenchidos por hemácias e revestidos por células endoteliais. A taxa de ocorrência em séries de autópsia varia de 0,03% a 14%.
Na maioria das vezes, os hemangiomas são benignos e não representam risco à saúde. No entanto, em alguns casos, eles podem causar complicações, como sangramentos, dor crônica, compressão de nervos (no caso do hemangioma na coluna vertebral) e até disfunção de órgãos, se for localizado em um deles.
Resumo. O hemangioma esplênico, tumor benigno mais frequente do baço, porém, por vezes de difícil diagnóstico, pode integrar a síndrome de Kasabach-Merritt, afecção rara e potencialmente fatal, descrita como associação entre hemangioma, trombocitopenia e coagulopatia de consumo.
O aumento de volume do baço é potencialmente perigoso, pois pode acarretar ou ser causa de problemas hematológicos. Dessa forma, em alguns casos desse quadro, a solução pode ser a retirada cirúrgica desse órgão. Quando ocorre o aumento do baço, geralmente não são sentidas dores fortes na região onde ele se encontra.
Quando o hemangioma atinge mais de 5 cm de diâmetro, ele pode causar desconforto ao indivíduo devido ao seu volume, com sintomas de compressão de outros órgãos, como o estômago, ou, mais raramente, com a distensão da cápsula do fígado.
O Hemangioma pode se tornar maligno? Embora seja muito raro, há casos descritos na literatura de tumores benignos, como o hemangioma, que se comportam como tumores malignos, que podem crescer com o tempo, que extravasam o limite do corpo vertebral, podendo invadir o canal e comprimir nervos.
Portanto, todos os hemangiomas, de forma completa ou praticamente completa, desaparecem espontaneamente ao longo da vida. Esse fato faz com que, na maioria dos casos, o tratamento possa se limitar a apenas observar a evolução do HI, sem necessidade de medicamentos ou cirurgias.
Inchaço: Inchaço perceptível ou massa palpável no abdômen. Perda de peso: Perda de peso inexplicável e perda de apetite. Fadiga: Crônica fadiga e fraqueza generalizada. Febre e suores noturnos: Febres recorrentes e suores noturnos sem causa aparente.
O cisto de baço, também conhecido como esplenoma cístico, é uma condição rara em que ocorre a formação de um pequeno saco cheio de líquido no baço. Geralmente assintomático, esse tipo de cisto é frequentemente descoberto incidentalmente durante exames de imagem realizados por outros motivos.
O médico hematologista estuda, faz diagnóstico e trata alterações e doenças do sangue e de órgãos, como a medula óssea, linfonodos (os gânglios linfáticos, espalhados pelo nosso corpo) e baço.
Quando o hemangioma não regride naturalmente e, além do prejuízo estético, compromete alguma função do corpo, o médico pode prescrever betabloqueadores (orais ou de uso tópico) e aplicação de laser. Em alguns casos, pode ser necessário fazer cirurgia.
Apesar de ser um procedimento seguro, assim como em qualquer cirurgia, há riscos em potencial na cirurgia de baço. Assim, podemos citar alguns como sangramentos, hematomas e até mesmo derrame pleural.
O linfoma é uma doença maligna, mas que pode ter cura. Reconhecer os sintomas é o primeiro passo para o diagnóstico da doença e para o início do tratamento.
A diferença entre um tumor benigno e um tumor maligno é que um tumor maligno apresenta células defeituosas, que invadem outros tecidos e podem se reproduzir em outras áreas distantes do tumor original, a chamada metástase.
Em geral, o hemangioma é assintomático, o que significa que o paciente não costuma sentir dor na coluna. Com isso, o diagnóstico pode ocorrer de maneira inesperada, quando o indivíduo passa por exames de imagem como a ressonância magnética, por exemplo.
O tratamento tradicional para o cisto epidermóide de baço é a esplenectomia, utilizada como forma preventiva de infecções, hemorragias ou ruptura do cisto(6), sendo esta realizada no caso em referência.
As neoplasias de baço podem ser malignas ou benignas e podem começar no órgão ou vir de outras partes do corpo (metástases). Em todos os casos, trata-se de uma doença rara e sem causa definida. Não é possível prevenir este tumor.
O câncer de baço é um tumor raro que se desenvolve no baço, órgão localizado abaixo das costelas do lado esquerdo. Sensação de barriga cheia após comer, sangramentos e anemia são alguns dos sintomas. Não é possível prevenir este tumor.
O que a pessoa sente quando o baço está inflamado?
Os médicos podem suspeitar de aumento do baço quando as pessoas se queixam de se sentirem cheias ou de dores na porção superior esquerda do abdômen ou das costas. Durante o exame físico, os médicos geralmente conseguem sentir um baço aumentado.
Os grandes cistos do baço (maiores que 8cm) podem causar dor e peso no hipocôndrio esquerdo seja por distensão da cápsula esplênica ou por compressão de estruturas adjacentes10,11. Os sintomas compressivos sobre os órgãos circundantes, como náuseas, vômitos, flatulência e diarréia surgem gradualmente.
Outros exames que o médico pode solicitar são exames de como hemograma completo, testes de função hepática, dosagem da lipase no sangue ou exames reumatológicos, por exemplo, para investigar a causa do aumento de volume do órgão.
O hemangioma em si pode ser perigoso dependendo do tamanho e da região que se encontra, normalmente se manifestar nos primeiros meses de vida. Segundo os médicos dermatologistas os hemangiomas apresentam cores avermelhadas, podendo variar de tamanho e região que se encontram no corpo.
Eles podem ser planos ou elevados, e podem ser vermelhos, rosa ou azul. Em casos mais graves, os hemangiomas podem causar problemas, como dificuldade para respirar ou engolir. Além disso, alguns hemangiomas podem persistir na idade adulta e são geralmente assintomáticos e podem não causar problemas.
O médico mais indicado depende da localização e dos sintomas do hemangioma (se presentes). Diante de manchas na pele, por exemplo, o paciente pode buscar um dermatologista. No caso de crianças, o pediatra é o primeiro profissional a ser consultado. Se a lesão afeta o fígado, indica-se um hepatologista.