A dermatite de estase ocorre em pessoas que têm inchaço (edema) resultante de insuficiência venosa crônica na parte inferior das pernas, que corresponde a danos nas veias das pernas, impedindo o sangue de circular normalmente; insuficiência cardíaca ou linfedema.
A dermatite por estase resulta de edema crônico, mais tipicamente na região anterior das pernas. Os sinais incluem eritema, descamação, prurido e liquenificação e podem incluir erosões e crostas exsudativas. As complicações incluem infecções secundárias, úlceras e sensibilidades de contato.
Na medicina ocidental, estase significa o estado no qual o fluxo normal de um líquido corporal para. Por exemplo, o fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos ou o fluxo do conteúdo intestinal através do trato digestivo.
Estase venosa: é a estagnação do sangue dentro da veia. Ocorre durante a inatividade prolongada, tal como permanecer sentado por longo período de tempo (viagens de avião ou automóvel), pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, dificuldade de deambulação, etc.
O edema é perigoso quando ocorre em órgãos, como pulmões, cérebro ou glote, por exemplo. Nesses casos, podem surgir sintomas como dificuldade para respirar, confusão mental ou sensação de bola na garganta.
Infecções relacionadas ao rosto (como conjuntivite, sinusite ou rinite alérgica); Alergia por alimentos ou por produtos utilizados no rosto (por exemplo, maquiagem);
A dermatite de estase ocorre em pessoas que têm inchaço (edema) resultante de insuficiência venosa crônica na parte inferior das pernas, que corresponde a danos nas veias das pernas, impedindo o sangue de circular normalmente; insuficiência cardíaca ou linfedema.
A úlcera venosa, também conhecida como úlcera varicosa ou úlcera de estase, é caracterizada por uma ferida na perna que ocorre devido à dificuldade do retorno do sangue dos membros inferiores ao coração. É o estágio mais avançado e grave de uma doença chamada Insuficiência Venosa Crônica.
A úlcera de estase, que ocorre na doença venosa crónica, inicia-se de forma espontânea ou traumática, tem tamanho e profundidade variáveis, sendo frequente curar e reaparecer regularmente. A sua localização mais comum é na face interna da perna, junto ao tornozelo.
O escoamento da saliva pela boca, ou sialorreia anterior, além de poder causar problemas dermatológicos ao redor dos lábios, na face e no pescoço, comumente resulta em desconforto físico e alterações comportamentais de exclusão social.
O edema tem cura? Sim, desde que a causa para o surgimento do edema seja descoberta o mais rápido possível. Dessa forma, é fundamental procurar um médico assim que qualquer um dos sintomas relacionados a essa condição forem identificados para realizar exames complementares que identifiquem a causa.
O inchaço é um sinal objetivo sendo visível pelo médico ou pelo próprio paciente, e muito comum em pacientes internados no CTI-A. Conceito: O edema é o acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial (entre os tecidos).
O inchaço das pernas causado pela retenção de líquido nos tecidos é conhecido como edema dos membros inferiores. Pode ser causado por um problema vascular, sendo esse geralmente venoso ou linfático ou por um problema no coração, nos rins e até mesmo no fígado.
O edema de estase é um inchaço de origem vascular e ocorre quando o membro fica muito tempo parado. Exemplo: quando ficamos muito tempo parado em pé ou sentado sem mexer as pernas o pé fica um pouco mais inchado. A simples imobilização favorece o edema porém ele é agravado pela insuficiência venosa.
A estase urinária (manutenção de urina na bexiga por longos períodos) é um importante fator que pode estar associado diretamente ao hábito miccional. Em mulheres é relativamente comum o bloqueio do desejo miccional, postergando voluntariamente a ato miccional e propiciando a estase.
A estase venosa faz com que a pele fique dura, coriácea e mais escura do que a pele circundante. Uma úlcera superficial está se desenvolvendo no tornozelo. Nessa fotografia de uma pessoa com dermatite de estase, a pele se rompeu, formando uma ferida aberta (úlcera).
O diagnóstico da dermatite de estase é realizado por um médico dermatologista especialista que realiza a avaliação dos sintomas, histórico familiar e outros fatores de risco do paciente. Além disso, podem ser realizados exames para avaliar a circulação sanguínea nas pernas como ultrassonografia Doppler.
Um edema pode ter causas diversas, tais como alterações na parede de um capilar, diminuição da pressão oncótica do plasma, aumento da pressão hidrostática do sangue, retenção de sódio e diminuição da drenagem linfática.
Algumas doenças infecciosas, como sinusite e até picadas de insetos infeccionadas, podem complicar e causar inchaço no rosto, que pode ser acompanhado por outros sintomas como calor no local, febre e até dificuldade para enxergar ou movimentar os olhos.
Estes casos crónicos estão habitualmente associados a doenças autoimunes, como o lúpus eritematoso sistémico. É necessário fazer um despiste para se confirmar a associação com um quadro de doença autoimune. “Não temos armas terapêuticas para modificar o curso do angioedema [crónico].