O Complexo de Jonas ocorre, por exemplo, com pessoas que sonham em realizar grandes feitos na carreira, mas, ao alcançá-las, têm medo de estarem no topo. Isso porque cargos de destaque aumentam a insegurança e a sensação de não ter proteção do outro, do meio e da comunidade.
Este complexo se refere à pessoa que tem medo das mudanças, do sucesso, de ser diferente e, por isso, de ser rejeitado; prefere renunciar à originalidade e viver isolado, conformado com seu destino, dizendo que o dinheiro atrai a inveja e a infelicidade e o melhor a fazer é deixar as coisas como estão.
No contexto do livro de Jonas, é afirmado que Deus determinou que Jonas viajasse para pregar em Nínive. Jonas desobedeceu a Deus, e não ficou por isso mesmo. Ao invés de fazer o que Deus mandou, Jonas foi para Társis.
Ex: Jonas é o arquétipo da pessoa que possui medo de sua autorrealização e foge ou não aceita sua vocação; então apesar da confiança que lhe foi atribuída por Deus, Jonas sentia-se incapaz, inseguro, indigno, e, por essa razão, buscava o anonimato.
Assim como Jonas tinha amado a aboboreira e ficou triste quando ela secou, o Senhor amava o povo de Nínive muito mais e não queria que ele perecesse. Com esse relato aprendemos que para tornar-nos semelhantes ao Senhor, precisamos aprender a amar e a perdoar os outros como Ele o faz.
LIVE | O Complexo de Jonas (e a Terapia Cognitiva)
Que lição podemos tirar da história de Jonas?
No entanto, no livro de Jonas, pode-se observar que o Senhor chama pessoas específicas para realizar tarefas específicas em diferentes partes do mundo. A partir disso, podemos inferir que missão não é uma questão de decidir quando, onde e como dinheiro e recursos podem ser melhor utilizados.
Deus é o tema central! E com isso o livro nos ensina acerca da soberania divina sobre toda a criação e sobre todos os acontecimentos. Jonas mostra que somos responsáveis por nossos atos e decisões diante de Deus e não podemos fugir de sua vontade.
Portanto, Jonas não queria ir para Nínive porque acreditava que eles mereciam sofrer a punição divina, e não ser alvos da misericórdia. Ele estava em conflito com a natureza compassiva e perdoadora de Deus, temendo que a graça divina pudesse absolver até mesmo os mais cruéis.
No livro de Jonas, encontramos uma história fascinante sobre o chamado e propósito de Deus na vida de um homem. Jonas é chamado por Deus para pregar contra a cidade de Nínive, mas ele decide fugir da presença do Senhor. Essa decisão tem consequências tanto para a vida de Jonas quanto para aqueles ao seu redor.
No entanto, Jonas não queria ir a Nínive. Ele sabia que o povo de Nínive era inimigo de seu povo e temia que se arrependessem e Deus os poupasse. Então, ele decidiu desobedecer a Deus e fugir.
Porque Jonas não queria ir à cidade de Nínive pregar o evangelho?
2 – Por que Jonas se recusou a pregar?: Para entender a razão porque Jonas tentou fugir do compromisso de pregar a Nínive, é preciso saber que o povo dessa cidade era guerreiro, extremamente cruel, violento e avassalador. Os ninivitas, portanto, representavam uma séria ameaça e um tremendo perigo para Israel.
Ir a Nínive significava se deslocar oitocentos quilômetros para o nordeste através do deserto. Társis ficava a mais de três mil quilômetros para o oeste, numa direção totalmente oposta.
Segundo o Easton's Bible Dictionary, a palavra, anglicizada como tarshish, é de origem sânscrita ou ariana, e significa a costa do mar.. A localização de Társis poderia ser: Uma cidade do Leste, na costa do Oceano Índico, com base em que navios de Társis saíram de Eziongeber, no Mar Vermelho.
Jonas cometeu, a priori, o pecado deliberado de ir em direção oposta a que Deus havia lhe ordenado. Vejamos como isso é descrito: “Veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive e clama contra ele, porque sua malícia subiu até mim.
O sinal eterno do Deus de Jonas, que é o mesmo de Jesus, é o da misericórdia com os que voltam para o caminho do Amor. Quem tem medo, como o Jonas da parábola, não fala o que pensa. Quem fala que o pensa cultiva amigos e inimigos! Jesus sabia disso, por isso foi e é maior que Jonas.
Jonas ficou furioso porque Deus poupou aos ninivitas. Deus perguntou-lhe se era apropriado que ele ficasse com raiva (4:3). Ao fazer isso, Deus estava instruindo a Jonas a escolher uma perspectiva diferente, uma perspectiva do ponto de vista de Deus, uma perspectiva verdadeira.
Jonas é milagrosamente salvo por ser engolido por um peixe grande, em cuja barriga ele passa três dias e três noites. Enquanto estava no grande peixe, Jonas ora a Deus em sua aflição e se compromete a agradecer e a pagar o que prometeu. Deus então ordena que o peixe vomite Jonas.
A Nínive histórica é mencionada por volta do século XVIII a.C. como um centro de adoração a Istar, cujo culto foi responsável pela antiga importância da cidade.
Jonas queria servir à Deus do seu jeito, queria que Deus punisse o inimigo e Deus era muito mais misericordioso. Deus o corrigiu e mesmo assim ele não aprendeu, no final ele fica chateado que Deus salvou a cidade.
Ele ainda desprezava o povo daquela grande cidade e queixou-se da misericórdia e compaixão de Deus! Falou que não queria pregar ao povo exatamente por este motivo, pois poderiam aceitar a palavra para serem salvos.
1 E orou Jonas ao Senhor seu Deus, das entranhas do peixe. 2 E disse: Da minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz.
"O Livro de Jó vai por uma direção contrária: Jó foi fiel a Deus a vida toda, Deus o abençoava. Mas quando Deus foi desafiado por Satanás, ele tirou tudo de Jó", resume Moraes. "Talvez essa seja a grande lição da história: você continuar fiel a Deus mesmo passando por dificuldades.