Bori: da fusão bó, que em ioruba significa oferenda, com ori, que quer dizer cabeça, literalmente traduzido significa “Oferenda à Cabeça”. A ação consiste em oferecer comidas sacrificais a cabeça de doze performance, sendo estes representações vocativas e iconográficas dos doze principais orixás do candomblé.
Bori ou obori é um ritual das religiões tradicionais africanas e diáspora africana como culto de Ifá, Candomblé e outras, que harmoniza e diminui a ansiedade, o medo, a dor e a tristeza trazendo a esperança, alegria e a harmonia.
Bori, oferenda à cabeça, é uma das obras apresentada na 13ª edição do IC Encontro de Artes, ela consiste em oferecer comidas sacrificais à cabeça de 12 performers, como representações dos orixás do candomblé.
A defumação é feita com defumadores de latas de alumínio preenchidos com carvão e ervas. As folhas também são usadas para esses processos, seja nos banhos, em que se utilizam espécies como a espada de São Jorge (Ogum) e a Pelegum.
O ritual de Bori no Candomblé - Ketu, dura aproximadamente três dias. Durante todo o processo, a pessoa fica reclusa em um quarto, onde apenas algumas pessoas tem acesso. Liturgicamente o ritual é muito bonito. Já no Culto Tradicional, dura uma noite e uma manhã.
Por exemplo, o abacaxi é a quizila maior do terreiro que é a quizila de Kisimbi. Kisimbi rejeita essa fruta, ela não gosta, então a gente não come, quem é filho da casa não come abacaxi. Então, depois de dar um bori4, não pode mais comer, abacaxi jamais vai entrar com culto ou sem culto (Nelson - Taata de Nkisi).
Uma lista de materiais necessários para um ritual de bori inclui bebidas alcoólicas como gin e champanhe, comidas como frango, inhame, camarão seco e frutas, flores como crisântemo, itens de vestuário branco e acessórios como velas, taças e lençóis.
2 Ebós: trabalhos de limpezas aplicados no corpo do necessitado, utilizando-se comidas, elementos vegetais, animais, bolas de farinhas e grãos diversos. Bori: Ebó específico dado a cabeça (contração do termo EBÓ ORÍ - Ebó=comida, Orí=Cabeça).
O ritual de Coroação, também chamado por nós de Deitada de Sete Anos, uma vez que seu tempo médio de realização será sete anos após a entrada do médium na corrente mediúnica, é a consagração do médium que chega à maturidade.
BORI Na " Mesa de Bori" os elementos principais têm a representação da calmaria, da tranquilidade: Akaça, Ebô, temperos e folhas, vinho ou champanhe, flores e doces Existem vários outros elementos utilizados de acordo com às necessidades ou conforme os costumes de cada casa de candomblé.
Essas cobranças são caracterizadas por infortúnios ou acontecimentos desastrosos que acometem a vida do sujeito, com o objetivo de deixá-lo ciente de que os acontecimentos são fruto de uma cobrança do Divino, o qual se mostra desgostoso pelo rumo que a vida do médium está seguindo, compondo uma forma de pedir o retorno ...
A camarinha é um rito que como todos os outros é a “concretização” do mito por meio da linguagem simbólica. Já o símbolo ocupa lugar privilegiado, pois é a própria expressão da vivência religiosa na camarinha. Ele ordena a expressão, constitui o visível do enredo ligado à linguagem fundante mitológica.
A preparação do corpo no bori (e depois, de forma mais dramática, na iniciação) posiciona o indivíduo em um espaço de experiência e sociabilidade. Nesse sentido, pode ser entendida como parte importante do processo pelo qual o conhecimento religioso é integrado a certas disposições corporais e modos de orientação.
Bori: da fusão bó, que em ioruba significa oferenda, com ori, que quer dizer cabeça, literalmente traduzido significa “Oferenda à Cabeça”. A ação consiste em oferecer comidas sacrificais a cabeça de doze performance, sendo estes representações vocativas e iconográficas dos doze principais orixás do candomblé.
Como dissemos, o Borí é um rito de renascimento. Para as tradições de matriz africana o ser humano nasce duas vezes: o parto físico, advindo do ventre de sua mãe e o nascimento espiritual ritualizado no Borí. É durante o rito de Borí que o orí (cabeça), o ara (corpo) e o ẹsẹ̀ (pés) recebem oferendas sacrificiais.
Uma vez menstruadas, as mulheres não podem, para alguns sacerdotes e sacerdotisas, integrar-se às giras, ou seja, participar dos rituais dançados mais comuns.
O bori é o rito de dar de comer à cabeça ou ori, entidade sagrada no candomblé, cultuada como lócus da individualidade. Fortalece o ori e, assim, firma a cabeça do indivíduo, trazendo o equilíbrio necessário para a sua saúde e, quando for o caso, para que receba seu orixá (antecede assim o processo de iniciação).
Meditação e Silêncio Interior: Meditar é uma maneira eficaz de fortalecer o Ori, pois ajuda a acalmar a mente, ouvir a voz interior e desenvolver uma conexão mais profunda consigo mesmo. A prática regular traz clareza e equilibra as emoções.
O que a pomba gira pode fazer na vida de um homem?
Suas inspirações abrem caminhos para a conquista do poder pessoal de quem pede ajuda, mostrando as oportunidades e auxiliando as relações. Além disso, sua figura feminina auxilia no processo de chamar a atenção de quem está ao redor.
O Tranca Rua(s) é uma falange/agrupamento de exus, as entidades espirituais presentes na Umbanda e Quimbanda. É considerado responsável pela limpeza astral dos caminhos do mundo, representado pelas cores branco, preto e vermelho, podendo também ser azul ou roxo.