Dentro do cristianismo o ascetismo se manifesta como uma prática errônea que se inspira na vida de Jesus Cristo. Ele busca a santidade, ou seja, a união com Deus, através da renúncia aos prazeres e aos apegos materiais.
Qual o significado da palavra ascetismo na Bíblia?
O termo ascetismo vem do grego áskesis, que significa prática. E esses cristãos estavam realmente colocando a teoria de Platão em prática, exigindo de si os limites finais do autocontrole. Muitos pensadores gregos pagãos assumiram que pessoas verdadeiramente virtuosas simplesmente não têm desejos cruéis.
O ascetismo ou asceticismo é uma filosofia de vida na qual se realizam certas práticas visando ao desenvolvimento espiritual. Muitas vezes, essas práticas consistem no refreamento dos prazeres mundanos e na austeridade.
A prática de um asceta pode ser associada à prática cristã à medida em que o cristianismo rejeita os prazeres corporais quando são praticados de forma contrária à forma correta estabelecida por Deus e portanto, contrária ao propósito divino.
Uma das formas de viver a ascese é organizar bem o nosso tempo. A palavra –ascese– precisa deixar as páginas empoeiradas de nossos dicionários e ganhar espaço na vida. Junto com ela, também a palavra –mística– são como os dois trilhos por onde caminha o trem da santidade.
O QUE É ASCETISMO? - Significados de termos teológicos explicados de maneira fácil.
O que quer dizer ascensão na Bíblia?
E é isso o significado de ascensão, isto é, ato de ascender, de subir. Foi o que aconteceu com Jesus. Na verdade, ele foi sem ajuda de um 'elevador', à diferença de Maria que, segundo a tradição dos evangelhos apócrifos, foi levada para o céu por Jesus e os seus anjos.
O ascetismo é um dos temas que Nietzsche se ocupou em seu filosofar. Na medida em que desenvolvia sua filosofia, o ascetismo foi adquirindo uma importância medular que desencadeou no tema central da III dissertação da obra "Genealogia da Moral" em que o filósofo se dedica em responder o que significam ideais ascéticos.
1. Pessoa que se entrega a práticas espirituais, levando vida contemplativa com mortificação dos sentidos. 2. [Figurado] Pessoa de sã moral e vida irrepreensível.
O sincretismo religioso é um fenômeno que ocorre quando elementos de diferentes tradições religiosas são combinados em uma única prática ou crença. A origem exata do sincretismo religioso é difícil de determinar, uma vez que ele ocorreu em muitas culturas e em diferentes épocas ao longo da história da humanidade.
o ideal ascético nasce do instinto de cura e proteção de uma vida que degenera, a qual busca manter-se por todos os meios, e luta por sua existência; indica uma parcial inibição e exaustão fisiológica, que os instintos de vida mais profundos, permanecidos intactos, incessantemente combatem com novos meios e invenções.
Originalmente este termo significava exercício ou disciplina com um objetivo transcendente. O ascetismo pressupõe sempre uma conceção do mundo em que o homem é considerado, no seu estado atual, como um ser imperfeito que se pode aperfeiçoar.
Ascese é uma palavra grega que significa simplesmente exercício. Religiosamente, comporta esforços, renúncias e penitências em vista da perfeição. Fazer ascese é exercitar-se para adquirir musculatura espiritual e poder percorrer com maior desenvoltura os caminhos do bem.
Surge, assim, um ascetismo laico, secular, não mais restrito aos monges, aos padres, aos santos, não mais enclausurado em monastérios e conventos. As atividades do dia a dia transformam-se, também, em formas legítimas de dar glórias a Deus.
Os ideais ascéticos são aqueles que viram a vida contra ela mesma, aqui, a Vontade de Potência procura dominar a si mesma. Temos padres, pastores, muitos psicólogos e filósofos neste terreno movediço, Schopenhauer e Paulo de Tarso talvez sejam seus grandes representantes.
A conduta ascética não permitia ao protestante comprar a sua salvação, mas apenas fornecer-lhe um sinal inequívoco de redenção e libertá-lo da angústia permanente de saber-se eleito ou condenado à perdição, tanto mais que a felicidade eterna ou a danação estavam conferidas de uma vez por todas.
A mortificação é vista pela teologia católica como uma forma de ascetismo, um meio de ' pôr à morte ' o pecado na vida de um crente. É uma antiga prática religiosa que consiste em realizar um sacrifício físico e, portanto, como meio de participação na Redenção.
Mas Jesus, aproximou-se deles e lhes disse: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28, 16-20).
Ninguém sabe, exatamente, quando Jesus voltará. O Catecismo da Igreja diz que “O Juízo Final acontecerá por ocasião da volta gloriosa de Cristo. Só o Pai conhece a hora e o dia desse Juízo, só ele decide do seu advento” (n. 1040).
“Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi elevado ao céu e sentou-se à direita de Deus” (Atos 1,1-11, Salmo 46, Efésios 1,17-23 e Marcos 16,15-20). Este fato da vida de Jesus Cristo a Igreja celebra anualmente como a Ascensão do Senhor.