A palavra Àbíkú é, numa tradução literal: Abí (nascer) e Ikú (morrer). Refere a um mito Yorubá (grupo étno-linguístico localizado na África Ocidental) que professa a respeito de crianças nascidas sob um destino: Vir ao mundo, causar grandes transformações e partir ainda infantes.
O binômio abiku/ogbanje costuma designar, na cultura Iorubá e Igbo, respectivamente, crianças e jovens com vínculos tão fortes com o mundo espiritual que costumam morrer de forma prematura.
A ocorrência de abortos sucessivos, ou a morte dos filhos ainda pequenos, configuram-se como sintomas da presença de um Abíkú e, contatada essa presença, a mulher afetada deve submeter-se a um complexo tratamento espiritual, tendo que reunir-se a um grupo denominado Egbe Obá, onde é praticado um culto específico a ...
Na terra dos iorubás, acredita-se que quando nasce um abicu significa que a família tem dívidas espirituais a pagar; por isso o nascimento de uma criança que necessitará de muitos cuidados espirituais para evitar sua morte prematura — o que sempre é um sofrimento para os pais.
Assim, há duas qualidades de abiku: os àbíkú-omódé, que morrem ainda crianças, e os àbíkú-àgbà, que morrem jovens ou adultos. Tais indivíduos estabelecem com a Sociedade Abiku o ójó orí, pacto de retornarem ao orun ao ser atingida determinada idade.
O que significa o cordão umbilical enrolado no pescoço no candomblé?
VOCÊ SABIA QUE NA. ÁFRICA DOS ORIXÁS: "Crianças que nascem com o cordão umbilical enrolado no pescoço, devem se iniciar ao Orixá da Criatividade e da Paz, ao qual chamamos de Obatalá (Rei do Pano Branco)? Essa criança passou por sérios apuros durante a gestação e normalmente houve aborto no ciclo familiar.
Um abiaxé é aquele que recebeu ainda na barriga da mãe os sacrifícios de uma iniciação ou obrigação. Por conta disso, o abiaxé não precisa se iniciar no candomblé; ele já nasce feito.
Abiã é a posição inicial na hierarquia da religião (antecede a iniciação/iaô); que representa a pessoa novata na religião (não iniciado). Devido isto não participa dos preceitos internos, apenas participa das festas públicas. Este ainda não possui um compromisso com o ilê (casa).
Àbíkú é como chamamos as crianças que nascem para morrer. No Candomblé, acreditamos que quando uma mãe dá à luz a uma criança morta, ou quando uma criança morre precocemente ela é chamada de Àbíkú.
Odu 14. Você costuma superar desafios com sabedoria, isso porque tem muita disposição e criatividade. Além disso, paciência é sua força. O Odu Iká-Meji traz paciência e sabedoria.
A sociedade egbé (Ẹgbẹ́) órun (Ọ̀run) é composta por almas que morreram ainda crianças, por causas diversas, mas que, nesse processo, sofreram a rejeição da família onde estavam. São vítimas dos próprios pais, sendo assim, espíritos que foram “amaldiçoados” pelas famílias originais com a rejeição.
O Elegbe, é a pessoa que possui uma forte ligação ou até mesmo um pacto com esta força espiritual divina e por este motivo, precisará cultuar seus amigos do céu.
Àbíkú é como chamamos as crianças que nascem para morrer. No Candomblé, acreditamos que quando uma mãe dá à luz a uma criança morta, ou quando uma criança morre precocemente ela é chamada de Àbíkú. Cremos que no Òrun, exista uma comunidade chamada "Egbé Òrun Àbíkú" (comunidade das crianças que nascem para morrer).
Protetor das crianças, esse orixá duplo tem seu nome muitas vezes mencionado no plural, como sinônimo de “gêmeos”, aos quais protege especialmente. Tem temperamento travesso e brincalhão, já que seu domínio é a infância, e sua simbologia, a da inocência.
A palavra Àbíkú é, numa tradução literal: Abí (nascer) e Ikú (morrer). Refere a um mito Yorubá (grupo étno-linguístico localizado na África Ocidental) que professa a respeito de crianças nascidas sob um destino: Vir ao mundo, causar grandes transformações e partir ainda infantes.
Nesse caso, o personagem João Pedro é um àbíkú, pois seu nascimento trouxe a morte de sua mãe. Para os yorubás esse tipo de àbíkú recebe nomes como: Àjùkí (o morto viverá) ou Àkújí (o que está morto desperta). Esses nomes têm o intuito de identificar o fato deles serem Abikús, e os impedi-los de morte precoce.
O que significa a obrigação de 21 anos no candomblé?
Quem passa pela obrigação de 21 anos tem o respeito de toda a sociedade e admiração da sua família de asé, uma vez que seu orisà já passou por todos os atos e obrigações dentro do asè.
A equede deve ser mãe até mesmo da mãe de santo. Mas, para compreender melhor as funções deste cargo, é preciso entender como se dá a hierarquização dentro do terreiro. Na nossa religião existe uma hierarquia. É uma religião com laços de família – somos uma família de axé.
Abi Axé Egbé: grupo de cultura negra como patrimônio da Ufal. É do sertão de Alagoas que nasce a proposta do novo equipamento cultural da Ufal. Desde 2013 o Grupo de Cultura Negra Abí Axé Egbé, criado como projeto de extensão, divulga valores éticos e estéticos de origem afro.