Segundo a Psicanálise, a dualidade é a construção ideológica de que existem forças opostas a agir num mesmo objeto, contribuindo para uma inerente batalha interna que faz parte da existência.
A dualidade como característica de um indivíduo trata-se do saber conviver com dois lados, equilibrando crenças com experiências. Nesse caso, se tem duas partes que não estão em total oposição, senão que existem ao mesmo tempo.
Descartes sustenta uma tese dualista a respeito do ser humano, conhecida como “dualismo cartesiano”. Segundo esta, o homem é constituído por duas substâncias: a alma, ou coisa pensante (res cogitans), e o corpo, ou coisa extensa (res extensa).
Quando falamos sobre Dualidade, normalmente estamos nos referindo à coexistência de dois elementos opostos ou complementares em um contexto, ou situação. São forças (ou coisas, ou sentimentos, etc) que estão em pontos radicalmente opostos, mas que não se anulam, pelo contrário, se complementam.
A DUALIDADE HUMANA: O que você precisa saber | José Roberto Marques
O que diz o Princípio da dualidade?
Um dos tópicos ensinados na física moderna é o princípio da dualidade da luz, o qual afirma que a luz possui uma natureza dual, comportando-se, em alguns fenômenos, como uma onda e, em outros, como partícula [2].
Em poucas palavras podemos dizer que o pensamento ou ponto de vista dual entende uma ruptura radical entre criatura e criador, seja Ele denominado como Deus, Brahman, Atman, Allah, Dharmakaya, Krishna, Vishna/Shiva, Consciência Pura, Yahweh (YHWH) ou Jeová, Adonay, etc.
A dualidade é um conceito que admite a coexistência de dois princípios eternos e necessários. Desde sempre houve conflitos entre a Bíblia e a Ciência, mas a opinião de que a ciência e a religião devem permanecer em lados opostos é errada.
O dualismo mente-corpo, ou dualidade mente-corpo, é uma visão na filosofia da mente de que os fenômenos mentais não são físicos ou que a mente e o corpo são distintos e separáveis.
O dualismo é entendido como sendo o pensamento através do qual se concebe a coexistência de dois princípios antagônicos. Tal coexistência pode ser pacífica, ou de constante luta entre tais princípios, atribuindo-se em alguns casos superioridade a um deles.
Segundo a Psicanálise, a dualidade é a construção ideológica de que existem forças opostas a agir num mesmo objeto, contribuindo para uma inerente batalha interna que faz parte da existência. Sentimos alegria e tristeza, ilusão e desilusão, felicidade e dor, coragem mas também medo.
A dualidade entre corpo e alma foi um fenômeno marcante nos séculos anteriores à construção do domínio da Igreja Católica e que se consolidou a partir do século IV d.C. Essa dualidade não pode ser entendida como uma simples relação de desprezo em relação ao corpo.
A dualidade é uma assinatura de Deus em absolutamente TUDO que ele criou. A Bíblia deixa claro que até no reino existe hierarquia entre os anjos. Porém a mente humana facilmente associa o TER aqui na terra, como título de aprovação de Deus.
A dualidade dos nossos sentimentos é um reflexo da complexidade inerente à condição humana. Vivemos em um constante equilíbrio entre extremos, sentimos emoções que muitas vezes se contradizem, mas que constroem a nossa humanidade. Isso é o que nos torna seres humanos completos, únicos e fascinantes.
São duas perspectivas diferentes de uma mesma realidade. A relação que podemos fazer dessa dualidade do ser humano com o diálogo interno está relacionada ao fato de que tanto a estrutura da matéria quanto a percepção que temos do mundo são reflexos de uma dualidade.
Os seres humanos, pensava Descartes, além de corpos também possuem uma mente, que é a mesma coisa que a alma. É ela que define quem somos. O filósofo do século XVII René Descartes é o defensor mais conhecido do dualismo de mente-corpo.
Dupla personalidade ou TDI (transtorno dissociativo de personalidade) cientificamente falando, é um transtorno psicológico severo que se caracteriza por uma pessoa que apresenta duas ou mais personalidades, tais quais possuem suas próprias memórias, preferências, sentimentos, comportamentos e demais aspectos.
No contexto da causação metafísica, o dualismo refere-se pelo menos a dois poderes supremos que criam e sustentam os objetos e as operações no universo.
Dualidade refere-se a ter duas partes, geralmente com significados opostos, e uma situação em que duas ideias ou sentimentos conflitantes existem ao mesmo tempo. É o estado de combinar duas coisas diferentes.
O dualismo é uma cosmovisão que divide a realidade em dois aspectos distintos: Sagrado e Secular (WALSH, MIDDLETON, 2010, p. 83). Há uma separação em um mundo espiritual bom e mundo material mau (GOHEEN, BARTHOLOMEW, 2008, p. 120).
O princípio da dualidade diz que tudo se alterna em seu oposto. Os opostos são complementares e nos trazem oportunidades de aprendizado, sabedoria e amor.
A pessoa apresenta duas ou mais identidades e tem lapsos de memória sobre eventos rotineiros, informações pessoais importantes e eventos traumáticos ou estressantes, bem como vários outros sintomas, incluindo depressão e ansiedade.