O IFRS 15 é baseado em um princípio básico que exige que uma entidade reconheça receita de uma maneira que descreva a transferência de bens ou serviços para clientes e em um valor que reflita a contraprestação à qual a entidade espera ter direito em troca desses bens ou serviços.
A IFRS 15 fornece uma estrutura abrangente para reconhecer receita de contratos com clientes. Em setembro de 2015, o Conselho emitiu Data de Vigência da IFRS 15 que postergou a data de vigência obrigatória da IFRS 15 para 1º de janeiro de 2018.
Quando é que uma entidade pode aplicar a IFRS 15 a uma carteira de contratos com características semelhantes?
No entanto, como um expediente prático, uma entidade pode aplicar a nova norma a uma carteira de contratos (ou obrigações a cumprir) com características semelhantes se a entidade esperar, de maneira razoável, que o resultado disso não seja materialmente diferente do resultado da contabilização de cada contrato ...
Quando a empresa deve efetuar o reconhecimento de receita?
A receita deve ser reconhecida quando for provável que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade e esses benefícios possam ser confiavelmente mensurados. Este Pronunciamento identifica as circunstâncias em que esses critérios são satisfeitos e, por isso, a receita deve ser reconhecida.
Contabilidade de estorno é uma prática de usar valores negativos de débito ou crédito para reverter entradas originais na conta do diário. Como os contadores normalmente escrevem entradas de estorno em tinta vermelha, essa prática contábil também é conhecida como Estorno vermelho.
IFRS 15/CPC 47 - Receita de Contrato Com Clientes (Resumo)-Prof. Bruno Gomes SG
Como funciona o processo de estorno?
O cliente faz o pedido de estorno para o estabelecimento comercial onde a compra foi realizada; O estabelecimento checa as políticas de devolução; Se tudo der certo, o valor reembolsado segue para o adquirente da transação (a maquininha na qual você utilizou o seu cartão);
Os valores de reembolso de despesas devem ser lançados primeiramente na conta de passivos, devido ao fato de que o gasto é realizado antes e apenas posteriormente reembolsado pela empresa.
Como contabilizar clientes inadimplentes? Clientes inadimplentes são contabilizados como recebíveis em aberto até o pagamento. Após um período, podem ser classificados como perdas, dependendo da política da empresa e das normas contábeis aplicáveis.
O cut off, que consiste no ajuste para eliminar, da receita bruta, os valores referentes às faturas emitidas sem que tenha ocorrido a transferência dos riscos e benefícios para o cliente (mercadoria não entregue ao seu destino no próprio mês).
É por isto que do ponto de vista da teoria da Contabilidade não podemos creditar uma despesa. Da mesma forma, não podemos debitar uma conta de "receita".
IFRS é a sigla para International Financial Reporting Standards (Normas Internacionais de Relatório Financeiro, em tradução livre). Trata-se de um conjunto de regras que determina como devem ser feitos os procedimentos contábeis dentro da empresa.
O expediente prático define que ao não considerar eventuais concessões obtidas nestes contratos como sendo modificações de arrendamentos de acordo com o IFRS 16, reconhece-se estes efeitos de forma análoga ao que a norma determina para a mudança caso não fosse categorizada como uma modificação.
O IFRS oferece mestrados profissionais voltados para a capacitação mediante o estudo de técnicas e processos que atendam a alguma demanda do mundo do trabalho. Os cursos objetivam formar profissionais com alto nível de qualificação, comprometidos com o avanço do conhecimento.
Os investimentos em instrumentos patrimoniais que não tenham o preço de mercado cotado em mercado ativo, e cujo valor justo não possa ser confiavelmente medido (ver o item 46(c) e o Apêndice A, itens AG80 e AG81), não devem ser designados pelo valor justo por meio do resultado.
Se uma pessoa assume as parcelas de uma compra e não faz os pagamentos, ela já está inadimplente — isso vale pra parcelas de financiamentos, empréstimos, hipoteca, contratos não pagos, faturas e outros tipos de pagamentos.
O CPC 47 informa como as empresas podem demonstrar as receitas provenientes de contratos com clientes. Esse documento transformou várias regras, por exemplo, ICPC 02 e ICPC 11, CPC 30 e CPC 17 em um regramento único.
A sigla PDD se refere ao termo "Provisão para Devedores Duvidosos", um fundo de reserva financeira obrigatório para empresas, destinado para a redução de impactos causados pela inadimplência de clientes.
1 Esta Norma estabelece os princípios para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação de arrendamentos. O objetivo é garantir que arrendatários e arrendadores forneçam informações relevantes de modo que representem fielmente essas transações.
Os GAAP exigem que os ativos e passivos mais líquidos de uma empresa sejam listados primeiro no balanço patrimonial. Em contrapartida, o IFRS exige que as empresas listem seus ativos menos líquidos primeiro.
São formas de retificação: o estorno, que é o lançamento inverso àquele feito erroneamente, anulando-o totalmente; a transferência, caracterizada pelo lançamento que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada, por meio da transposição do valor para a conta adequada; e a complementação, que é o ...
Indicador não deve contabilizar as transações de devolução. Indicador deve contabilizar Pix iniciados por meio de serviço de iniciação de transação de pagamento. Os ANS do DICT serão monitorados por meio de indicadores calculados pelo próprio DICT e por meio de indicadores informados pelos participantes do Pix.
A carta de fiança é normalmente contabilizada no Ativo e Passivo no grupo de compensação. O resigistro serve para indicar que a empresa poderá ter um passivo, por ser fiadora de terceiros. Mas no momento da contabilização, ainda não é passivo, por isso se registra no compensado.