Pensando na sua etimologia, o termo tácito vem da palavra em latim tacitus, que significa "não expresso por palavras". Ou seja, é aquele conhecimento que não consegue ser adquirido através de treinamentos teóricos.
Quais são as características do conhecimento tácito?
O termo tácito tem origem no latim tacitus, que significa “não expresso por palavras”. Dessa forma, o conhecimento tácito é aquele tipo de conhecimento mais difícil de ser formalizado e transmitido às outras pessoas. Ele está relacionado às experiências, à visão de mundo e às práticas de determinado indivíduo.
O conhecimento tácito não pode ser expresso através de textos, imagens, documentos, etc. Logo, ele não pode ser adquirido através de treinamentos teóricos. O conhecimento tácito é aquele que está na mente de cada colaborador, e que ele adquiriu ao longo do treinamento prático.
O conhecimento tácito é altamente pessoal e difícil de ser formalizado. Nesta categoria, aparecem os insights subjetivos e a intuição, que são difíceis de comunicar. Os autores contextualizam ainda que os dois tipos de conhecimentos se complementam e são essenciais para a criação de novos conhecimentos.
Conhecimento tácito é aquele que a pessoa adquiriu ao longo da vida, pela experiência. Geralmente é difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa, pois é subjetivo e inerente às habilidades de uma pessoa.
Um dos principais desafios é a dificuldade de formalização e documentação do conhecimento tácito. Como ele está enraizado nas ações e práticas cotidianas, muitas vezes é difícil transformá-lo em um formato que possa ser facilmente compartilhado e transmitido.
Acordo tácito é um contrato de trabalho estabelecido de forma verbal, sem nenhuma documentação para comprovar o vínculo empregatício. Desse modo, a base desse tipo de acordo é a confiança entre ambas as partes. A palavra “tácito” significa algo que não está declarado, mas que se subentende.
O que é conhecimento tácito? O conhecimento tácito é aquele muito relacionado a experiências e habilidades pessoais e individuais, adquirido por meio de vivências e observações ao longo do tempo. Esse tipo de conhecimento é muito particular, e por isso é difícil de ser formalizado, documentado e compartilhado.
As formas mais comuns do conhecimento explícito são os manuais, documentos, jornais e procedimentos. O conhecimento pode ser também áudio-visual. Trabalhos de arte e desenhos de produtos podem ser vistos como outras formas de conhecimento explícito onde habilidades humanas, motivos e conhecimento são externalizados.
Qual é o processo que envolve o desenvolvimento do conhecimento tácito?
O primeiro modo de conversão é do conhecimento tácito em conhecimento tácito, ou seja, o processo de compartilhamento de experiências, chamado de socialização. O aprendizado acontece por meio da observação, da imitação e da prática, independentemente da linguagem.
O ato de representação prescinde de rigor formal, podendo a vontade da vítima no sentido de que o réu seja processado ser inferida de seu comportamento no curso da persecução penal.
Quando as palavras ou sinais — como um aceno de cabeça em sinal de aceitação — sejam um «meio direto de manifestação da vonta¬de», a declaração é expressa. Quando o sentido negocial «se deduz de factos que, com toda a probabilidade, a revelam», a declaração é tácita.
O termo tácito tem origem no latim tacitus, que significa “não expresso por palavras”. É aquele conhecimento que está relacionado às experiências, à visão de mundo e às práticas do dia-a-dia, não ao conhecimento técnico/teórico.
Qual a diferença entre conhecimento tácito e explícito?
Conhecimento explícito é o conhecimento que possuímos e de que temos consciência. É o conhecimento que somos capazes de documentar, é o conhecimento que as organizações conseguem armazenar. O conhecimento tácito, ao contrário, é conhecimento que temos mas do qual não nos apercebemos.
Implícito; que está subentendido e, por isso, não precisa ser dito; que não se pode traduzir por palavras. Oculto; que não se mostra. Não expresso de modo formal.
Aceitação tácita. A aceitação tácita é aquela que resulta tão somente de conduta própria de herdeiro (art. 1.805). Embora não haja declaração expressa de aceitação, esta decorre de comportamento concludente, que traduza a intenção de aceitar a sucessão.