A vaca é um animal sagrado para o hinduísmo, religião de 80% da população da Índia. Seus adeptos acreditam que o bicho encarna valores como o altruísmo e a não-violência. Afinal, a vaca dá muito de si, como o leite e o couro. Em troca, recebe muito pouco: capim e água.
O Trimurti era composto por Brama, Shiva e Vishnu. Brama era conhecido também por Brihm ou Brahm, e desde o início foi considerado como o deus supremo do panteão hindu. Associados ao Trimurti surgem outros deuses, como Indra e Vayu (associados a Vishnu) e Varuna e Yama (a Shiva). Cada deus Trimurti era hermafrodita.
Ninguém resiste à dança, à música, à alegria do povo. Segundo o censo de 2001, mais de 80% da população seguem o hinduísmo; 14% o islamismo; 3% o cristianismo; 2% o sikhismo; 1% o budismo; 0,41% o jainismo; e 0,65% as outras crenças.
Os vedas são as principais escrituras do hinduísmo e são considerados os textos religiosos, ainda em uso, mais antigos. Brahma, Shiva, Vishnu, Ganesha, Lakshmi são alguns dos seus principais deuses. Existem atualmente cerca de 1 bilhão de praticantes do hinduísmo no mundo.
Os seguidores do hinduísmo acreditam em vários deuses e na reencarnação. Segundo o hinduísmo, os seres humanos morrem e renascem várias vezes. Ao longo de muitas vidas, eles têm a oportunidade de evoluir, até chegar a um estágio em que se unem a Brahman, a realidade suprema.
🐮 [ HINDUÍSMO ] POR QUE AS VACAS SÃO SAGRADAS NA ÍNDIA?
Quem é Jesus no hinduísmo?
Jesus é Deus entrando na história humana para animá-la de dentro e conduzi-la à sua plenitude. Ao mesmo tempo, ele é também o mistério cósmico da Palavra, presente e ativo em toda parte e em todos os tempos. Nele, o mistério divino-cósmico e a história humana se harmonizam. Ele é nosso caminho para Deus.
- Na Índia, 93% dos habitantes acreditam em algum deus e a tendência é de um aumento da proporção, segundo uma enquete do Centro para o Estudo das Sociedades em Desenvolvimento (CSDS) publicado hoje pelo jornal "Hindustan Times".
A carne de frango é a mais consumida no país e, ao longo dos anos, com o aumento da renda per capita e da população, aumentou o consumo de carne. Em 2023, até outubro, o consumo foi de 4,4 milhões toneladas, um aumento de 53,4% em 10 anos (figura 1). Figura 1.
A Índia é um espelho de nossa vocação espiritual oculta. Nela está presente aquilo que aqui é crescentemente proibido: a doçura que advêm da vivência do Espírito de Deus, do Absoluto, e da moral que dele emana, e que ilumina os passos de nossas condutas.
Para o Hinduísmo, o nascimento e a morte são meros ardis de Māyā, o aspecto ilusório da energia material. Na realidade, vida é morte, e morte é vida, pois quem nasceu já começou a morrer, e quem morreu já começou a viver.
As crenças do hinduísmo incluem a reencarnação, o karma, a busca pela libertação (moksha) e a importância do dharma, artha e kama. Os principais objetivos do hinduísmo são alcançar a libertação espiritual (moksha), seguir o dever moral (dharma) e buscar a prosperidade material (artha).
Na China dois são os sistemas religiosos que lhe acompanham a história: o Confucionismo e o Taoísmo. Ambos podem ser considerados religiões filosóficas e religiões do livro. O Japão, por sua vez, tem toda a sua história influenciada pelo Xintoísmo, religião que se desenvolveu intimamente ligada ao Estado.
Ele é filho de Parvati e Shiva e tem atributos masculinos e femininos. Com essa dupla força, Ganesha tem o poder de vencer todos os obstáculos. Ele também é o escritor do Mahabharata, obra de sabedoria necessária para o progresso do ser humano.
Para os muçulmanos, só existe um Deus cujo nome é Alá. E o último profeta de Alá foi Maomé. Maomé não é deus, mas um homem por intermédio de quem Alá revelou sua vontade ao mundo. Maomé é reverenciado pelos islâmicos, mas não adorado.
No Sanātana Dharma, o conceito de Deus pode variar de acordo com as muitas denominações existentes da religião. De forma predominante, há a crença em um único Deus (Brahman) que se manifesta em diversas formas e nomes, podendo ser uma fé considerada monista e henoteísta, e em certa medida, até mesmo monoteísta.
No caso da vaca, a importância como animal sagrado ganhou fama pelo mundo pelo fato de Shiva ser um dos poucos entre os cerca de 30 mil deuses do hinduísmo que é adorado em toda a Índia. A maioria dos deuses é reverenciado em apenas determinadas regiões.
Segundo um relatório da India Brand Equity Foundation, a Índia é o terceiro produtor de eletricidade do mundo e, ainda até o início deste ano, mais de 75% do total provém do carvão (fonte:International Energy Agency - IEA). O restante é dividido entre outras fontes fósseis, nuclear e renováveis.
Os hindus, dependendo da casta à que pertencem, não comem carne de espécie alguma. Se eles forem sudras (trabalhadores braçais) comem cordeiro, frango e aves menores e não comem vacas, pois a vaca para todo hindu é um presente da mãe divina Laksmi e abastece a todos com leite, queijo, manteiga e coalhada.
O Biryani é um prato emblemático da culinária indiana, que combina arroz basmati com uma variedade de especiarias, carnes (como frango, cordeiro ou peixe), legumes e iogurte.
Não existe uma "visão hindu" unificada sobre quase nada, muito menos sobre Jesus. A visão sobre Jesus entre os hindus varia de "uma encarnação de Deus a um vigarista, um sábio incompreendido a um personagem fictício".
O sistema de escrita do hindi é o alfabeto devanagari, o mesmo que era utilizado na escrita do sânscrito, língua hoje somente utilizada em atividades religiosas. Além do hindi, algumas outras línguas do norte e da região central da Índia também utilizam o devanagari como seu sistema de escrita.