A Doutrina da Igreja Católica declara que a atração e o desejo homossexuais, por serem involuntários, não são pecaminosos em si mesmos. Eles são reconhecidos como inclinações desordenadas, de origem em grande medida misteriosa, às quais se deve resistir e buscar superar através da vida sacramental e ascética.
O que a Igreja Católica diz sobre a homossexualidade?
Papa Francisco disse que homossexualidade é pecado, mas não deveria ser crime. Nesta segunda-feira (18), em uma mudança significativa na abordagem do Vaticano em relação a casais do mesmo sexo, o papa Francisco autorizou os padres católicos romanos a abençoarem casais homoafetivos.
As abordagens da doutrina da Igreja Católica sobre a sexualidade possuem sempre o mesmo pano de fundo: entendê-la como fator que afeta profundamente a identidade do ser humano e a ele conferem as características – biológicas, psicológicas e espirituais – que o fazem homem e mulher.
Ele observou que o catecismo da Igreja Católica, ou livro de ensinamentos, diz que a atração pelo mesmo sexo não é pecado, mas atos homossexuais são. Também diz que as pessoas LGBT não devem ser marginalizadas.
Porém, o versículo 27, é mais claro: "E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, inflamaram-se em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro" (Romanos 1:27).
14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.
Segundo Jesus, a maldade vem do coração. Por isso destaca-se a condenação dos desejos pecaminosos (Mt 5,28). Com simplicidade é reconhecida a liceidade de uma vida sexual disciplinada “para que não se dê ao adversário nenhum motivo de difamação” (1Tm 5,14).
De acordo com o antropólogo, a ICM, no Rio de Janeiro, e a Igreja Acalanto, em São Paulo, despontaram como as primeiras igrejas no Brasil abertamente voltadas para a inclusão da população LGBT.
A posição oficial da Igreja Católica é que ser homossexual não é pecado. No entanto, a doutrina estabelece que "atos homossexuais" são "pecados graves contra a castidade" e "expressões do vício da luxúria", como apontado no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica publicado pelo Vaticano.
É permitido casamento homoafetivo na Igreja Católica?
Na ocasião, em forma de comunicado — ou seja, sem o mesmo peso institucional do que agora —, o órgão afirmou que o catolicismo não abençoava uniões homoafetivas, enfatizando que "a Igreja não dispõe, nem pode dispor, do poder de abençoar uniões de pessoas do mesmo sexo".
A Igreja Católica Romana considera o comportamento sexual humano quase sacramental por natureza, e proíbe a actividade sexual entre membros do mesmo sexo, entendendo que os atos sexuais, por natureza, são unitivos e procriativos.
Foi idéia de Deus criar as pessoas como machos e fêmeas e uni-las através do sexo (Gênesis 2:24). Tanto os homens quanto as mulheres foram criados com desejo sexual. O sexo é bom. O sexo foi parte da criação de Deus (Gênesis 1:31).
O papa Francisco usou um termo considerado pejorativo à comunidade LGBT ao reiterar, em uma reunião a portas fechadas com bispos italianos, que homossexuais não deveriam ter permissão para se tornar padres, afirmaram reportagens da imprensa italiana nessa segunda-feira.
Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Essas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição” (n.
Francisco citou o catecismo da Igreja Católica para apontar que os homossexuais devem ser acolhidos e respeitados, e não devem ser marginalizados ou discriminados.
'Oremos todes': missas católicas pela inclusão LGBTQIA+ na Cidade do México. “Oremos todos, todas, todes”, pede o padre jesuíta Gonzalo Rosas, que celebra missas pela inclusão de pessoas LGBTQIA+ na Cidade do México, agora com uma motivação adicional: a aprovação do papa para abençoar casais do mesmo sexo.
24 Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. 25 E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher, e não se envergonhavam.
Em Gn 1-2, a sexualidade é vivida de modo igualitário como ordem divina da criação. Em Gn 3, ao contrário, delineia-se a sexualidade hierárquica como ordem da natureza humana da criação decaída.
De acordo com o documento que nós descobrimos, em algum momento durante este período ele ficou noivo, casou-se, teve relações sexuais e fez filhos;, diz um fragmento do livro.