Ele pode ser transmitido por relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de agulhas e seringas, transfusões sanguíneas e de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação, sendo esta a chamada transmissão vertical.
O vírus pode ser transmitido durante relações sexuais sem o uso de preservativo e pelo compartilhamento de seringas e agulhas. O HTLV também pode ser transmitido verticalmente, de mãe para filho, sobretudo via amamentação e, de forma mais rara, durante a gestação e no momento do parto.
Sendo classificado em dois grupos: HTLV-I e HTLV-II. Sua transmissão pode ocorrer da mãe infectada para o recém-nascido (Transmissão Vertical) ou pelo aleitamento materno. Outras formas de infecção são através de relação sexual desprotegida e o compartilhamento de seringas e agulhas.
Em raros casos, o HPV pode ser transmitido de mãe para filho durante a gravidez e o parto, podendo resultar em infecções nas áreas da orofaringe (garganta); Embora seja raro, o uso compartilhado de objetos sexuais ou de lâminas de barbear pode levar à infecção por HPV.
O HTLV do tipo 1 pode causar uma doença neurológica crônica e grave chamada Paraparesia espástica tropical ou Mielopatia associada ao HTLV-1 (HAM), que pode comprometer o movimento das pernas e o controle da bexiga.
Os benefícios do aleitamento materno são extensos e bem conhecidos. Contudo, em algumas situações médicas ele é contraindicado, como na infecção pelo vírus linfotrópico de células T hu- mano do tipo 1 (HTLV-1).
Até o momento, o vírus HTLV não tem vacina disponível, nem medicação específica. Ou seja, não é possível a imunização da gestante ou tratamento. Portanto, é fundamental que as gestantes realizem o acompanhamento pré-natal regularmente e sigam todas as orientações médicas.
“No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, ele não chega a manifestar a doença, uma vez infectado, ele pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas”, ressalta.
Afinal, o vírus é transmitido por contato íntimo da pele ou de mucosas com a região infectada, ou seja, se houver contato íntimo mesmo sem ter relação pode ocorrer a transmissão.
Como posso saber se meu bebê foi contaminado pelo HPV?
Na hora do parto, mesmo que que os bebês sejam contaminados, geralmente não chegam a apresentar quaisquer sinais da doença. Apesar disso, há a possibilidade de contaminação, que pode se manifestar através da região oral, genital, ocular e laríngea.
Da mesma forma que o HIV, o HTLV é transmitido por via sexual (relações sexuais desprotegidas), nas transfusões de sangue, pelo uso compartilhado de seringas e agulhas e da mãe para o filho durante a gestação ou parto — risco mais baixo — ou por aleitamento — alto risco.
Recomenda-se o uso de preservativo masculino ou feminino (disponíveis gratuitamente na rede pública de saúde) em todas as relações sexuais, não compartilhar seringas, agulhas ou outros objetos perfuro cortantes.
Apesar de não interferir no curso da gravidez, HTLV1 está associado a elevadas taxas de transmissão vertical pela amamentação, via transplacentária, ou durante a passagem do feto pelo canal do parto, sendo até 5% intraútero e até 30% pela amamentação.
Sintomas que demoram a se manifestar. O tempo médio estimado entre a infecção por HTLV-1 e o desenvolvimento de doença é longo e geralmente ocorre por volta da quarta década de vida, podendo o indivíduo infectado permanecer apenas como portador assintomático.
Quais doenças podem ser transmitidas da mãe para o feto?
Diversas doenças podem ser transmitidas da mãe para o bebê através de transmissão vertical. Desta forma, gestantes correm riscos de passarem para seus descendentes doenças como a Rubéola, a Aids, a Sífilis , a Hepatite B, a Toxoplasmose, entre outras.
O HTLV-1 está associado a oncogênese e a doenças inflamatórias crônicas, tais como a Leucemia/Linfoma de Células T do Adulto (ATLL) e a mielopatia associada ao HTLV-1 (HAM).
É possível pegar HPV através de objetos, piscinas, roupas íntimas e toalhas?
Assim sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal. Também pode haver transmissão durante o parto. Não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos, do uso de vaso sanitário e piscina ou pelo compartilhamento de toalhas e roupas íntimas.
Fato: a transmissão do HPV acontece geralmente por meio de relações sexuais sem proteção, mas também pode ocorrer pelo contato com a pele ou mucosas infectadas.
Baixa imunidade é a principal causa do surgimento do HPV em bebês durante o parto. O HPV é uma doença que pode levar a risco do câncer de colo de útero em mulheres. O que você não sabia é que essa infecção pode atingir a garganta de recém-nascidos.
Mito. Não existe tratamento específico para eliminar a infecção viral e a pessoa infectada será sempre um vetor da doença. Em geral, a maioria das infecções por HPV são controladas pelo sistema imunológico do indivíduo e eliminadas naturalmente pelo organismo, mas algumas persistem podendo se tornar tumores malignos.
Além da transmissão sexual, o HPV pode ser transmitido verticalmente. Essa transmissão pode ser pela via ascendente de contaminação, pela via hematogênica através da placenta ou durante a passagem do neonato pelo canal do parto 5.
HPV na boca é contagioso? Sim. A transmissão ocorre através de autoinoculação, beijo e da prática de sexo oral. Muitos fatores podem estar atrelados ao risco de infecção pelo vírus, como muitos parceiros sexuais, o uso abusivo de cigarro, tabaco e álcool e outras doenças sexualmente transmissíveis.
O vírus pode ser transmitido durante relações sexuais sem o uso de preservativo e via compartilhamento de seringas e agulhas. Também pode ser transmitido verticalmente, principalmente pela amamentação e, de forma mais rara, durante a gestação e no momento do parto.
Outra possível causa de resultados falso-positivos pelo ELISA é a reação cruzada com os anticorpos contra os antígenos do sistema de histocompatibilidade (HLA), já que os lisados virais podem conter antígenos HLA da célula usada para propagar o vírus14.
“Não existem vacinas ou tratamentos antivirais específicos contra o HTLV. A assistência é voltada para o controle das doenças ocasionadas pelo vírus. Reforçando que não há cura para o vírus e que a infecção persiste no indivíduo por toda a sua vida”, disse a referência.