Todos que frequentam academiam deve ficar sempre em alerta, porque o problema é que a contaminação ocorre através do suor e da saliva. O vírus do papiloma humano (HPV, na sigla em inglês) Atinge tanto homens quanto mulheres, e pode causar verrugas ou feridas genitais.
Como o vírus não sobrevive em superfícies ou outros objetos, não se pega HPV em academia ou em qualquer outro ambiente. Para pegar o HPV, é preciso ter contato pele a pele ou pele com mucosas infectadas pelo vírus.
Como os HPV são transmitidos? A transmissão do vírus se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pela via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Assim sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal.
Sim, é possível contrair HPV sem ter relações sexuais. Conforme foi explicado, o vírus pode ser transmitido pelo contato pele a pele com uma pessoa infectada, o que significa que atividades que envolvem contato íntimo, mas não necessariamente penetração, também podem resultar na contaminação.
“O HPV só é transmitido por contato direto entre a pele de uma pessoa infectada e outra pessoa. Ele não sobrevive em superfícies ou objetos como aparelhos de academia. Essa informação de transmissão pelo uso de equipamentos é totalmente equivocada” afirma.
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O HPV (O que é ? Quais os sintomas? Como prevenir e tratar ?)
É possível pegar DST na academia?
“Como o próprio nome diz, as infecções sexualmente transmissíveis necessitam do contato sexual para serem transmitidas”, reforça Piva. Por isso, não se preocupe: não é possível pegar uma IST na academia.
É possível pegar HPV pelo beijo? Não, o beijo não é uma das formas de como se pega HPV. É importante lembrar que a infecção se dá através do contato genital-genital, genital-oral e genital-anal.
Fato: a transmissão do HPV acontece geralmente por meio de relações sexuais sem proteção, mas também pode ocorrer pelo contato com a pele ou mucosas infectadas.
O HPV não se pega pelo alicate de unha, pois o vírus é transmitido pelo contato pele a pele com uma pessoa infectada, como mucosas da vagina, pênis, ânus ou da boca, através do contato íntimo desprotegido.
Apesar do HPV ser muito frequente, trata-se de uma infecção benigna, já que apesar muitas pessoas terem contato com HPV a maioria nunca vai desenvolver doença. A minoria que pode desenvolver doença, terá infecção subclínica que vai se resolver espontaneamente, independente de tratamento.
Não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos. O beijo ainda é algo bastante discutido, uma vez que não é muito frequente a presen- ça de HPV na mucosa oral, porque na saliva existem substâncias protetoras. O vírus se instala principalmente na base da língua ou nas amígdalas.
O HPV é frequentemente transmitido durante as relações sexuais, incluindo sexo vaginal, anal e oral. Mesmo o uso de preservativos não oferece proteção completa, pois o vírus pode estar presente em áreas não cobertas pelo preservativo.
Muitas pessoas portadoras, por não apresentarem nenhum sinal e/ou sintoma, podem transmiti-lo sem saber(1). Ainda não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos, do uso de vaso sanitário e piscina ou pelo compartilhamento de toalhas e roupas íntimas(2).
Mito. Não existe tratamento específico para eliminar a infecção viral e a pessoa infectada será sempre um vetor da doença. Em geral, a maioria das infecções por HPV são controladas pelo sistema imunológico do indivíduo e eliminadas naturalmente pelo organismo, mas algumas persistem podendo se tornar tumores malignos.
A infecção por HPV é transmitida na maioria das vezes através da relação sexual, porém existem outras formas de contaminação, como através do contato com superfícies contaminadas pelo vírus (felizmente pouco comum). Ex: Contato com roupas, objetos, sabonete, instrumental cirúrgico e outros.
Mas pode ficar tranquila: o HPV não sobrevive fora do corpo por muito tempo, então não é possível pegá-lo tocando em equipamentos ou superfícies da academia. Ele é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas.
O diagnóstico da infecção pelo HPV se faz pelo exame preventivo (Papanicolau) e também pelos exames de biologia molecular, em que se avalia a presença do DNA do vírus nas células do material coletado, através de técnicas moleculares.
Os remédios para HPV, como as pomadas de podofilotoxina, sinecatequinas ou imiquimode, por exemplo, podem ser indicadas para tratar as verrugas genitais ou perianais externas causadas pelo HPV, pois agem diminuindo a taxa de replicação dos vírus nas lesões.
Os sintomas de HPV na boca se caracterizam pelo surgimento de lesões brancas ou avermelhadas que podem ser semelhantes a uma afta. As lesões podem aparecer nos lábios ou na parte externa da boca. Há casos que são assintomáticos, sendo necessário o uso de lupas de aumento para investigar.