Vantagens e desvantagens do microchip em cães Substitui as coleiras de identificação que podem ser perdidas facilmente, diferentemente do chip, que não pode ser perdido; Tem durabilidade de aproximadamente 100 anos; Não há manutenções; É de fácil instalação.
Além disso, não é necessário nenhum tipo de bateria, pois o microchip em animais só é ativado pelo leitor específico e tem durabilidade de, aproximadamente, 100 anos.
“O microchip não faz o serviço de rastreamento, mas caso o animal se perca, quem encontrar pode facilmente localizar o tutor após a leitura do chip. Geralmente as clínicas veterinárias fazem a leitura.
Os valores de microchips variam. O gasto médio para comprar e implantar o dispositivo é de R$ 200. Porém é possível optar por comprá-lo e pedir a um determinado veterinário que o aplique. Nesse caso, o custo fica entre R$ 30 e R$ 35.
O que devo fazer? Deve dirigir-se a um Centro de Atendimento Médico-Veterinário (CAMV) acompanhado do seu animal para que o médico veterinário efetue a leitura do microchip/transponder e verifique se o número é lido.
O leitor de microchip amigo de seu animal de estimação
Pressione o botão no leitor para ligar. (Vai desligar automaticamente quando não em uso). Pressione o botão novamente para começar a escanear. Escaneie o animal de estimação desta maneira para garantir que o microchip dele seja localizado.
O serviço é gratuito. A solicitação pode ser feita online por meio do Portal SP156. Se for feita de forma presencial, é necessário agendar horário em uma das 17 praças de atendimento municipais. Mais informações pelo telefone 156.
O microchip não dói! Esse sistema de identificação de animais domésticos por microchip já é adotado em muitos países e obrigatório para que animais de estimação sejam levados em voos internacionais na maioria dos destinos.
O chip de cachorro é implantado por uma agulha (um pouco mais grossa do que a de vacina) entre as escápulas. Atualmente, além do microchip, existe o nano chip, com menor diâmetro, colocado com agulha também menor, o que torna o procedimento mais confortável para o pet.
O microchip não possui função de GPS, ele é apenas uma ferramenta que permite devolver o animal encontrado nas ruas ao responsável, e monitorar e reduzir os casos de abandono e maus-tratos. Ele não oferece risco à saúde do animal.
O microchip para animais é implantado através de uma injeção, no lado esquerdo do pescoço, por baixo da pele. Desta forma torna-se impossível de remover, sendo assim um ato único na vida do animal de estimação.
Perante uma situação destas, deve levar-se o animal a uma clínica veterinária ou a um centro de recolha oficial, onde o número do microchip poderá ser lido. Dessa forma, será possível chegar ao seu dono. A eficácia da localização de um cão com chip está, portanto, dependente do acesso a um leitor de microchip.
Projeto torna obrigatória a implantação de chip de identificação em cães e gatos. O Projeto de Lei 376/21 torna obrigatória a implantação de microchip subcutâneo em cães e gatos para fins de identificação.
Não é possível rastrear apenas pelo chip de identificação. Esse chip serve apenas para obter os dados do animal, como data de nascimento, raça, etc. E esses dados são obtidos apenas através de um leitor específico.
A microchipagem é uma forma segura e permanente de identificar o seu pet. Com ela, é possível garantir que, em caso de perda ou roubo, seu amigo possa ser rapidamente encontrado e devolvido.
Um microchip (ou circuito integrado) é uma pastilha de silício (ou material semelhante), formada essencialmente por transístores, incluindo num único circuito um conjunto de funções que seriam executadas por um circuito eletrónico complexo envolvendo vários componentes eletrónicos.
As informações do microchip para cachorro e gatos ficam armazenadas num banco de dados. Para ter acesso a elas é preciso ter um leitor específico de microchip pet. Ao escanear o chip, o leitor mostrará o número do pet, que deve ser usado para acessar o banco de dados na internet e ter acesso às informações.
Ele reúne todas as informações do bichinho e do seu dono, sendo impossível falsificá-las. Além disso, não tem como o animal perdê-lo, não precisa de manutenção ou recarga e funciona durante toda a vida.
A princípio não há uma restrição quanto ao cão ou gato que irá receber o microchip para animais, pode ser de qualquer raça, tamanho e peso. A indicação seria que o microchip fosse implantado após, pelo menos, os dois meses de idade do animal, mas ele já pode ser injetado a partir do 10º dia de vida do animal.
O Registro Geral Animal (RGA) é um serviço gratuito oferecido pela Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap) e funciona como uma “carteira de identidade” para animais de estimação. Na cidade de São Paulo, ele é obrigatório por lei para cães e gatos com idade superior a três meses.
Ele serve para armazenar informações importantes, como nome, raça, idade, histórico de doenças e, claro, os dados do tutor daquele pet. Dessa maneira, ao encontrar um pet perdido, é possível levá-lo ao veterinário para acessar as informações do microchip e entrar em contato com o tutor.
A leitura é feita por celular, através da tecnologia NFC, ao ler o chip, o celular abre a página do cadastro do animal, fornecendo informações sobre o proprietário, facilitando a identificação, ao mesmo tempo, o proprietário recebe um e-mail com a localização da leitura do microchip.
Cães jovens (até 2 anos): correspondem a 15 a 24 anos humanos. Idade média (3 a 5 anos): equivalem a 28 a 36 anos humanos. Cães mais velhos (5 a 10 anos): vão de 36 a 66 anos humanos.
José Roberto falou sobre algumas maneiras de distinguir se o bicho fez parte do comércio ilegal. “Um animal legalizado precisa ter alguma nota fiscal, microchip, anilha, ou seja, algum documento que comprove sua procedência.